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“Não ganha dinheiro por falta de conhecimento”: quem é o ex-PM guru de esquema milionário de jogos online?

"Você não ganha dinheiro por falta de conhecimento". Com essa promessa, o ex-policial militar Cléberton Pinheiro de Oliveira, de 40 anos, conhecido nas redes sociais como "Kelfer", atraiu milhares de seguidores e construiu um império financeiro. Uma investigação revelada pelo programa Fantástico, da TV Globo, expôs o esquema liderado pelo ex-agente, que atuava como um guru de empreendedorismo digital, vendendo cursos não regulamentados que prometiam ensinar a lucrar com jogos de aposta online.

06/10/2025 · 11h42 · Atualizado às 18h37
“Não ganha dinheiro por falta de conhecimento”: quem é o ex-PM guru de esquema milionário de jogos online?

Reportagem do Fantástico revela como Cléberton Pinheiro, o “Kelfer”, vendia cursos prometendo lucros fáceis em apostas e, junto com influenciadores, movimentou milhões em rifas ilegais.

“Você não ganha dinheiro por falta de conhecimento”. Com essa promessa, o ex-policial militar Cléberton Pinheiro de Oliveira, de 40 anos, conhecido nas redes sociais como “Kelfer”, atraiu milhares de seguidores e construiu um império financeiro. Uma investigação revelada pelo programa Fantástico, da TV Globo, expôs o esquema liderado pelo ex-agente, que atuava como um guru de empreendedorismo digital, vendendo cursos não regulamentados que prometiam ensinar a lucrar com jogos de aposta online.

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O esquema era multifacetado. Kelfer vendia a imagem de um empreendedor de sucesso, ostentando uma vida de luxo para validar seus métodos. Seus cursos, que chegavam a render R$ 400 mil em um único mês, eram a porta de entrada para um universo de apostas e rifas ilegais.

Segundo a investigação, o ex-PM não agia sozinho. Para ampliar o alcance de suas atividades, principalmente das rifas ilegais, ele se associava a influenciadores digitais com milhões de seguidores. Uma delas, Laísa Oliveira, com 5 milhões de seguidores, era uma das peças-chave na divulgação, compartilhando os lucros com Kelfer. Juntos, a quadrilha teria movimentado cerca de R$ 33 milhões apenas com as rifas.

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O modus operandi era bem definido: os influenciadores divulgavam as rifas e os cursos de Kelfer, que ensinavam supostas estratégias para ganhar em plataformas de jogos de azar, como o “Jogo do Tigrinho”. As notificações chegavam constantemente aos celulares dos seguidores, criando um senso de urgência e oportunidade.

A investigação, conduzida por promotores de justiça, desvendou a rede de colaboração entre o ex-PM e os influenciadores, que usavam seu alcance e credibilidade para atrair um número massivo de pessoas para o esquema, prometendo um enriquecimento rápido que, na maioria das vezes, resultava em prejuízo para os apostadores.

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Reportagem do Fantástico revela como Cléberton Pinheiro, o “Kelfer”, vendia cursos prometendo lucros fáceis em apostas e, junto com influenciadores, movimentou milhões em rifas ilegais.

“Você não ganha dinheiro por falta de conhecimento”. Com essa promessa, o ex-policial militar Cléberton Pinheiro de Oliveira, de 40 anos, conhecido nas redes sociais como “Kelfer”, atraiu milhares de seguidores e construiu um império financeiro. Uma investigação revelada pelo programa Fantástico, da TV Globo, expôs o esquema liderado pelo ex-agente, que atuava como um guru de empreendedorismo digital, vendendo cursos não regulamentados que prometiam ensinar a lucrar com jogos de aposta online.

O esquema era multifacetado. Kelfer vendia a imagem de um empreendedor de sucesso, ostentando uma vida de luxo para validar seus métodos. Seus cursos, que chegavam a render R$ 400 mil em um único mês, eram a porta de entrada para um universo de apostas e rifas ilegais.

Segundo a investigação, o ex-PM não agia sozinho. Para ampliar o alcance de suas atividades, principalmente das rifas ilegais, ele se associava a influenciadores digitais com milhões de seguidores. Uma delas, Laísa Oliveira, com 5 milhões de seguidores, era uma das peças-chave na divulgação, compartilhando os lucros com Kelfer. Juntos, a quadrilha teria movimentado cerca de R$ 33 milhões apenas com as rifas.

O modus operandi era bem definido: os influenciadores divulgavam as rifas e os cursos de Kelfer, que ensinavam supostas estratégias para ganhar em plataformas de jogos de azar, como o “Jogo do Tigrinho”. As notificações chegavam constantemente aos celulares dos seguidores, criando um senso de urgência e oportunidade.

A investigação, conduzida por promotores de justiça, desvendou a rede de colaboração entre o ex-PM e os influenciadores, que usavam seu alcance e credibilidade para atrair um número massivo de pessoas para o esquema, prometendo um enriquecimento rápido que, na maioria das vezes, resultava em prejuízo para os apostadores.

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