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Itabaiana

Feira Livre de Itabaiana passará por modernização e setorização

A Feira Livre de Itabaiana, um dos marcos da economia local, está passando por um processo de modernização e reestruturação com foco em melhorar a organização e a mobilidade para feirantes e frequentadores.

11/12/2024 · 14h47
Feira Livre de Itabaiana passará por modernização e setorização

A Feira Livre de Itabaiana, um dos marcos da economia local, está passando por um processo de modernização e reestruturação com foco em melhorar a organização e a mobilidade para feirantes e frequentadores.

Segundo Eronildes de Jesus, conhecido como Galego do Mercado e coordenador da feira, a setorização dos produtos é uma medida determinada judicialmente. A Procuradoria do Município foi notificada para conduzir as mudanças necessárias.

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Mudanças previstas

  1. Setorização por produtos:
    • No Largo de Santo Antônio, ficarão concentrados os itens de vestuário, calçados e bolsas.
    • As bancas de verduras, frutas e raízes permanecerão no mesmo setor devido ao volume elevado de comerciantes.
  2. Padronização das bancas:
    • Será exigido que as bancas sejam feitas de ferro, substituindo as de madeira, para garantir segurança e uniformidade.
  3. Controle de espaços:
    • Alguns feirantes precisarão reduzir o tamanho de suas bancas para atender às novas regras.
    • Barricadas serão instaladas nas esquinas para impedir o trânsito de motos e carroças na área da feira.
  4. Corredores e infraestrutura:
    • Haverá a criação de corredores mais abertos, facilitando a circulação de pessoas e mercadorias.
    • O atacado continuará operando como está, já que houve uma redução no número de caminhões circulando na região.

Ação judicial e impacto local

A reestruturação é resultado de uma ação civil pública movida após denúncias de desordem feitas ao Ministério Público. A procuradora-geral do município, Márdilla Queiroz, destacou que a reorganização não é uma decisão exclusiva da gestão municipal, mas sim uma exigência judicial.

“Quero deixar claro que essa não é uma ação do gestor público, mas sim uma determinação da Justiça. Caso o município não cumpra as solicitações, poderá enfrentar penalidades severas, incluindo multas e interdição da feira”, explicou Márdilla.

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Benefícios esperados

A modernização busca criar um ambiente mais organizado e funcional, que beneficie tanto vendedores quanto consumidores, além de atrair turistas. A prefeitura está em tratativas com os feirantes para garantir a transição, com o objetivo de que todos os envolvidos saiam ganhando.

“Estamos correndo contra o tempo para organizar a feira. No final, será uma melhoria que atenderá as demandas de todos os envolvidos”, concluiu Márdilla.

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A Feira Livre de Itabaiana, um dos marcos da economia local, está passando por um processo de modernização e reestruturação com foco em melhorar a organização e a mobilidade para feirantes e frequentadores.

Segundo Eronildes de Jesus, conhecido como Galego do Mercado e coordenador da feira, a setorização dos produtos é uma medida determinada judicialmente. A Procuradoria do Município foi notificada para conduzir as mudanças necessárias.

Mudanças previstas

  1. Setorização por produtos:
    • No Largo de Santo Antônio, ficarão concentrados os itens de vestuário, calçados e bolsas.
    • As bancas de verduras, frutas e raízes permanecerão no mesmo setor devido ao volume elevado de comerciantes.
  2. Padronização das bancas:
    • Será exigido que as bancas sejam feitas de ferro, substituindo as de madeira, para garantir segurança e uniformidade.
  3. Controle de espaços:
    • Alguns feirantes precisarão reduzir o tamanho de suas bancas para atender às novas regras.
    • Barricadas serão instaladas nas esquinas para impedir o trânsito de motos e carroças na área da feira.
  4. Corredores e infraestrutura:
    • Haverá a criação de corredores mais abertos, facilitando a circulação de pessoas e mercadorias.
    • O atacado continuará operando como está, já que houve uma redução no número de caminhões circulando na região.

Ação judicial e impacto local

A reestruturação é resultado de uma ação civil pública movida após denúncias de desordem feitas ao Ministério Público. A procuradora-geral do município, Márdilla Queiroz, destacou que a reorganização não é uma decisão exclusiva da gestão municipal, mas sim uma exigência judicial.

“Quero deixar claro que essa não é uma ação do gestor público, mas sim uma determinação da Justiça. Caso o município não cumpra as solicitações, poderá enfrentar penalidades severas, incluindo multas e interdição da feira”, explicou Márdilla.

Benefícios esperados

A modernização busca criar um ambiente mais organizado e funcional, que beneficie tanto vendedores quanto consumidores, além de atrair turistas. A prefeitura está em tratativas com os feirantes para garantir a transição, com o objetivo de que todos os envolvidos saiam ganhando.

“Estamos correndo contra o tempo para organizar a feira. No final, será uma melhoria que atenderá as demandas de todos os envolvidos”, concluiu Márdilla.

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