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Esporte

Brasil fecha Mundial de halterofilismo com ouro nas equipes femininas

A equipe feminina do Brasil (formada por Mariana D’Andrea, Lara Lima e Tayana Medeiros) garantiu a medalha de ouro no último dia de disputas do Mundial de halterofilismo do Cairo (Egito). Com a conquista alcançada neste sábado (18), o país fez a sua melhor campanha em uma edição da competição com seis medalhas no total […]

18/10/2025 · 19h43
Brasil fecha Mundial de halterofilismo com ouro nas equipes femininas


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A equipe feminina do Brasil (formada por Mariana D’Andrea, Lara Lima e Tayana Medeiros) garantiu a medalha de ouro no último dia de disputas do Mundial de halterofilismo do Cairo (Egito). Com a conquista alcançada neste sábado (18), o país fez a sua melhor campanha em uma edição da competição com seis medalhas no total (um ouro, três pratas e dois bronzes).ebcebc

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A única medalha dourada brasileira na competição veio justamente no último dia de competições, no qual Mariana D’Andrea, Lara Lima e Tayana Medeiros superaram a equipe do Uzbequistão na final por 312,94 a 214,03 pontos.

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“Estou muito feliz. No último Mundial, precisei ir embora antes da disputa por equipes por causa da perda do meu pai. Foi muito difícil aquele momento. Mas agora estamos aqui, conquistamos o nosso ouro. [É] muito gratificante fazer parte desta conquista. Essa medalha é para o meu pai”, declarou Mariana, que já havia garantido uma prata na categoria até 73 quilos.

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Melhor campanha do Brasil

Este ouro garantiu ao Brasil a sua melhor campanha na história da competição, superando o recorde até então alcançado em Dubai 2023, oportunidade na qual os brasileiros chegaram a quatro medalhas.

“Esse Mundial foi uma porta de entrada para os Jogos Paralímpicos de Los Angeles. Então, pensamos nisso na hora de elaborar a nossa preparação, que foi robusta para oferecer aos atletas a condição de começarem bem esse ciclo. E, novamente, o Brasil mostrou a sua força. Em Paris 2024, havíamos obtido quatro pódios. Agora, aqui em Cairo, foram cinco no individual. Também registramos um aumento substancial em relação à nossa última participação em Mundiais [Dubai 2023]. Quebramos três recordes brasileiros, quatro recordes das Américas. Estamos muito felizes com a nossa participação”, declarou o coordenador de halterofilismo do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Murilo Spina.

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A única medalha dourada brasileira na competição veio justamente no último dia de competições, no qual Mariana D’Andrea, Lara Lima e Tayana Medeiros superaram a equipe do Uzbequistão na final por 312,94 a 214,03 pontos.

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“Estou muito feliz. No último Mundial, precisei ir embora antes da disputa por equipes por causa da perda do meu pai. Foi muito difícil aquele momento. Mas agora estamos aqui, conquistamos o nosso ouro. [É] muito gratificante fazer parte desta conquista. Essa medalha é para o meu pai”, declarou Mariana, que já havia garantido uma prata na categoria até 73 quilos.

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Este ouro garantiu ao Brasil a sua melhor campanha na história da competição, superando o recorde até então alcançado em Dubai 2023, oportunidade na qual os brasileiros chegaram a quatro medalhas.

“Esse Mundial foi uma porta de entrada para os Jogos Paralímpicos de Los Angeles. Então, pensamos nisso na hora de elaborar a nossa preparação, que foi robusta para oferecer aos atletas a condição de começarem bem esse ciclo. E, novamente, o Brasil mostrou a sua força. Em Paris 2024, havíamos obtido quatro pódios. Agora, aqui em Cairo, foram cinco no individual. Também registramos um aumento substancial em relação à nossa última participação em Mundiais [Dubai 2023]. Quebramos três recordes brasileiros, quatro recordes das Américas. Estamos muito felizes com a nossa participação”, declarou o coordenador de halterofilismo do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Murilo Spina.

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