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Policial

Operação Central Fantasma prende oito suspeitos de golpes bancários em 10 estados

Aracaju – Oito pessoas foram presas nesta sexta-feira, 24, durante a Operação Central Fantasma, deflagrada pela Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC) da Polícia Civil de Sergipe, vinculada ao Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri) e apoiada pela Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol). De acordo com a investigação, o grupo aplicava […]

24/10/2025 · 18h43
Operação Central Fantasma prende oito suspeitos de golpes bancários em 10 estados

Aracaju – Oito pessoas foram presas nesta sexta-feira, 24, durante a Operação Central Fantasma, deflagrada pela Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC) da Polícia Civil de Sergipe, vinculada ao Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri) e apoiada pela Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol).

De acordo com a investigação, o grupo aplicava golpes bancários em 10 estados e no Distrito Federal, causando prejuízo estimado em R$ 1,3 milhão.

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Prisão em cinco cidades

As capturas ocorreram nos seguintes locais:

  • Bairro José Conrado de Araújo, em Aracaju (SE);
  • Conjunto Jardim, em Nossa Senhora do Socorro (SE);
  • Barra dos Coqueiros (SE);
  • São Paulo (SP);
  • Feira de Santana (BA).

Em Feira de Santana, os policiais também apreenderam um automóvel de luxo da marca Mercedes-Benz.

Modus operandi

Segundo o delegado Érico Xavier, os suspeitos utilizavam técnicas de engenharia social. Fingindo ser atendentes de centrais bancárias, ligavam para as vítimas, alegavam haver tentativa de fraude e, em seguida, convenciam-nas a repassar dados pessoais e bancários. Com essas informações, realizavam transações não autorizadas.

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As apurações indicam que a organização funcionava como um call center, com divisão de tarefas: alguns integrantes abordavam as vítimas, outros coletavam dados sigilosos e parte do grupo executava as transferências ilícitas.

Orientação à população

O diretor do Depatri, delegado André Baronto, alertou que bancos não solicitam senhas nem pedem transferências para evitar supostas fraudes. Ele recomenda nunca repassar informações pessoais por telefone e procurar o banco apenas pelos canais oficiais.

As investigações prosseguem para identificar eventuais envolvidos e rastrear o dinheiro desviado.

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Aracaju – Oito pessoas foram presas nesta sexta-feira, 24, durante a Operação Central Fantasma, deflagrada pela Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC) da Polícia Civil de Sergipe, vinculada ao Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri) e apoiada pela Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol).

De acordo com a investigação, o grupo aplicava golpes bancários em 10 estados e no Distrito Federal, causando prejuízo estimado em R$ 1,3 milhão.

Prisão em cinco cidades

As capturas ocorreram nos seguintes locais:

  • Bairro José Conrado de Araújo, em Aracaju (SE);
  • Conjunto Jardim, em Nossa Senhora do Socorro (SE);
  • Barra dos Coqueiros (SE);
  • São Paulo (SP);
  • Feira de Santana (BA).

Em Feira de Santana, os policiais também apreenderam um automóvel de luxo da marca Mercedes-Benz.

Modus operandi

Segundo o delegado Érico Xavier, os suspeitos utilizavam técnicas de engenharia social. Fingindo ser atendentes de centrais bancárias, ligavam para as vítimas, alegavam haver tentativa de fraude e, em seguida, convenciam-nas a repassar dados pessoais e bancários. Com essas informações, realizavam transações não autorizadas.

As apurações indicam que a organização funcionava como um call center, com divisão de tarefas: alguns integrantes abordavam as vítimas, outros coletavam dados sigilosos e parte do grupo executava as transferências ilícitas.

Orientação à população

O diretor do Depatri, delegado André Baronto, alertou que bancos não solicitam senhas nem pedem transferências para evitar supostas fraudes. Ele recomenda nunca repassar informações pessoais por telefone e procurar o banco apenas pelos canais oficiais.

As investigações prosseguem para identificar eventuais envolvidos e rastrear o dinheiro desviado.

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