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Cultura

Centro Cultural de Aracaju é rebatizado Palácio Museu Luiz Antônio Barreto

A Prefeitura de Aracaju oficializou, na manhã desta sexta-feira (31), a mudança de nome do Centro Cultural de Aracaju, que passa a se chamar Centro Cultural Palácio Museu Luiz Antônio Barreto. A lei foi sancionada pela prefeita Emília Corrêa durante cerimônia realizada na Praça General Valadão, área central da capital sergipana. O ato contou com […]

03/11/2025 · 07h40
Centro Cultural de Aracaju é rebatizado Palácio Museu Luiz Antônio Barreto

A Prefeitura de Aracaju oficializou, na manhã desta sexta-feira (31), a mudança de nome do Centro Cultural de Aracaju, que passa a se chamar Centro Cultural Palácio Museu Luiz Antônio Barreto. A lei foi sancionada pela prefeita Emília Corrêa durante cerimônia realizada na Praça General Valadão, área central da capital sergipana.

O ato contou com a presença dos vereadores Isaac Silveira – autor do projeto que originou a homenagem –, Alex Melo e Lúcio Flávio, além de secretários municipais, familiares do historiador, artistas e representantes da sociedade civil.

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Reconhecimento à cultura sergipana

Ao sancionar a lei, Emília Corrêa afirmou que a mudança preserva a memória de quem “contribuiu profundamente para a cultura de Sergipe”. Segundo a prefeita, “o marco zero da cidade passa a respirar ainda mais cultura ao levar o nome de Luiz Antônio Barreto”.

O secretário municipal da Cultura, Paulo Corrêa, explicou que a homenagem já fazia parte dos planos da atual gestão. Ele destacou que, além da nova denominação, uma estátua do intelectual foi instalada no local para garantir sua presença simbólica.

Família e amigos celebram

Raylane Navarro Barreto, viúva do homenageado, definiu o gesto como “justo, nobre e necessário”, lembrando que o marido dedicou a vida à preservação do acervo histórico sergipano. O irmão, Artêmio Barreto, frisou tratar-se do primeiro reconhecimento institucional ao legado de Luiz Antônio. “Fico feliz em ver essa lembrança feita com respeito”, declarou, emocionado.

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Amigo de longa data do historiador, o escritor Paulo Amado recordou que o conheceu em 1965 e afirmou que “todo tributo é merecido”. Já o artista plástico Elias Melo, autor da escultura inaugurada, contou ter concluído a peça em aproximadamente dois meses e descreveu a tarefa como “um prazer enorme”.

Programação cultural

A solenidade trouxe apresentações do Grupo Parafusos e do artista Pedrinho o Cara. Após o descerramento da estátua, o público acompanhou show da Banda Água Viva, que encerrou o evento.

Com a sanção da lei, o espaço passa a abrigar exposições, eventos e atividades culturais sob o nome de um dos principais pesquisadores da história e da cultura de Sergipe.

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A Prefeitura de Aracaju oficializou, na manhã desta sexta-feira (31), a mudança de nome do Centro Cultural de Aracaju, que passa a se chamar Centro Cultural Palácio Museu Luiz Antônio Barreto. A lei foi sancionada pela prefeita Emília Corrêa durante cerimônia realizada na Praça General Valadão, área central da capital sergipana.

O ato contou com a presença dos vereadores Isaac Silveira – autor do projeto que originou a homenagem –, Alex Melo e Lúcio Flávio, além de secretários municipais, familiares do historiador, artistas e representantes da sociedade civil.

Reconhecimento à cultura sergipana

Ao sancionar a lei, Emília Corrêa afirmou que a mudança preserva a memória de quem “contribuiu profundamente para a cultura de Sergipe”. Segundo a prefeita, “o marco zero da cidade passa a respirar ainda mais cultura ao levar o nome de Luiz Antônio Barreto”.

O secretário municipal da Cultura, Paulo Corrêa, explicou que a homenagem já fazia parte dos planos da atual gestão. Ele destacou que, além da nova denominação, uma estátua do intelectual foi instalada no local para garantir sua presença simbólica.

Família e amigos celebram

Raylane Navarro Barreto, viúva do homenageado, definiu o gesto como “justo, nobre e necessário”, lembrando que o marido dedicou a vida à preservação do acervo histórico sergipano. O irmão, Artêmio Barreto, frisou tratar-se do primeiro reconhecimento institucional ao legado de Luiz Antônio. “Fico feliz em ver essa lembrança feita com respeito”, declarou, emocionado.

Amigo de longa data do historiador, o escritor Paulo Amado recordou que o conheceu em 1965 e afirmou que “todo tributo é merecido”. Já o artista plástico Elias Melo, autor da escultura inaugurada, contou ter concluído a peça em aproximadamente dois meses e descreveu a tarefa como “um prazer enorme”.

Programação cultural

A solenidade trouxe apresentações do Grupo Parafusos e do artista Pedrinho o Cara. Após o descerramento da estátua, o público acompanhou show da Banda Água Viva, que encerrou o evento.

Com a sanção da lei, o espaço passa a abrigar exposições, eventos e atividades culturais sob o nome de um dos principais pesquisadores da história e da cultura de Sergipe.

 

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