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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Aracaju reduz índice de infestação do Aedes aegypti para 1% e mantém município em baixo risco

Aracaju fechou novembro de 2025 com nova queda no Índice de Infestação Predial (IIP) do Aedes aegypti. O 6º Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) apontou redução de 1,4% para 1%, o que representa diminuição de 28,6% em relação ao levantamento anterior e mantém a capital sergipana na faixa de baixo risco para transmissão de dengue, zika e chikungunya.

28/11/2025 · 09h55
Aracaju reduz índice de infestação do Aedes aegypti para 1% e mantém município em baixo risco

Aracaju fechou novembro de 2025 com nova queda no Índice de Infestação Predial (IIP) do Aedes aegypti. O 6º Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) apontou redução de 1,4% para 1%, o que representa diminuição de 28,6% em relação ao levantamento anterior e mantém a capital sergipana na faixa de baixo risco para transmissão de dengue, zika e chikungunya.

Resultado abrange toda a cidade

Dos 48 bairros analisados, 23 foram classificados como de baixo risco e 25 como de médio risco; nenhum ficou em alto risco. A coordenadora de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Duanne Marcele, atribuiu o desempenho à atuação contínua dos agentes de endemias e à colaboração da população. Os levantamentos anteriores registraram 2,1%, depois 1,4% e, agora, 1%.

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Bairros em atenção

Apesar do cenário positivo, oito bairros apresentaram elevação no índice de infestação: Cidade Nova (3,9%), 18 do Forte (2,4%), Capucho (2,4%), Dom Luciano (2,1%), Industrial (2,0%), Lamarão (2,0%), Palestina (1,9%) e Aeroporto (1,2%). Essas áreas receberão reforço nas ações de controle e vigilância, especialmente nos pontos com maior concentração de focos ou casos notificados das arboviroses.

Criadouros predominantes

O levantamento identificou que 42% dos focos estavam em recipientes ligados ao abastecimento de água, como caixas d’água, tonéis e lavanderias. Depósitos domiciliares – vasos, pratinhos de plantas, ralos e sanitários em desuso – responderam por 37%. Tanques e calhas somaram 15%, lixo e resíduos sólidos 5% e pneus 1%. A maioria dos criadouros encontra-se dentro das residências.

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Medidas de prevenção

A SMS orienta a população a esvaziar e esfregar recipientes que possam acumular água, manter caixas d’água tampadas, preencher pratinhos de plantas com areia, descartar corretamente materiais que retêm água, guardar garrafas viradas para baixo, limpar calhas e ralos, evitar entulho em quintais e higienizar bandejas de geladeiras e aparelhos de ar-condicionado. A entrada dos agentes de endemias durante visitas domiciliares continua essencial para eliminar focos e monitorar áreas de risco.

Possíveis focos do mosquito podem ser comunicados à Ouvidoria da Saúde pelo telefone 0800 729 3534 (opção 2). As equipes da SMS seguem mobilizadas para reduzir ainda mais a presença do Aedes aegypti na capital.

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Aracaju fechou novembro de 2025 com nova queda no Índice de Infestação Predial (IIP) do Aedes aegypti. O 6º Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) apontou redução de 1,4% para 1%, o que representa diminuição de 28,6% em relação ao levantamento anterior e mantém a capital sergipana na faixa de baixo risco para transmissão de dengue, zika e chikungunya.

Resultado abrange toda a cidade

Dos 48 bairros analisados, 23 foram classificados como de baixo risco e 25 como de médio risco; nenhum ficou em alto risco. A coordenadora de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Duanne Marcele, atribuiu o desempenho à atuação contínua dos agentes de endemias e à colaboração da população. Os levantamentos anteriores registraram 2,1%, depois 1,4% e, agora, 1%.

Bairros em atenção

Apesar do cenário positivo, oito bairros apresentaram elevação no índice de infestação: Cidade Nova (3,9%), 18 do Forte (2,4%), Capucho (2,4%), Dom Luciano (2,1%), Industrial (2,0%), Lamarão (2,0%), Palestina (1,9%) e Aeroporto (1,2%). Essas áreas receberão reforço nas ações de controle e vigilância, especialmente nos pontos com maior concentração de focos ou casos notificados das arboviroses.

Criadouros predominantes

O levantamento identificou que 42% dos focos estavam em recipientes ligados ao abastecimento de água, como caixas d’água, tonéis e lavanderias. Depósitos domiciliares – vasos, pratinhos de plantas, ralos e sanitários em desuso – responderam por 37%. Tanques e calhas somaram 15%, lixo e resíduos sólidos 5% e pneus 1%. A maioria dos criadouros encontra-se dentro das residências.

Medidas de prevenção

A SMS orienta a população a esvaziar e esfregar recipientes que possam acumular água, manter caixas d’água tampadas, preencher pratinhos de plantas com areia, descartar corretamente materiais que retêm água, guardar garrafas viradas para baixo, limpar calhas e ralos, evitar entulho em quintais e higienizar bandejas de geladeiras e aparelhos de ar-condicionado. A entrada dos agentes de endemias durante visitas domiciliares continua essencial para eliminar focos e monitorar áreas de risco.

Possíveis focos do mosquito podem ser comunicados à Ouvidoria da Saúde pelo telefone 0800 729 3534 (opção 2). As equipes da SMS seguem mobilizadas para reduzir ainda mais a presença do Aedes aegypti na capital.

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