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Família de advogado morto lamenta suicídio da viúva acusada de ser mandante do crime

A família do advogado José Lael de Souza Rodrigues Junior, assassinado em 2024, recebeu com tristeza a notícia da morte da médica Danielle Barreto, sua viúva e acusada de ser a mandante do crime. Danielle foi encontrada sem vida nesta terça-feira (9) no Presídio Feminino (Prefem), em Sergipe, e a suspeita é de suicídio por enforcamento. Leia […]

09/09/2025 · 21h00
Família de advogado morto lamenta suicídio da viúva acusada de ser mandante do crime
Advogado José Lael de Souza Rodrigues Júnior e a médica Daniele Barreto — Foto: Reprodução/ Redes Sociais

A família do advogado José Lael de Souza Rodrigues Junior, assassinado em 2024, recebeu com tristeza a notícia da morte da médica Danielle Barreto, sua viúva e acusada de ser a mandante do crime. Danielle foi encontrada sem vida nesta terça-feira (9) no Presídio Feminino (Prefem), em Sergipe, e a suspeita é de suicídio por enforcamento.

Em entrevista à TV Atalaia, o advogado da família de José Lael, Guilherme Maluf, destacou que a família não esperava esse desfecho trágico. “Não era esse o desfecho que a família aguardava, nem o desejo de nenhum parente de José Lael. O que se buscava era justiça, uma decisão judicial reconhecendo a responsabilidade de Danielle. O que a família clamava era por justiça, não por esse fim trágico”, disse.

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Fontes relataram que a médica foi encontrada desacordada por volta das 16h20. Ainda segundo a Secretaria de Estado da Justiça e de Defesa do Consumidor (Sejuc), Danielle já havia manifestado a intenção de tirar a própria vida durante a audiência de custódia.

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Maluf também ressaltou que a prisão preventiva da médica era vista pela família como necessária, pois havia receio de que sua permanência em liberdade representasse risco. “O interesse da família era que a prisão preventiva fosse restabelecida, inclusive porque um dos filhos de Lael temia pela própria vida. Agora, infelizmente, além de perderem o pai em outubro do ano passado, os filhos também perdem a mãe”, afirmou.

Com a morte da acusada, o advogado explicou que o processo criminal contra ela será extinto, como prevê o Código Penal. No entanto, o processo seguirá normalmente em relação aos outros seis réus. “Em relação aos outros seis réus, o trâmite segue normalmente. Eles serão ouvidos e, caso as responsabilidades sejam comprovadas, deverão ser julgados pelo Tribunal do Júri”, concluiu Maluf.

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A família do advogado José Lael de Souza Rodrigues Junior, assassinado em 2024, recebeu com tristeza a notícia da morte da médica Danielle Barreto, sua viúva e acusada de ser a mandante do crime. Danielle foi encontrada sem vida nesta terça-feira (9) no Presídio Feminino (Prefem), em Sergipe, e a suspeita é de suicídio por enforcamento.

Em entrevista à TV Atalaia, o advogado da família de José Lael, Guilherme Maluf, destacou que a família não esperava esse desfecho trágico. “Não era esse o desfecho que a família aguardava, nem o desejo de nenhum parente de José Lael. O que se buscava era justiça, uma decisão judicial reconhecendo a responsabilidade de Danielle. O que a família clamava era por justiça, não por esse fim trágico”, disse.

Fontes relataram que a médica foi encontrada desacordada por volta das 16h20. Ainda segundo a Secretaria de Estado da Justiça e de Defesa do Consumidor (Sejuc), Danielle já havia manifestado a intenção de tirar a própria vida durante a audiência de custódia.

Maluf também ressaltou que a prisão preventiva da médica era vista pela família como necessária, pois havia receio de que sua permanência em liberdade representasse risco. “O interesse da família era que a prisão preventiva fosse restabelecida, inclusive porque um dos filhos de Lael temia pela própria vida. Agora, infelizmente, além de perderem o pai em outubro do ano passado, os filhos também perdem a mãe”, afirmou.

Com a morte da acusada, o advogado explicou que o processo criminal contra ela será extinto, como prevê o Código Penal. No entanto, o processo seguirá normalmente em relação aos outros seis réus. “Em relação aos outros seis réus, o trâmite segue normalmente. Eles serão ouvidos e, caso as responsabilidades sejam comprovadas, deverão ser julgados pelo Tribunal do Júri”, concluiu Maluf.

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