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Sergipe

Adailton Souza admite ruído entre Eduardo Amorim e grupo de Valmir, mas prega diálogo

O ex-prefeito de Itabaiana, Adailton Souza, confirmou a existência de um atrito político entre o ex-senador Eduardo Amorim e o agrupamento liderado pelo atual prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho. Durante uma entrevista a uma emissora de rádio local, Adailton abordou o tema, que tem movimentado os bastidores da política sergipana com foco nas articulações para as eleições de 2026.

30/07/2025 · 11h51 · Atualizado às 19h06
Adailton Souza admite ruído entre Eduardo Amorim e grupo de Valmir, mas prega diálogo

Ex-prefeito de Itabaiana rebateu fala de Amorim sobre a eleição de 2022, classificando-a como “equivocada e inoportuna”, e se colocou à disposição para mediar reaproximação visando 2026.

O ex-prefeito de Itabaiana, Adailton Souza, confirmou a existência de um atrito político entre o ex-senador Eduardo Amorim e o agrupamento liderado pelo atual prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho. Durante uma entrevista a uma emissora de rádio local, Adailton abordou o tema, que tem movimentado os bastidores da política sergipana com foco nas articulações para as eleições de 2026.

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O ruído veio à tona após uma declaração de Eduardo Amorim, que afirmou que a troca do nome de Valmir pelo de Emília Corrêa na disputa pelo governo em 2022 não ocorreu porque “Valmir não quis”. Adailton Souza refutou veementemente essa versão. “Não houve mudança de nomes, não foi porque não quisemos. Essa fala foi equivocada e inoportuna”, declarou o ex-prefeito.

Ele esclareceu que a cogitação do nome de Emília Corrêa, que era a vice na chapa de Valmir, surgiu unicamente devido à insegurança jurídica que pairava sobre a candidatura de Valmir na época. Adailton revelou ainda que, em uma reunião da qual participou, a decisão de não seguir com o nome de Emília foi técnica, baseada em pesquisas que indicavam que ela não teria força para vencer no primeiro turno e enfrentaria dificuldades em um eventual segundo turno.

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Apesar de confirmar a existência do atrito, Adailton Souza adotou um tom conciliador e destacou a importância de manter o grupo unido. “Acredito no diálogo como caminho para unir os dois novamente”, afirmou, se colocando à disposição para atuar como mediador no processo de reaproximação. Ele chegou a sugerir que o presidente do partido, Edivan Amorim, irmão de Eduardo, também participe das conversas para aparar as arestas.

As declarações de Adailton Souza expõem as complexas movimentações políticas em Sergipe, onde as alianças para 2026 já estão sendo desenhadas. Para o ex-prefeito, o diálogo é fundamental para evitar interpretações equivocadas que possam gerar desgastes e prejudicar a coesão do grupo político liderado por Valmir de Francisquinho.

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Ex-prefeito de Itabaiana rebateu fala de Amorim sobre a eleição de 2022, classificando-a como “equivocada e inoportuna”, e se colocou à disposição para mediar reaproximação visando 2026.

O ex-prefeito de Itabaiana, Adailton Souza, confirmou a existência de um atrito político entre o ex-senador Eduardo Amorim e o agrupamento liderado pelo atual prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho. Durante uma entrevista a uma emissora de rádio local, Adailton abordou o tema, que tem movimentado os bastidores da política sergipana com foco nas articulações para as eleições de 2026.

O ruído veio à tona após uma declaração de Eduardo Amorim, que afirmou que a troca do nome de Valmir pelo de Emília Corrêa na disputa pelo governo em 2022 não ocorreu porque “Valmir não quis”. Adailton Souza refutou veementemente essa versão. “Não houve mudança de nomes, não foi porque não quisemos. Essa fala foi equivocada e inoportuna”, declarou o ex-prefeito.

Ele esclareceu que a cogitação do nome de Emília Corrêa, que era a vice na chapa de Valmir, surgiu unicamente devido à insegurança jurídica que pairava sobre a candidatura de Valmir na época. Adailton revelou ainda que, em uma reunião da qual participou, a decisão de não seguir com o nome de Emília foi técnica, baseada em pesquisas que indicavam que ela não teria força para vencer no primeiro turno e enfrentaria dificuldades em um eventual segundo turno.

Apesar de confirmar a existência do atrito, Adailton Souza adotou um tom conciliador e destacou a importância de manter o grupo unido. “Acredito no diálogo como caminho para unir os dois novamente”, afirmou, se colocando à disposição para atuar como mediador no processo de reaproximação. Ele chegou a sugerir que o presidente do partido, Edivan Amorim, irmão de Eduardo, também participe das conversas para aparar as arestas.

As declarações de Adailton Souza expõem as complexas movimentações políticas em Sergipe, onde as alianças para 2026 já estão sendo desenhadas. Para o ex-prefeito, o diálogo é fundamental para evitar interpretações equivocadas que possam gerar desgastes e prejudicar a coesão do grupo político liderado por Valmir de Francisquinho.

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