O Tribunal do Júri condenou, nesta quarta-feira (9), Edvan Santos Santana a uma pena de 19 anos e três meses de reclusão pelo assassinato brutal do corretor de imóveis Anderson Rodrigo Lugon de Souza. O crime, que chocou a população, ocorreu em março de 2023 na região central de Aracaju e teve seu desfecho judicial com a condenação do réu por homicídio triplamente qualificado e fraude processual.
O caso teve origem em uma discussão aparentemente banal dentro de um bar. Na ocasião, a vítima, Anderson, estava acompanhada de um amigo quando se desentendeu com Edvan, que estava com uma mulher. Imagens de câmeras de segurança mostraram que, após a vítima deixar o estabelecimento, ela foi perseguida pelo agressor, que a atacou de forma implacável com pedradas e chutes até a morte, sem qualquer chance de defesa.
Com a decisão do Júri Popular, Edvan Santos Santana responderá pelo crime de homicídio com três qualificadoras que agravaram a pena: motivo fútil, que se deu pela briga no bar; o emprego de meio cruel, evidenciado pelo espancamento; e o uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, caracterizado pela perseguição e pelo ataque surpresa.
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