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Sergipe

Rompimento da adutora do São Francisco interrompe abastecimento e mobiliza carros-pipa em Sergipe

O rompimento da adutora do São Francisco voltou a comprometer o fornecimento de água em Sergipe desde a última sexta-feira (12), afetando bairros de Aracaju e municípios da Grande Aracaju. A interrupção deixou milhares de residências sem água nas torneiras e exigiu medidas emergenciais do poder público. A estrutura é operada pela Companhia de Saneamento […]

15/09/2025 · 05h26
Rompimento da adutora do São Francisco interrompe abastecimento e mobiliza carros-pipa em Sergipe

O rompimento da adutora do São Francisco voltou a comprometer o fornecimento de água em Sergipe desde a última sexta-feira (12), afetando bairros de Aracaju e municípios da Grande Aracaju. A interrupção deixou milhares de residências sem água nas torneiras e exigiu medidas emergenciais do poder público.

A estrutura é operada pela Companhia de Saneamento de Sergipe (DESO) em parceria com a Iguá Saneamento, empresa que há um ano assumiu, por concessão de 35 anos, os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário em 74 dos 75 municípios sergipanos, atendendo cerca de 2,3 milhões de habitantes.

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No domingo (14), técnicos concluíram um primeiro reparo, mas um novo rompimento horas depois voltou a interromper o sistema. A DESO informou que o restabelecimento está sendo feito de forma gradual, enquanto equipes permanecem no local para evitar novas falhas.

Em agenda oficial na França, o governador Fábio Mitidieri (PSD) gravou vídeo nas redes sociais classificando a ocorrência como “fatalidade” e garantindo transparência nas ações de recuperação. Nas plataformas digitais, usuários reclamaram da demora na comunicação oficial sobre a dimensão do problema.

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Para reduzir o impacto do desabastecimento, a Prefeitura de Aracaju acionou o Comitê Operacional de Aracaju (COA) e distribuiu carros-pipa por diversos bairros, priorizando hospitais, escolas e outros serviços essenciais. A prefeita Emília Corrêa (PL) também monitorou os trabalhos de campo e reforçou o apelo por agilidade nos reparos.

Especialistas alertam há anos para a necessidade de manutenção contínua na adutora, construída há décadas e sujeita a desgastes. Parlamentares e lideranças locais cobram investimentos preventivos tanto da DESO quanto da concessionária privada para reduzir o risco de novas interrupções.

 

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O rompimento da adutora do São Francisco voltou a comprometer o fornecimento de água em Sergipe desde a última sexta-feira (12), afetando bairros de Aracaju e municípios da Grande Aracaju. A interrupção deixou milhares de residências sem água nas torneiras e exigiu medidas emergenciais do poder público.

A estrutura é operada pela Companhia de Saneamento de Sergipe (DESO) em parceria com a Iguá Saneamento, empresa que há um ano assumiu, por concessão de 35 anos, os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário em 74 dos 75 municípios sergipanos, atendendo cerca de 2,3 milhões de habitantes.

No domingo (14), técnicos concluíram um primeiro reparo, mas um novo rompimento horas depois voltou a interromper o sistema. A DESO informou que o restabelecimento está sendo feito de forma gradual, enquanto equipes permanecem no local para evitar novas falhas.

Em agenda oficial na França, o governador Fábio Mitidieri (PSD) gravou vídeo nas redes sociais classificando a ocorrência como “fatalidade” e garantindo transparência nas ações de recuperação. Nas plataformas digitais, usuários reclamaram da demora na comunicação oficial sobre a dimensão do problema.

Para reduzir o impacto do desabastecimento, a Prefeitura de Aracaju acionou o Comitê Operacional de Aracaju (COA) e distribuiu carros-pipa por diversos bairros, priorizando hospitais, escolas e outros serviços essenciais. A prefeita Emília Corrêa (PL) também monitorou os trabalhos de campo e reforçou o apelo por agilidade nos reparos.

Especialistas alertam há anos para a necessidade de manutenção contínua na adutora, construída há décadas e sujeita a desgastes. Parlamentares e lideranças locais cobram investimentos preventivos tanto da DESO quanto da concessionária privada para reduzir o risco de novas interrupções.

 

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