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Cidadania

Prova de Amor: marido doa rim para esposa que tinha doença rara

O amor de um marido por sua esposa salvou a vida dela em Santa Catarina. Luciana Bramati, moradora de Chapecó, foi diagnosticada aos 14 anos com rins policísticos, uma doença hereditária e progressiva. Aos 36, quando a função do rim dela caiu para apenas 9%, a busca por um transplante se tornou urgente. Foi aí que o […]

16/09/2025 · 12h51
Prova de Amor: marido doa rim para esposa que tinha doença rara

O amor de um marido por sua esposa salvou a vida dela em Santa Catarina. Luciana Bramati, moradora de Chapecó, foi diagnosticada aos 14 anos com rins policísticos, uma doença hereditária e progressiva. Aos 36, quando a função do rim dela caiu para apenas 9%, a busca por um transplante se tornou urgente.

Foi aí que o marido, Claudio Henrique Luiz da Silva, quis ser o primeiro a fazer o teste de compatibilidade. Ele só queria incentivar os parentes, mas, para a surpresa de todos, o destino quis que ele fosse o doador ideal.

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A cirurgia, que ocorreu em Blumenau há um ano e meio, foi um sucesso. Hoje, Luciana e Claudio, casados há mais de 25 anos, estão bem e ainda mais unidos. “Acho que já estava escrito isso na nossa história quando a gente se conheceu. E saber que a gente, mais do que nunca, está sempre junto agora, não tem palavras. É a maior prova de amor”, emocionou-se Luciana.

Apesar da felicidade da família, a fila de espera por um transplante em Santa Catarina ainda é longa, com cerca de 1,6 mil pessoas aguardando por um órgão.


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O amor de um marido por sua esposa salvou a vida dela em Santa Catarina. Luciana Bramati, moradora de Chapecó, foi diagnosticada aos 14 anos com rins policísticos, uma doença hereditária e progressiva. Aos 36, quando a função do rim dela caiu para apenas 9%, a busca por um transplante se tornou urgente.

Foi aí que o marido, Claudio Henrique Luiz da Silva, quis ser o primeiro a fazer o teste de compatibilidade. Ele só queria incentivar os parentes, mas, para a surpresa de todos, o destino quis que ele fosse o doador ideal.

A cirurgia, que ocorreu em Blumenau há um ano e meio, foi um sucesso. Hoje, Luciana e Claudio, casados há mais de 25 anos, estão bem e ainda mais unidos. “Acho que já estava escrito isso na nossa história quando a gente se conheceu. E saber que a gente, mais do que nunca, está sempre junto agora, não tem palavras. É a maior prova de amor”, emocionou-se Luciana.

Apesar da felicidade da família, a fila de espera por um transplante em Santa Catarina ainda é longa, com cerca de 1,6 mil pessoas aguardando por um órgão.


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