Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Policial

Três chilenos são presos em Maringá por série de furtos a shoppings no Brasil

Maringá (PR) – Três cidadãos chilenos suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em furtos a shoppings centers foram presos na última semana em Maringá, no norte do Paraná. A ação foi resultado de investigação da Delegacia de Turismo (Detur) da Polícia Civil de Sergipe, em conjunto com as Polícias Civis do Paraná e de […]

23/09/2025 · 11h18
Três chilenos são presos em Maringá por série de furtos a shoppings no Brasil

Maringá (PR) – Três cidadãos chilenos suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em furtos a shoppings centers foram presos na última semana em Maringá, no norte do Paraná. A ação foi resultado de investigação da Delegacia de Turismo (Detur) da Polícia Civil de Sergipe, em conjunto com as Polícias Civis do Paraná e de Santa Catarina, além da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Segundo a Detur, o grupo é apontado pela prática de furtos em várias regiões do País. Em Aracaju (SE), os investigados levaram 13 frascos de perfumes importados avaliados em R$ 9.928,00 de uma loja situada em um shopping do bairro Coroa do Meio. A polícia estima prejuízo nacional de aproximadamente R$ 100 mil em 20 dias.

Publicidade

Investigação começou em Sergipe

De acordo com a delegada Luciana Pereira, o trabalho policial teve início após o furto registrado em uma loja de departamentos na capital sergipana. “Com imagens das câmeras de segurança da loja e do shopping, identificamos os suspeitos e o veículo utilizado, locado em Santa Catarina”, relatou.

Com apoio da Polícia Civil catarinense, os agentes confirmaram a identidade dos três chilenos. O trio agia de forma rápida e coordenada, usando uniformes e pontos eletrônicos para comunicação. Um dos detidos já possuía mandado de prisão preventiva pelo mesmo crime em São Paulo.

Monitoramento interestadual

Durante o acompanhamento, a equipe de Sergipe verificou, por meio de GPS, que o grupo fez paradas em outras cidades. “Temos certeza de furtos em São Paulo, pois, no momento da prisão, eles portavam diversas roupas de uma loja paulista, além de terem cometido novo furto no Paraná”, explicou a delegada Gisele Martins, da Detur.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Prisão em Maringá

O monitoramento indicava que os suspeitos planejavam deixar o Brasil por uma fronteira terrestre. A PRF realizou a abordagem em Maringá, onde foram encontrados perfumes e camisas que já haviam sido reconhecidos por estabelecimentos como produtos de furto.

O superintendente da PRF em Sergipe, Vladimir Hilário, destacou a importância da integração entre forças de segurança: “Por se tratar de um estado de fronteira, provavelmente eles se preparavam para sair do País. O trabalho conjunto tem gerado resultados significativos”.

Para o delegado Renan Scandolara, da Polícia Civil de Santa Catarina, a cooperação foi decisiva. “A parceria entre polícias estaduais e demais instituições é essencial para identificar grupos que utilizam documentos falsos e percorrem o Brasil praticando delitos”, concluiu.

Publicidade

Os três chilenos permanecem à disposição da Justiça. As investigações continuam para apurar outros possíveis crimes cometidos pelo grupo em território nacional.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Maringá (PR) – Três cidadãos chilenos suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em furtos a shoppings centers foram presos na última semana em Maringá, no norte do Paraná. A ação foi resultado de investigação da Delegacia de Turismo (Detur) da Polícia Civil de Sergipe, em conjunto com as Polícias Civis do Paraná e de Santa Catarina, além da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Segundo a Detur, o grupo é apontado pela prática de furtos em várias regiões do País. Em Aracaju (SE), os investigados levaram 13 frascos de perfumes importados avaliados em R$ 9.928,00 de uma loja situada em um shopping do bairro Coroa do Meio. A polícia estima prejuízo nacional de aproximadamente R$ 100 mil em 20 dias.

Investigação começou em Sergipe

De acordo com a delegada Luciana Pereira, o trabalho policial teve início após o furto registrado em uma loja de departamentos na capital sergipana. “Com imagens das câmeras de segurança da loja e do shopping, identificamos os suspeitos e o veículo utilizado, locado em Santa Catarina”, relatou.

Com apoio da Polícia Civil catarinense, os agentes confirmaram a identidade dos três chilenos. O trio agia de forma rápida e coordenada, usando uniformes e pontos eletrônicos para comunicação. Um dos detidos já possuía mandado de prisão preventiva pelo mesmo crime em São Paulo.

Monitoramento interestadual

Durante o acompanhamento, a equipe de Sergipe verificou, por meio de GPS, que o grupo fez paradas em outras cidades. “Temos certeza de furtos em São Paulo, pois, no momento da prisão, eles portavam diversas roupas de uma loja paulista, além de terem cometido novo furto no Paraná”, explicou a delegada Gisele Martins, da Detur.

Prisão em Maringá

O monitoramento indicava que os suspeitos planejavam deixar o Brasil por uma fronteira terrestre. A PRF realizou a abordagem em Maringá, onde foram encontrados perfumes e camisas que já haviam sido reconhecidos por estabelecimentos como produtos de furto.

O superintendente da PRF em Sergipe, Vladimir Hilário, destacou a importância da integração entre forças de segurança: “Por se tratar de um estado de fronteira, provavelmente eles se preparavam para sair do País. O trabalho conjunto tem gerado resultados significativos”.

Para o delegado Renan Scandolara, da Polícia Civil de Santa Catarina, a cooperação foi decisiva. “A parceria entre polícias estaduais e demais instituições é essencial para identificar grupos que utilizam documentos falsos e percorrem o Brasil praticando delitos”, concluiu.

Os três chilenos permanecem à disposição da Justiça. As investigações continuam para apurar outros possíveis crimes cometidos pelo grupo em território nacional.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA