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Saúde

SP confirma 67 casos de mpox desde 4 de outubro; total anual 300

Desde 4/10 São Paulo registrou 67 casos de mpox; 300 no ano até esta sexta (6), sem óbitos. Secretaria mantém monitoramento e orientações.

07/11/2026 · 13h40
SP confirma 67 casos de mpox desde 4 de outubro; total anual 300

Desde 4 de outubro (40ª semana epidemiológica) São Paulo registrou 67 casos de mpox, cerca de 22% do total anual. No ano, o estado soma 300 casos até sexta-feira (6), sem óbitos; 197 ocorrências ocorreram na capital.

Desde o dia 4 de outubro, que corresponde ao início da 40ª semana epidemiológica, o estado de São Paulo registrou 67 casos confirmados de mpox. O número representa cerca de 22% do total de casos confirmados no território paulista em todo este ano, o que demonstra um aumento de infecção nos últimos dias.

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Entre janeiro e esta sexta-feira (6), o estado já confirmou 300 casos da doença, sem óbitos. Do total de casos confirmados neste ano, 197 foram registrados na capital paulista. Os dados estão disponibilizados na plataforma Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde, da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo.

Em todo o ano passado foram contabilizados 423 casos da doença. Em 2024, foram 1.134.

Segundo a secretaria, apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter encerrado a emergência de saúde pública de importância internacional em setembro de 2025, a doença permanece sob monitoramento, com realização de exames laboratoriais e rastreamento de contatos para identificar possíveis cadeias de transmissão.

Seguimos monitorando o cenário epidemiológico e orientando os serviços de saúde para que estejam preparados para identificar e notificar rapidamente qualquer suspeita

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— Tatiana Lang, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE-SP), por meio de nota.

A mpox é uma doença infecciosa causada pelo vírus MPXV. A transmissão entre pessoas ocorre principalmente pelo contato direto com lesões na pele, mucosas e secreções de pessoas infectadas, inclusive durante relações sexuais. O compartilhamento de objetos contaminados, como roupas de cama, toalhas e itens de uso pessoal, também pode transmitir o vírus.

A doença pode provocar lesões na pele e nas mucosas, inclusive na região genital, que podem ser acompanhadas de febre, fraqueza, inchaço dos linfonodos (ínguas), dores musculares, nas costas e na cabeça. Esses sinais devem orientar a busca por avaliação em serviços de saúde para investigação e testagem conforme protocolo local.

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Para reduzir o risco de infecção, a secretaria orienta que a população evite contato próximo ou íntimo com pessoas que apresentem sintomas suspeitos e não compartilhem objetos pessoais. É importante higienizar frequentemente as mãos com água e sabão ou álcool em gel.

O crescimento de casos verificado desde o início da 40ª semana epidemiológica ressalta a manutenção das ações de vigilância, testagem laboratorial e rastreamento de contatos recomendadas pelas autoridades de saúde, bem como a necessidade de atenção contínua dos serviços para notificação rápida de suspeitas.

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Desde 4 de outubro (40ª semana epidemiológica) São Paulo registrou 67 casos de mpox, cerca de 22% do total anual. No ano, o estado soma 300 casos até sexta-feira (6), sem óbitos; 197 ocorrências ocorreram na capital.

Desde o dia 4 de outubro, que corresponde ao início da 40ª semana epidemiológica, o estado de São Paulo registrou 67 casos confirmados de mpox. O número representa cerca de 22% do total de casos confirmados no território paulista em todo este ano, o que demonstra um aumento de infecção nos últimos dias.

Entre janeiro e esta sexta-feira (6), o estado já confirmou 300 casos da doença, sem óbitos. Do total de casos confirmados neste ano, 197 foram registrados na capital paulista. Os dados estão disponibilizados na plataforma Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde, da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo.

Em todo o ano passado foram contabilizados 423 casos da doença. Em 2024, foram 1.134.

Segundo a secretaria, apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter encerrado a emergência de saúde pública de importância internacional em setembro de 2025, a doença permanece sob monitoramento, com realização de exames laboratoriais e rastreamento de contatos para identificar possíveis cadeias de transmissão.

Seguimos monitorando o cenário epidemiológico e orientando os serviços de saúde para que estejam preparados para identificar e notificar rapidamente qualquer suspeita

— Tatiana Lang, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE-SP), por meio de nota.

A mpox é uma doença infecciosa causada pelo vírus MPXV. A transmissão entre pessoas ocorre principalmente pelo contato direto com lesões na pele, mucosas e secreções de pessoas infectadas, inclusive durante relações sexuais. O compartilhamento de objetos contaminados, como roupas de cama, toalhas e itens de uso pessoal, também pode transmitir o vírus.

A doença pode provocar lesões na pele e nas mucosas, inclusive na região genital, que podem ser acompanhadas de febre, fraqueza, inchaço dos linfonodos (ínguas), dores musculares, nas costas e na cabeça. Esses sinais devem orientar a busca por avaliação em serviços de saúde para investigação e testagem conforme protocolo local.

Para reduzir o risco de infecção, a secretaria orienta que a população evite contato próximo ou íntimo com pessoas que apresentem sintomas suspeitos e não compartilhem objetos pessoais. É importante higienizar frequentemente as mãos com água e sabão ou álcool em gel.

O crescimento de casos verificado desde o início da 40ª semana epidemiológica ressalta a manutenção das ações de vigilância, testagem laboratorial e rastreamento de contatos recomendadas pelas autoridades de saúde, bem como a necessidade de atenção contínua dos serviços para notificação rápida de suspeitas.

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