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Aracaju, Terça-feira, 3 de novembro de 2026
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Política

Flávio Bolsonaro age estrategicamente; Direita não consolida liderança

Colunista avalia que saída de Flávio foi estratégica, mas afirma que ele não deverá liderar a Direita à distância; atenção já mira 2030 e Tarcísio.

03/11/2026 · 09h40
Flávio Bolsonaro age estrategicamente; Direita não consolida liderança

O país segue dividido após o duelo entre Lula e Flávio: petistas celebram a virada, conservadores questionam a Justiça Eleitoral. Debates em reuniões e redes mantêm a disputa na pauta do dia.

A vida do brasileiro segue impactada pela disputa presidencial entre o presidente reeleito Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Em rodas de conversa, reuniões de amigos e encontros familiares, o resultado do pleito continua repercutindo: petistas celebram a virada em relação ao primeiro turno e destacam votações no Nordeste e em Minas Gerais; entre os conservadores há indignação, especialmente com a Justiça Eleitoral.

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O ineditismo provocado pela extensão do período de votação, determinada por decisão monocrática de um ministro do Supremo Tribunal Federal, que era advogado de Lula antes de ser indicado para a Corte, gerou desconfiança entre eleitores de Direita que apostavam na confirmação da vitória de Flávio Bolsonaro. Já os petistas entendem que venceram a eleição pelo voto democrático e que o assunto está superado.

Entre os episódios que atraíram atenção está a determinação de apreensão dos passaportes de Flávio Bolsonaro pelo ministro Alexandre de Moraes, com menos de 24 horas da consolidação da vitória de Lula nas urnas. O colunista avalia que essa medida foi

“uma decisão extremamente vingativa”

e a considera uma perseguição política.

A “fuga” ou o “resgate” de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos foi uma ação rápida e estratégica, segundo a avaliação presente no texto. O colunista critica a postura do magistrado:

“Decidindo com o ‘fígado’, Alexandre de Moraes se precipitou”

e diz discordar da ideia de que um líder precisa permanecer no país para manter liderança. Em trechos de análise, são citadas frases que circularam no debate público:

“um líder não foge”

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“um líder enfrenta e assume as consequências”

O texto aponta que o Judiciário, especialmente o STF, tem perdido credibilidade junto a parcelas do eleitorado diante de investigações envolvendo integrantes da Corte, e que esse cenário prejudica o equilíbrio entre os Poderes. A opinião do colunista é de que, se Flávio não tivesse saído do País, poderia tornar-se alvo de prisão política, com direitos de manifestação cerceados.

O colunista também lembra que, em debate, foi dito que se reeleito Lula prenderia seu adversário, e que, após a vitória, houve manifestações em favor de regulação das redes sociais (CENSURA). A interpretação apresentada é a de que o episódio com os passaportes apenas acelerou um plano que vinha sendo articulado, e que a saída do senador dá a ele estabilidade para tentar recompor sua trajetória política.

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Apesar disso, o colunista discorda que Flávio conseguirá liderar a Direita a distância, como sinaliza. O Brasil é um país continental e a política nacional passa por mudanças constantes. Lula iniciará em janeiro seu quarto e último mandato, e todas as forças já voltam as atenções para 2030, sobre quem e que legenda assumirá a presidência após a saída do PT.

Na Esquerda, ainda não há liderança clara para dar continuidade ao legado petista; na Direita, o nome quase consensual é o do governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Avaliado como o melhor governador do Brasil, Tarcísio já incomoda a Esquerda, que, por redes sociais e parte da grande mídia, iniciou ataques rapidamente rebatidos por aliados da Direita. Tarcísio tem a imagem de gestor, algo que, segundo o colunista, faltava a Flávio, cujo discurso foi sua principal estratégia.

Ainda falta tempo — a eleição de 2026 mal acabou —, mas o texto conclui que dificilmente Flávio comandará a Direita desde os Estados Unidos. “A bola agora está com Tarcísio”, afirma a análise.

Em trechos finais, o colunista aborda questões locais de Sergipe e registra reclamações sobre falta de água no Estado. Diz que as informações sobre o desabastecimento se espalham por todas as regiões e que o candidato a governador Valmir de Francisquinho (PL) afirmou durante a campanha que os problemas hídricos teriam leve melhora, mas voltariam após a eleição.

