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Mundo

Lula critica ameaça de guerra de Maduro e defende a normalidade democrática na Venezuela

Presidente brasileiro expressa preocupação com declaração do ditador venezuelano e pede respeito ao processo eleitoral

22/07/2024 · 14h29 · Atualizado às 19h01
Lula critica ameaça de guerra de Maduro e defende a normalidade democrática na Venezuela
Foto: Ricardo Stukert / GOV

Presidente brasileiro expressa preocupação com declaração do ditador venezuelano e pede respeito ao processo eleitoral

Nesta segunda-feira (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou sua preocupação com a declaração de Nicolás Maduro, ditador da Venezuela, que sugeriu a possibilidade de uma guerra civil caso não seja reeleito. Em entrevista a agências internacionais, Lula afirmou que ficou “assustado” com a ameaça de Maduro e destacou: “Quem perde as eleições toma um banho de voto. O Maduro tem que aprender, quando você ganha, você fica; quando você perde, você vai embora.”

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Recentemente, Nicolás Maduro declarou que a Venezuela poderia enfrentar um “banho de sangue” se ele não vencer as eleições marcadas para 28 de julho. No poder desde 2013, Maduro busca um terceiro mandato de seis anos. As últimas eleições na Venezuela foram criticadas por falta de transparência por diversos órgãos internacionais.

Lula ressaltou que já alertou Maduro sobre a importância de um processo eleitoral respeitado globalmente. “Eu já falei para o Maduro duas vezes, e o Maduro sabe, que a única chance de a Venezuela voltar à normalidade é ter um processo eleitoral que seja respeitado por todo o mundo […] Se o Maduro quiser contribuir para resolver a volta do crescimento na Venezuela, ele tem que respeitar o processo democrático”, completou o presidente brasileiro.

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Presidente brasileiro expressa preocupação com declaração do ditador venezuelano e pede respeito ao processo eleitoral

Nesta segunda-feira (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou sua preocupação com a declaração de Nicolás Maduro, ditador da Venezuela, que sugeriu a possibilidade de uma guerra civil caso não seja reeleito. Em entrevista a agências internacionais, Lula afirmou que ficou “assustado” com a ameaça de Maduro e destacou: “Quem perde as eleições toma um banho de voto. O Maduro tem que aprender, quando você ganha, você fica; quando você perde, você vai embora.”

Recentemente, Nicolás Maduro declarou que a Venezuela poderia enfrentar um “banho de sangue” se ele não vencer as eleições marcadas para 28 de julho. No poder desde 2013, Maduro busca um terceiro mandato de seis anos. As últimas eleições na Venezuela foram criticadas por falta de transparência por diversos órgãos internacionais.

Lula ressaltou que já alertou Maduro sobre a importância de um processo eleitoral respeitado globalmente. “Eu já falei para o Maduro duas vezes, e o Maduro sabe, que a única chance de a Venezuela voltar à normalidade é ter um processo eleitoral que seja respeitado por todo o mundo […] Se o Maduro quiser contribuir para resolver a volta do crescimento na Venezuela, ele tem que respeitar o processo democrático”, completou o presidente brasileiro.

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