A Federação União Progressista, que une o União Brasil e o Progressistas (PP), formalizou nesta terça-feira (2) sua saída do governo Lula. A decisão, anunciada em nota oficial, determina que todos os filiados que ocupam cargos no governo federal devem se desligar de suas funções. O comunicado prevê sanções disciplinares para quem descumprir a determinação.
A medida afeta diretamente os ministros Celso Sabino (Turismo), do União Brasil, e André Fufuca (Esportes), do Progressistas. O movimento acontece em um momento de grande pressão política, com o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF e a cobrança de Lula por maior fidelidade de seus aliados.
Com o desembarque de duas pastas, o Palácio do Planalto terá de redesenhar a Esplanada e negociar novos apoios para recompor a base aliada. A saída da federação expõe um grande desafio para o governo: reorganizar o poder para manter a governabilidade e continuar a articulação política no Congresso.
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