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Brasil

Bolsonaro será ouvido em audiência de custódia neste domingo após prisão preventiva

O ex-presidente Jair Bolsonaro passará por audiência de custódia às 12h deste domingo, 23, um dia depois de ter a prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Para Moraes, há risco de fuga, apontado após Bolsonaro tentar violar a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda, na sexta-feira, 21. […]

23/11/2025 · 13h50
Bolsonaro será ouvido em audiência de custódia neste domingo após prisão preventiva

O ex-presidente Jair Bolsonaro passará por audiência de custódia às 12h deste domingo, 23, um dia depois de ter a prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Para Moraes, há risco de fuga, apontado após Bolsonaro tentar violar a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda, na sexta-feira, 21. O ministro também mencionou a vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) próximo à residência onde o ex-presidente cumpria prisão domiciliar.

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Após a detenção, Bolsonaro foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal. A audiência ocorrerá por videoconferência a partir do local. O magistrado determinou ainda atendimento médico 24 horas e condicionou qualquer visita ao aval prévio do STF, exceto para advogados e equipe de saúde.

Defesa recorrerá

Os advogados do ex-presidente anunciaram que vão contestar a decisão. Para eles, a tornozeleira foi imposta com objetivo de “causar humilhação” e a hipótese de fuga seria uma narrativa para sustentar a prisão.

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Condenação e prazos

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão em ação que investigou tentativa de golpe de Estado. A Primeira Turma do STF rejeitou, na semana passada, embargos de declaração apresentados por ele e outros seis réus. O prazo para novos recursos termina neste domingo, 23; caso sejam negados, as penas poderão ser executadas em regime fechado.

Pedido de domiciliar rejeitado

Na sexta-feira, 21, a defesa solicitou prisão domiciliar humanitária, alegando doenças crônicas que exigiriam acompanhamento contínuo. Moraes negou o pedido no sábado, 22.

Investigação paralela

O ex-presidente descumpriu medidas cautelares impostas no inquérito que apura a atuação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) na tentativa de articular retaliações junto ao governo do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o governo brasileiro e ministros do STF.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro passará por audiência de custódia às 12h deste domingo, 23, um dia depois de ter a prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Para Moraes, há risco de fuga, apontado após Bolsonaro tentar violar a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda, na sexta-feira, 21. O ministro também mencionou a vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) próximo à residência onde o ex-presidente cumpria prisão domiciliar.

Após a detenção, Bolsonaro foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal. A audiência ocorrerá por videoconferência a partir do local. O magistrado determinou ainda atendimento médico 24 horas e condicionou qualquer visita ao aval prévio do STF, exceto para advogados e equipe de saúde.

Defesa recorrerá

Os advogados do ex-presidente anunciaram que vão contestar a decisão. Para eles, a tornozeleira foi imposta com objetivo de “causar humilhação” e a hipótese de fuga seria uma narrativa para sustentar a prisão.

Condenação e prazos

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão em ação que investigou tentativa de golpe de Estado. A Primeira Turma do STF rejeitou, na semana passada, embargos de declaração apresentados por ele e outros seis réus. O prazo para novos recursos termina neste domingo, 23; caso sejam negados, as penas poderão ser executadas em regime fechado.

Pedido de domiciliar rejeitado

Na sexta-feira, 21, a defesa solicitou prisão domiciliar humanitária, alegando doenças crônicas que exigiriam acompanhamento contínuo. Moraes negou o pedido no sábado, 22.

Investigação paralela

O ex-presidente descumpriu medidas cautelares impostas no inquérito que apura a atuação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) na tentativa de articular retaliações junto ao governo do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o governo brasileiro e ministros do STF.

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