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Aracaju, Quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Operação Pedra Polida: Suspeito morre em confronto e polícias cumprem 10 mandados contra o tráfico em Capela

Nesta quinta-feira (5), o município de Capela, no Leste sergipano, amanheceu sob forte presença das forças de segurança. Uma grande operação integrada das Polícias Civil e Militar foi deflagrada para desarticular um esquema de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Durante o cumprimento das ordens judiciais, um dos alvos da investigação resistiu à prisão, entrou em confronto com as equipes e acabou morrendo.

05/11/2026 · 09h11
Operação Pedra Polida: Suspeito morre em confronto e polícias cumprem 10 mandados contra o tráfico em Capela

Ação integrada das Polícias Civil e Militar mobilizou agentes para desarticular grupo que escondia drogas em áreas de vegetação e intimidava moradores da região.

Nesta quinta-feira (5), o município de Capela, no Leste sergipano, amanheceu sob forte presença das forças de segurança. Uma grande operação integrada das Polícias Civil e Militar foi deflagrada para desarticular um esquema de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Durante o cumprimento das ordens judiciais, um dos alvos da investigação resistiu à prisão, entrou em confronto com as equipes e acabou morrendo.

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Batizada de “Operação Pedra Polida”, a ofensiva teve como foco principal o cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão. As viaturas se dividiram em três pontos estratégicos da cidade: o povoado Pedras — considerado o epicentro da investigação —, o Conjunto Asa Branca e as imediações da Rua 7 de Setembro, localizada no Centro do município.

Dinâmica do crime e terror imposto aos moradores

De acordo com o delegado Antônio Francisco, as investigações começaram após a polícia mapear a atuação de grupos envolvidos em toda a cadeia do narcotráfico local, desde o armazenamento e transporte, até a distribuição e venda final dos entorpecentes.

Os levantamentos de inteligência apontaram que os criminosos utilizavam imóveis abandonados e áreas de densa vegetação para esconder as drogas. Além da venda ilícita, o grupo criminoso tentava ditar as regras na comunidade: as denúncias indicam que os suspeitos monitoravam a rotina dos moradores e utilizavam a violência e ameaças constantes para intimidar a população.

Durante as incursões desta quinta-feira, os policiais realizaram varreduras à procura de drogas, armas, dinheiro e aparelhos eletrônicos que possam detalhar a hierarquia do grupo. Algumas pessoas foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimentos, e a responsabilidade individual de cada investigado será definida no inquérito em andamento.

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Confronto e forças empregadas

O momento de maior tensão da operação foi registrado exatamente no povoado Pedras. Segundo o relatório oficial, durante o cumprimento de um dos mandados, o alvo reagiu à intervenção das equipes atirando, o que deu início a uma troca de tiros.

O suspeito foi atingido no revide, socorrido ainda com vida pelos próprios policiais e levado às pressas ao Hospital de Capela, mas não resistiu aos ferimentos e teve o óbito confirmado pela equipe médica de plantão.

A nomenclatura “Pedra Polida” faz uma dupla referência: ao povoado Pedras, principal área de atuação do grupo, e ao meticuloso processo de “lapidação” de uma pedra bruta, usado como analogia ao minucioso trabalho investigativo realizado pelas equipes.

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O trabalho contou com o empenho de agentes da Delegacia de Capela, da Delegacia Regional de Propriá e Neópolis, e da Coordenadoria de Polícia Civil do Interior (Copci). Pela Polícia Militar, o cerco foi garantido por equipes do Batalhão de Polícia de Ações Táticas do Interior (BPATI), da Força Tática e da Companhia Independente de Policiamento com Cães (CIPCães).

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Ação integrada das Polícias Civil e Militar mobilizou agentes para desarticular grupo que escondia drogas em áreas de vegetação e intimidava moradores da região.

Nesta quinta-feira (5), o município de Capela, no Leste sergipano, amanheceu sob forte presença das forças de segurança. Uma grande operação integrada das Polícias Civil e Militar foi deflagrada para desarticular um esquema de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Durante o cumprimento das ordens judiciais, um dos alvos da investigação resistiu à prisão, entrou em confronto com as equipes e acabou morrendo.

Batizada de “Operação Pedra Polida”, a ofensiva teve como foco principal o cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão. As viaturas se dividiram em três pontos estratégicos da cidade: o povoado Pedras — considerado o epicentro da investigação —, o Conjunto Asa Branca e as imediações da Rua 7 de Setembro, localizada no Centro do município.

Dinâmica do crime e terror imposto aos moradores

De acordo com o delegado Antônio Francisco, as investigações começaram após a polícia mapear a atuação de grupos envolvidos em toda a cadeia do narcotráfico local, desde o armazenamento e transporte, até a distribuição e venda final dos entorpecentes.

Os levantamentos de inteligência apontaram que os criminosos utilizavam imóveis abandonados e áreas de densa vegetação para esconder as drogas. Além da venda ilícita, o grupo criminoso tentava ditar as regras na comunidade: as denúncias indicam que os suspeitos monitoravam a rotina dos moradores e utilizavam a violência e ameaças constantes para intimidar a população.

Durante as incursões desta quinta-feira, os policiais realizaram varreduras à procura de drogas, armas, dinheiro e aparelhos eletrônicos que possam detalhar a hierarquia do grupo. Algumas pessoas foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimentos, e a responsabilidade individual de cada investigado será definida no inquérito em andamento.

Confronto e forças empregadas

O momento de maior tensão da operação foi registrado exatamente no povoado Pedras. Segundo o relatório oficial, durante o cumprimento de um dos mandados, o alvo reagiu à intervenção das equipes atirando, o que deu início a uma troca de tiros.

O suspeito foi atingido no revide, socorrido ainda com vida pelos próprios policiais e levado às pressas ao Hospital de Capela, mas não resistiu aos ferimentos e teve o óbito confirmado pela equipe médica de plantão.

A nomenclatura “Pedra Polida” faz uma dupla referência: ao povoado Pedras, principal área de atuação do grupo, e ao meticuloso processo de “lapidação” de uma pedra bruta, usado como analogia ao minucioso trabalho investigativo realizado pelas equipes.

O trabalho contou com o empenho de agentes da Delegacia de Capela, da Delegacia Regional de Propriá e Neópolis, e da Coordenadoria de Polícia Civil do Interior (Copci). Pela Polícia Militar, o cerco foi garantido por equipes do Batalhão de Polícia de Ações Táticas do Interior (BPATI), da Força Tática e da Companhia Independente de Policiamento com Cães (CIPCães).

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