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Policial

Homem condenado por estupro de vulnerável é preso em Carira

A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta segunda-feira (11), um mandado de prisão definitiva contra um homem condenado por estupro de vulnerável em Carira. O crime, que ocorreu há cerca de 11 anos, envolveu uma adolescente de 15 anos com deficiência cognitiva.

12/08/2025 · 11h38
Homem condenado por estupro de vulnerável é preso em Carira

A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta segunda-feira (11), um mandado de prisão definitiva contra um homem condenado por estupro de vulnerável em Carira. O crime, que ocorreu há cerca de 11 anos, envolveu uma adolescente de 15 anos com deficiência cognitiva.

Segundo a polícia, a investigação começou depois que a mãe da vítima procurou a delegacia, relatando o ocorrido e a gravidez da jovem. Laudos médicos confirmaram que a adolescente tinha limitações cognitivas que comprometiam sua capacidade de consentimento.

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Durante o processo, o acusado chegou a admitir os fatos, mas mudou sua versão e tentou persuadir a família da vítima a desistir do caso. A defesa recorreu da condenação, mas o Tribunal de Justiça de Sergipe e o Superior Tribunal de Justiça mantiveram a sentença, considerando as provas e os depoimentos consistentes.

A pena foi fixada em 11 anos e 6 meses de reclusão, além do pagamento de R$ 30 mil por danos morais à vítima.

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A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta segunda-feira (11), um mandado de prisão definitiva contra um homem condenado por estupro de vulnerável em Carira. O crime, que ocorreu há cerca de 11 anos, envolveu uma adolescente de 15 anos com deficiência cognitiva.

Segundo a polícia, a investigação começou depois que a mãe da vítima procurou a delegacia, relatando o ocorrido e a gravidez da jovem. Laudos médicos confirmaram que a adolescente tinha limitações cognitivas que comprometiam sua capacidade de consentimento.

Durante o processo, o acusado chegou a admitir os fatos, mas mudou sua versão e tentou persuadir a família da vítima a desistir do caso. A defesa recorreu da condenação, mas o Tribunal de Justiça de Sergipe e o Superior Tribunal de Justiça mantiveram a sentença, considerando as provas e os depoimentos consistentes.

A pena foi fixada em 11 anos e 6 meses de reclusão, além do pagamento de R$ 30 mil por danos morais à vítima.

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