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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Saúde

Praias perto da capital paulista registram pior balneabilidade, indica Cetesb

O boletim semanal da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) apontou que São Vicente, Santos e Praia Grande, as cidades litorâneas mais próximas da capital, reúnem a maior quantidade de praias classificadas como impróprias para banho. Na Baixada Santista, 15 praias não são recomendadas aos banhistas. Já no Litoral Norte, outras nove apresentam […]

24/01/2026 · 13h54
Praias perto da capital paulista registram pior balneabilidade, indica Cetesb

O boletim semanal da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) apontou que São Vicente, Santos e Praia Grande, as cidades litorâneas mais próximas da capital, reúnem a maior quantidade de praias classificadas como impróprias para banho.

Na Baixada Santista, 15 praias não são recomendadas aos banhistas. Já no Litoral Norte, outras nove apresentam a mesma condição. No total, 151 praias em todo o estado foram consideradas próprias pela Cetesb na atualização mais recente.

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Panorama por município

São Vicente: 3 das 6 praias monitoradas estão impróprias.

Santos: 4 de 7 praias não têm condições de balneabilidade.

Praia Grande: 5 das 12 praias receberam classificação negativa.

Guarujá: 2 de 7 pontos analisados demandam cautela.

Itanhaém: 1 de 12 praias foi reprovada.

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No Litoral Norte, entre as 105 praias acompanhadas, há 1 imprópria em São Sebastião, 2 em Caraguatatuba, 3 em Ilhabela e 3 em Ubatuba.

Por que a água fica imprópria

A persistência do problema, segundo a companhia, está relacionada à carência de infraestrutura sanitária e ao aumento de lançamento de esgoto no verão, período em que a região recebe centenas de milhares de turistas.

Método de análise

A Cetesb mede semanalmente a presença de Enterococos, bactérias indicadoras de contaminação por esgoto. A praia é considerada imprópria quando:

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  • duas ou mais amostras das últimas cinco semanas registram mais de 100 colônias por 100 mililitros de água; ou
  • a coleta mais recente ultrapassa 400 colônias por 100 mililitros.

As coletas são feitas em pontos fixos, a cerca de um metro de profundidade, garantindo padronização dos dados.

Orientações ao público

A Cetesb recomenda evitar o mar por pelo menos 24 horas após chuvas fortes, mesmo em praias classificadas como próprias, e afastar-se de canais, rios ou córregos que deságuam na orla. Crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade estão mais suscetíveis a doenças de pele, diarreias e outras infecções causadas por bactérias, vírus e protozoários presentes em águas contaminadas.

Com informações de Agência Brasil

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O boletim semanal da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) apontou que São Vicente, Santos e Praia Grande, as cidades litorâneas mais próximas da capital, reúnem a maior quantidade de praias classificadas como impróprias para banho.

Na Baixada Santista, 15 praias não são recomendadas aos banhistas. Já no Litoral Norte, outras nove apresentam a mesma condição. No total, 151 praias em todo o estado foram consideradas próprias pela Cetesb na atualização mais recente.

Panorama por município

São Vicente: 3 das 6 praias monitoradas estão impróprias.

Santos: 4 de 7 praias não têm condições de balneabilidade.

Praia Grande: 5 das 12 praias receberam classificação negativa.

Guarujá: 2 de 7 pontos analisados demandam cautela.

Itanhaém: 1 de 12 praias foi reprovada.

No Litoral Norte, entre as 105 praias acompanhadas, há 1 imprópria em São Sebastião, 2 em Caraguatatuba, 3 em Ilhabela e 3 em Ubatuba.

Por que a água fica imprópria

A persistência do problema, segundo a companhia, está relacionada à carência de infraestrutura sanitária e ao aumento de lançamento de esgoto no verão, período em que a região recebe centenas de milhares de turistas.

Método de análise

A Cetesb mede semanalmente a presença de Enterococos, bactérias indicadoras de contaminação por esgoto. A praia é considerada imprópria quando:

  • duas ou mais amostras das últimas cinco semanas registram mais de 100 colônias por 100 mililitros de água; ou
  • a coleta mais recente ultrapassa 400 colônias por 100 mililitros.

As coletas são feitas em pontos fixos, a cerca de um metro de profundidade, garantindo padronização dos dados.

Orientações ao público

A Cetesb recomenda evitar o mar por pelo menos 24 horas após chuvas fortes, mesmo em praias classificadas como próprias, e afastar-se de canais, rios ou córregos que deságuam na orla. Crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade estão mais suscetíveis a doenças de pele, diarreias e outras infecções causadas por bactérias, vírus e protozoários presentes em águas contaminadas.

Com informações de Agência Brasil

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