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Sergipe

Operação contra o golpe do falso consórcio chega a Sergipe e outros oito estados

Uma grande operação da Polícia Civil do Paraná (PCPR) foi deflagrada nesta quarta-feira (13) em Sergipe e em mais oito estados. O objetivo é desarticular um grupo criminoso que aplicava o golpe do falso consórcio, movimentando cerca de R$ 500 milhões em transações suspeitas.

13/08/2025 · 13h01 · Atualizado às 19h13
Operação contra o golpe do falso consórcio chega a Sergipe e outros oito estados

Uma grande operação da Polícia Civil do Paraná (PCPR) foi deflagrada nesta quarta-feira (13) em Sergipe e em mais oito estados. O objetivo é desarticular um grupo criminoso que aplicava o golpe do falso consórcio, movimentando cerca de R$ 500 milhões em transações suspeitas.

Em Sergipe, a ação ocorreu nas cidades de Aracaju, Itabaiana e Lagarto. No total, a operação cumpriu 12 mandados de prisão e 33 de busca e apreensão em diversos municípios do Brasil.

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O esquema, investigado desde janeiro de 2023, consistia em induzir vítimas a assinarem contratos e efetuarem pagamentos para a compra de imóveis e veículos, que nunca eram entregues. O grupo utilizava empresas de fachada, call centers clandestinos e grupos de mensagens para cooptar as vítimas.

Esta é a terceira fase da operação, que agora foca no braço financeiro da organização criminosa. As investigações já levaram à prisão de líderes do grupo e à apreensão de documentos e equipamentos que comprovam a estrutura complexa do esquema.

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Uma grande operação da Polícia Civil do Paraná (PCPR) foi deflagrada nesta quarta-feira (13) em Sergipe e em mais oito estados. O objetivo é desarticular um grupo criminoso que aplicava o golpe do falso consórcio, movimentando cerca de R$ 500 milhões em transações suspeitas.

Em Sergipe, a ação ocorreu nas cidades de Aracaju, Itabaiana e Lagarto. No total, a operação cumpriu 12 mandados de prisão e 33 de busca e apreensão em diversos municípios do Brasil.

O esquema, investigado desde janeiro de 2023, consistia em induzir vítimas a assinarem contratos e efetuarem pagamentos para a compra de imóveis e veículos, que nunca eram entregues. O grupo utilizava empresas de fachada, call centers clandestinos e grupos de mensagens para cooptar as vítimas.

Esta é a terceira fase da operação, que agora foca no braço financeiro da organização criminosa. As investigações já levaram à prisão de líderes do grupo e à apreensão de documentos e equipamentos que comprovam a estrutura complexa do esquema.

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