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Policial

Megaoperação contra crimes online envolvendo nazismo e exploração mira adolescentes em Sergipe e 11 estados

 Operação Mão de Ferro 2 desmantela esquema criminoso liderado por um jovem de 15 anos, com atuação em 12 estados, que promovia violência e abuso contra meninas na internet. Uma vasta operação policial, denominada “Mão de Ferro 2”, foi deflagrada nesta terça-feira pela Polícia Civil em 12 estados brasileiros, incluindo Sergipe no município de São […]

27/05/2025 · 16h22 · Atualizado às 18h31
Megaoperação contra crimes online envolvendo nazismo e exploração mira adolescentes em Sergipe e 11 estados

 Operação Mão de Ferro 2 desmantela esquema criminoso liderado por um jovem de 15 anos, com atuação em 12 estados, que promovia violência e abuso contra meninas na internet.

Uma vasta operação policial, denominada “Mão de Ferro 2”, foi deflagrada nesta terça-feira pela Polícia Civil em 12 estados brasileiros, incluindo Sergipe no município de São Domingos, com o objetivo de desarticular um grupo de adolescentes suspeitos de cometer crimes graves na internet. O foco da investigação recai sobre um jovem de apenas 15 anos, apontado como líder da organização criminosa, que já havia sido alvo de outras duas operações por apologia ao nazismo e por incentivar a automutilação entre jovens. A ação visa cumprir 22 mandados de busca e apreensão, prisão temporária e internação socioeducativa nas diversas regiões envolvidas.

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As investigações revelaram que o grupo atuava de forma organizada, tendo como principais vítimas meninas. Eles promoviam perseguições virtuais, ameaças, e eram responsáveis pela produção e compartilhamento de conteúdo de abuso sexual infantil. Além disso, o líder do esquema criminoso lucrava cerca de R$ 3 mil por mês com a venda de materiais relacionados à exploração sexual e automutilação. A Polícia Civil apurou que os crimes eram praticados principalmente em plataformas como WhatsApp, Telegram e Discord, onde os suspeitos divulgavam conteúdos violentos e incentivavam comportamentos autodestrutivos.

A megaoperação, que conta com a parceria do Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), busca responsabilizar os envolvidos por crimes como indução à automutilação e suicídio, perseguição, ameaça, produção e compartilhamento de pornografia infantil, apologia ao nazismo e invasão de sistemas. As penas para esses crimes, somadas, podem ultrapassar 20 anos de reclusão, além de multas. Em Mato Grosso, foram cumpridos três mandados, incluindo a internação provisória do adolescente apontado como líder do grupo, em Rondonópolis.

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 Operação Mão de Ferro 2 desmantela esquema criminoso liderado por um jovem de 15 anos, com atuação em 12 estados, que promovia violência e abuso contra meninas na internet.

Uma vasta operação policial, denominada “Mão de Ferro 2”, foi deflagrada nesta terça-feira pela Polícia Civil em 12 estados brasileiros, incluindo Sergipe no município de São Domingos, com o objetivo de desarticular um grupo de adolescentes suspeitos de cometer crimes graves na internet. O foco da investigação recai sobre um jovem de apenas 15 anos, apontado como líder da organização criminosa, que já havia sido alvo de outras duas operações por apologia ao nazismo e por incentivar a automutilação entre jovens. A ação visa cumprir 22 mandados de busca e apreensão, prisão temporária e internação socioeducativa nas diversas regiões envolvidas.

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As investigações revelaram que o grupo atuava de forma organizada, tendo como principais vítimas meninas. Eles promoviam perseguições virtuais, ameaças, e eram responsáveis pela produção e compartilhamento de conteúdo de abuso sexual infantil. Além disso, o líder do esquema criminoso lucrava cerca de R$ 3 mil por mês com a venda de materiais relacionados à exploração sexual e automutilação. A Polícia Civil apurou que os crimes eram praticados principalmente em plataformas como WhatsApp, Telegram e Discord, onde os suspeitos divulgavam conteúdos violentos e incentivavam comportamentos autodestrutivos.

A megaoperação, que conta com a parceria do Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), busca responsabilizar os envolvidos por crimes como indução à automutilação e suicídio, perseguição, ameaça, produção e compartilhamento de pornografia infantil, apologia ao nazismo e invasão de sistemas. As penas para esses crimes, somadas, podem ultrapassar 20 anos de reclusão, além de multas. Em Mato Grosso, foram cumpridos três mandados, incluindo a internação provisória do adolescente apontado como líder do grupo, em Rondonópolis.

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