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Dilma apresenta “mapa invertido” em evento na China e destaca protagonismo do Sul Global

Durante um evento oficial na China, a ex-presidente do Brasil e atual presidente do Banco do Brics, Dilma Rousseff, protagonizou um gesto simbólico que chamou atenção: ela apareceu segurando um mapa-múndi de ponta-cabeça, com o Brasil em posição de destaque. A imagem foi divulgada nas redes sociais pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que a intitulou como “mapa invertido”.

14/05/2025 · 15h08 · Atualizado às 19h03
Dilma apresenta “mapa invertido” em evento na China e destaca protagonismo do Sul Global

Ação simbólica da presidente do Banco do Brics busca reposicionar o Brasil e os países em desenvolvimento no centro dos debates internacionais

Durante um evento oficial na China, a ex-presidente do Brasil e atual presidente do Banco do Brics, Dilma Rousseff, protagonizou um gesto simbólico que chamou atenção: ela apareceu segurando um mapa-múndi de ponta-cabeça, com o Brasil em posição de destaque. A imagem foi divulgada nas redes sociais pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que a intitulou como “mapa invertido”.

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Ao lado do presidente do IBGE, Marcio Pochmann, Dilma participou de uma cerimônia voltada para o debate sobre desenvolvimento, cooperação Sul-Sul e protagonismo dos países emergentes. A ideia do mapa invertido foi apresentar uma nova forma de enxergar o mundo, dando visibilidade ao Sul Global — conjunto de países em desenvolvimento da América Latina, África, Ásia e Oceania — e questionando a centralidade histórica do eixo Europa-Estados Unidos nos mapas tradicionais.

A proposta visual destaca não apenas o Brasil, mas também os países que compõem o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o Mercosul e as nações lusófonas, além do bioma amazônico, elemento de importância estratégica nas discussões sobre mudanças climáticas e biodiversidade.

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A iniciativa foi bem recebida por parte do público internacional e acadêmico, que vê o gesto como um estímulo a uma nova geopolítica mais equilibrada. No entanto, também gerou críticas de setores mais conservadores nas redes sociais, que consideraram o ato “ideológico” ou “pouco prático”.

Dilma, por sua vez, não comentou diretamente as críticas, mas o Banco do Brics reforçou que a ação foi pensada como uma representação simbólica de mudança de perspectiva, coerente com a missão do banco de fomentar o desenvolvimento equitativo entre as nações do Sul.

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Ação simbólica da presidente do Banco do Brics busca reposicionar o Brasil e os países em desenvolvimento no centro dos debates internacionais

Durante um evento oficial na China, a ex-presidente do Brasil e atual presidente do Banco do Brics, Dilma Rousseff, protagonizou um gesto simbólico que chamou atenção: ela apareceu segurando um mapa-múndi de ponta-cabeça, com o Brasil em posição de destaque. A imagem foi divulgada nas redes sociais pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que a intitulou como “mapa invertido”.

Ao lado do presidente do IBGE, Marcio Pochmann, Dilma participou de uma cerimônia voltada para o debate sobre desenvolvimento, cooperação Sul-Sul e protagonismo dos países emergentes. A ideia do mapa invertido foi apresentar uma nova forma de enxergar o mundo, dando visibilidade ao Sul Global — conjunto de países em desenvolvimento da América Latina, África, Ásia e Oceania — e questionando a centralidade histórica do eixo Europa-Estados Unidos nos mapas tradicionais.

A proposta visual destaca não apenas o Brasil, mas também os países que compõem o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o Mercosul e as nações lusófonas, além do bioma amazônico, elemento de importância estratégica nas discussões sobre mudanças climáticas e biodiversidade.

A iniciativa foi bem recebida por parte do público internacional e acadêmico, que vê o gesto como um estímulo a uma nova geopolítica mais equilibrada. No entanto, também gerou críticas de setores mais conservadores nas redes sociais, que consideraram o ato “ideológico” ou “pouco prático”.

Dilma, por sua vez, não comentou diretamente as críticas, mas o Banco do Brics reforçou que a ação foi pensada como uma representação simbólica de mudança de perspectiva, coerente com a missão do banco de fomentar o desenvolvimento equitativo entre as nações do Sul.

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