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Policial

Matuê, chefe do tráfico morto, era suspeito de balear policial do Bope e de participar da morte de agente da Core

O clima de tensão voltou à Gardênia Azul, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, na noite desta quinta-feira (9 de outubro de 2025), após uma intensa troca de tiros. O alvo da Polícia Militar, com o apoio do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), é Luan da Silva, mais conhecido como "Matuê", apontado pelas autoridades como o chefe do tráfico de drogas da região.

09/10/2025 · 22h20 · Atualizado às 18h27
Matuê, chefe do tráfico morto, era suspeito de balear policial do Bope e de participar da morte de agente da Core

Operação de elite da PM busca criminoso após agente ser baleado durante patrulhamento na comunidade da zona oeste do Rio.

O clima de tensão voltou à Gardênia Azul, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, na noite desta quinta-feira (9 de outubro de 2025), após uma intensa troca de tiros. O alvo da Polícia Militar, com o apoio do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), é Luan da Silva, mais conhecido como “Matuê”, apontado pelas autoridades como o chefe do tráfico de drogas da região.

De acordo com informações preliminares da Polícia Militar, “Matuê” é o principal suspeito de ter baleado um sargento do BOPE na manhã de hoje, durante uma incursão de rotina na comunidade. O policial ferido foi prontamente socorrido e levado a um hospital da rede pública, onde passou por cirurgia. Conforme o último boletim médico, o estado de saúde dele é estável, mas inspira cuidados.

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A resposta da PM foi imediata, desencadeando uma operação de grande porte para localizar e prender o criminoso. Viaturas do BOPE e de batalhões de área foram vistas circulando pelas principais vias de acesso à Gardênia. Moradores relataram momentos de pânico com o barulho dos helicópteros e dos disparos, pedindo paz e segurança.

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“Matuê” já era investigado por envolvimento em roubos de carga e disputas territoriais com facções rivais. A polícia afirma que a prisão dele é crucial para desarticular o esquema de venda de entorpecentes e restaurar a ordem na região. Até o fechamento desta reportagem, a operação seguia em curso, e não havia informações sobre presos ou apreensão de material ilícito.

A Polícia Civil abriu um inquérito para apurar a tentativa de homicídio contra o agente. O Disque-Denúncia (2253-1177) está ativo para receber informações, garantindo o anonimato dos colaboradores.

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Operação de elite da PM busca criminoso após agente ser baleado durante patrulhamento na comunidade da zona oeste do Rio.

O clima de tensão voltou à Gardênia Azul, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, na noite desta quinta-feira (9 de outubro de 2025), após uma intensa troca de tiros. O alvo da Polícia Militar, com o apoio do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), é Luan da Silva, mais conhecido como “Matuê”, apontado pelas autoridades como o chefe do tráfico de drogas da região.

De acordo com informações preliminares da Polícia Militar, “Matuê” é o principal suspeito de ter baleado um sargento do BOPE na manhã de hoje, durante uma incursão de rotina na comunidade. O policial ferido foi prontamente socorrido e levado a um hospital da rede pública, onde passou por cirurgia. Conforme o último boletim médico, o estado de saúde dele é estável, mas inspira cuidados.

A resposta da PM foi imediata, desencadeando uma operação de grande porte para localizar e prender o criminoso. Viaturas do BOPE e de batalhões de área foram vistas circulando pelas principais vias de acesso à Gardênia. Moradores relataram momentos de pânico com o barulho dos helicópteros e dos disparos, pedindo paz e segurança.

“Matuê” já era investigado por envolvimento em roubos de carga e disputas territoriais com facções rivais. A polícia afirma que a prisão dele é crucial para desarticular o esquema de venda de entorpecentes e restaurar a ordem na região. Até o fechamento desta reportagem, a operação seguia em curso, e não havia informações sobre presos ou apreensão de material ilícito.

A Polícia Civil abriu um inquérito para apurar a tentativa de homicídio contra o agente. O Disque-Denúncia (2253-1177) está ativo para receber informações, garantindo o anonimato dos colaboradores.

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