O texto afirma que Valmir estava certo e que os problemas de desabastecimento, gerados pelo governo de Fábio Mitidieri (PSD) após a venda de parte dos serviços da DESO para a Iguá, estão maiores, com registros em diversas regiões e bairros de Aracaju. Encerrando, o colunista ressalta a expressão de preocupação popular com dias sem água e critica o que classifica como descaso do governo.

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O país segue dividido após o duelo entre Lula e Flávio: petistas celebram a virada, conservadores questionam a Justiça Eleitoral. Debates em reuniões e redes mantêm a disputa na pauta do dia.

A vida do brasileiro segue impactada pela disputa presidencial entre o presidente reeleito Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Em rodas de conversa, reuniões de amigos e encontros familiares, o resultado do pleito continua repercutindo: petistas celebram a virada em relação ao primeiro turno e destacam votações no Nordeste e em Minas Gerais; entre os conservadores há indignação, especialmente com a Justiça Eleitoral.

O ineditismo provocado pela extensão do período de votação, determinada por decisão monocrática de um ministro do Supremo Tribunal Federal, que era advogado de Lula antes de ser indicado para a Corte, gerou desconfiança entre eleitores de Direita que apostavam na confirmação da vitória de Flávio Bolsonaro. Já os petistas entendem que venceram a eleição pelo voto democrático e que o assunto está superado.

Entre os episódios que atraíram atenção está a determinação de apreensão dos passaportes de Flávio Bolsonaro pelo ministro Alexandre de Moraes, com menos de 24 horas da consolidação da vitória de Lula nas urnas. O colunista avalia que essa medida foi

“uma decisão extremamente vingativa”

e a considera uma perseguição política.

A “fuga” ou o “resgate” de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos foi uma ação rápida e estratégica, segundo a avaliação presente no texto. O colunista critica a postura do magistrado:

“Decidindo com o ‘fígado’, Alexandre de Moraes se precipitou”

e diz discordar da ideia de que um líder precisa permanecer no país para manter liderança. Em trechos de análise, são citadas frases que circularam no debate público:

“um líder não foge”

“um líder enfrenta e assume as consequências”

O texto aponta que o Judiciário, especialmente o STF, tem perdido credibilidade junto a parcelas do eleitorado diante de investigações envolvendo integrantes da Corte, e que esse cenário prejudica o equilíbrio entre os Poderes. A opinião do colunista é de que, se Flávio não tivesse saído do País, poderia tornar-se alvo de prisão política, com direitos de manifestação cerceados.

O colunista também lembra que, em debate, foi dito que se reeleito Lula prenderia seu adversário, e que, após a vitória, houve manifestações em favor de regulação das redes sociais (CENSURA). A interpretação apresentada é a de que o episódio com os passaportes apenas acelerou um plano que vinha sendo articulado, e que a saída do senador dá a ele estabilidade para tentar recompor sua trajetória política.

Apesar disso, o colunista discorda que Flávio conseguirá liderar a Direita a distância, como sinaliza. O Brasil é um país continental e a política nacional passa por mudanças constantes. Lula iniciará em janeiro seu quarto e último mandato, e todas as forças já voltam as atenções para 2030, sobre quem e que legenda assumirá a presidência após a saída do PT.

Na Esquerda, ainda não há liderança clara para dar continuidade ao legado petista; na Direita, o nome quase consensual é o do governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Avaliado como o melhor governador do Brasil, Tarcísio já incomoda a Esquerda, que, por redes sociais e parte da grande mídia, iniciou ataques rapidamente rebatidos por aliados da Direita. Tarcísio tem a imagem de gestor, algo que, segundo o colunista, faltava a Flávio, cujo discurso foi sua principal estratégia.

Ainda falta tempo — a eleição de 2026 mal acabou —, mas o texto conclui que dificilmente Flávio comandará a Direita desde os Estados Unidos. “A bola agora está com Tarcísio”, afirma a análise.

Em trechos finais, o colunista aborda questões locais de Sergipe e registra reclamações sobre falta de água no Estado. Diz que as informações sobre o desabastecimento se espalham por todas as regiões e que o candidato a governador Valmir de Francisquinho (PL) afirmou durante a campanha que os problemas hídricos teriam leve melhora, mas voltariam após a eleição.

O texto afirma que Valmir estava certo e que os problemas de desabastecimento, gerados pelo governo de Fábio Mitidieri (PSD) após a venda de parte dos serviços da DESO para a Iguá, estão maiores, com registros em diversas regiões e bairros de Aracaju. Encerrando, o colunista ressalta a expressão de preocupação popular com dias sem água e critica o que classifica como descaso do governo.

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