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Cidades

Projeto Âmago oferece acolhimento a mulheres em situação de vulnerabilidade no povoado Jenipapo, em Lagarto

A Prefeitura de Lagarto, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), mantém quinzenalmente no povoado Jenipapo o Projeto Âmago, iniciativa voltada ao atendimento físico e emocional de mulheres com transtornos psicológicos e dores crônicas. Idealizado pela coordenadora das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), Maria do Carmo dos Santos, e pela coordenadora da […]

25/09/2025 · 17h56
Projeto Âmago oferece acolhimento a mulheres em situação de vulnerabilidade no povoado Jenipapo, em Lagarto

A Prefeitura de Lagarto, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), mantém quinzenalmente no povoado Jenipapo o Projeto Âmago, iniciativa voltada ao atendimento físico e emocional de mulheres com transtornos psicológicos e dores crônicas.

Idealizado pela coordenadora das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), Maria do Carmo dos Santos, e pela coordenadora da Equipe Multidisciplinar (Emulti), Thalita Lima, o projeto surgiu após aumento da procura por cuidados de saúde mental nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). A proposta é garantir cuidado integral – corpo, mente e espírito – reduzindo a demanda na Atenção Primária e na Rede de Atenção Especializada.

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Atendimento multiprofissional

Os grupos são formados a partir de indicações das equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) e contam com acompanhamento de médicos, psicólogos, fisioterapeutas e terapeutas integrativos. Durante os encontros, as participantes têm acesso a rodas de conversa, auriculoterapia, meditação, automassagem e outras práticas voltadas ao bem-estar.

Relatos de transformação

Ana Cláudia Sabino, 41 anos, diagnosticada com fibromialgia, afirma que o espaço de escuta a ajuda a lidar com a doença: “Aqui a gente ouve e é ouvida. Isso faz toda diferença”, relatou. Já Apolônia Oliveira, 52 anos, também com fibromialgia, destacou o respeito recebido: “Aqui, não sou só mais um número”.

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Para a médica da ESF Joelma Santana, o Âmago representa resposta humanizada à crescente demanda por saúde mental. Segundo a profissional, algumas pacientes já registram redução no uso de medicamentos, melhora do sono, do humor e das relações familiares.

Com foco em escuta, acolhimento e práticas integrativas, o Projeto Âmago se consolidou como ponto de apoio a mulheres do Jenipapo, despertando nelas um sentimento que, segundo as próprias participantes, parecia adormecido: a esperança.

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A Prefeitura de Lagarto, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), mantém quinzenalmente no povoado Jenipapo o Projeto Âmago, iniciativa voltada ao atendimento físico e emocional de mulheres com transtornos psicológicos e dores crônicas.

Idealizado pela coordenadora das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), Maria do Carmo dos Santos, e pela coordenadora da Equipe Multidisciplinar (Emulti), Thalita Lima, o projeto surgiu após aumento da procura por cuidados de saúde mental nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). A proposta é garantir cuidado integral – corpo, mente e espírito – reduzindo a demanda na Atenção Primária e na Rede de Atenção Especializada.

Atendimento multiprofissional

Os grupos são formados a partir de indicações das equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) e contam com acompanhamento de médicos, psicólogos, fisioterapeutas e terapeutas integrativos. Durante os encontros, as participantes têm acesso a rodas de conversa, auriculoterapia, meditação, automassagem e outras práticas voltadas ao bem-estar.

Relatos de transformação

Ana Cláudia Sabino, 41 anos, diagnosticada com fibromialgia, afirma que o espaço de escuta a ajuda a lidar com a doença: “Aqui a gente ouve e é ouvida. Isso faz toda diferença”, relatou. Já Apolônia Oliveira, 52 anos, também com fibromialgia, destacou o respeito recebido: “Aqui, não sou só mais um número”.

Para a médica da ESF Joelma Santana, o Âmago representa resposta humanizada à crescente demanda por saúde mental. Segundo a profissional, algumas pacientes já registram redução no uso de medicamentos, melhora do sono, do humor e das relações familiares.

Com foco em escuta, acolhimento e práticas integrativas, o Projeto Âmago se consolidou como ponto de apoio a mulheres do Jenipapo, despertando nelas um sentimento que, segundo as próprias participantes, parecia adormecido: a esperança.

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