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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Tragédia

Homem que ficou em coma após abordagem policial no RS morre após dois meses

Carlos Eduardo Nunes, de 44 anos, que estava em coma induzido há pouco mais de dois meses após uma abordagem policial em Guaíba, no Rio Grande do Sul, não resistiu e morreu na última segunda-feira (1º). O incidente ocorreu em junho deste ano, quando quatro policiais militares o imobilizaram sob suspeita de roubo de um […]

02/09/2025 · 18h05
Homem que ficou em coma após abordagem policial no RS morre após dois meses

Carlos Eduardo Nunes, de 44 anos, que estava em coma induzido há pouco mais de dois meses após uma abordagem policial em Guaíba, no Rio Grande do Sul, não resistiu e morreu na última segunda-feira (1º). O incidente ocorreu em junho deste ano, quando quatro policiais militares o imobilizaram sob suspeita de roubo de um celular.

Segundo relatos, a vítima resistiu e se debateu por cerca de sete minutos, vindo a ficar desorientada antes de ser levada para o hospital. A família de Carlos Eduardo afirma que ele sofreu uma parada cardiorrespiratória.

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Apesar da Polícia Civil e da Corregedoria da Brigada Militar terem concluído que não houve violência na abordagem, a família de Carlos Eduardo contratou um advogado e promete recorrer da decisão. A Polícia Militar do Rio Grande do Sul divulgou uma nota lamentando a morte da vítima.

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Carlos Eduardo Nunes, de 44 anos, que estava em coma induzido há pouco mais de dois meses após uma abordagem policial em Guaíba, no Rio Grande do Sul, não resistiu e morreu na última segunda-feira (1º). O incidente ocorreu em junho deste ano, quando quatro policiais militares o imobilizaram sob suspeita de roubo de um celular.

Segundo relatos, a vítima resistiu e se debateu por cerca de sete minutos, vindo a ficar desorientada antes de ser levada para o hospital. A família de Carlos Eduardo afirma que ele sofreu uma parada cardiorrespiratória.

Apesar da Polícia Civil e da Corregedoria da Brigada Militar terem concluído que não houve violência na abordagem, a família de Carlos Eduardo contratou um advogado e promete recorrer da decisão. A Polícia Militar do Rio Grande do Sul divulgou uma nota lamentando a morte da vítima.

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