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Economia

Aracaju cria 7,8 mil vagas com carteira assinada em outubro e acumula quase 74 mil novos postos em 2025

Aracaju registrou a abertura de 7.873 empregos formais em outubro, elevando para 73.977 o saldo de novos postos com carteira assinada nos dez primeiros meses de 2025. Os dados constam do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado nesta quinta-feira (27) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Setores que lideraram as contratações Dos […]

28/11/2025 · 16h37
Aracaju cria 7,8 mil vagas com carteira assinada em outubro e acumula quase 74 mil novos postos em 2025

Aracaju registrou a abertura de 7.873 empregos formais em outubro, elevando para 73.977 o saldo de novos postos com carteira assinada nos dez primeiros meses de 2025. Os dados constam do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado nesta quinta-feira (27) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Setores que lideraram as contratações

Dos quatro grupamentos econômicos analisados, a Construção puxou o resultado positivo, com 275 vagas criadas. Em seguida aparecem Comércio (183), Serviços (28) e Indústria (3).

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Perfil dos trabalhadores contratados

A maior parte das oportunidades de outubro foi preenchida por homens, que ocuparam 323 postos; as mulheres assumiram 162. Pessoas com ensino médio completo responderam por 363 admissões, e o segmento etário de 18 a 24 anos apresentou o melhor desempenho, com saldo de 501 vagas.

Gestão municipal atribui avanço à qualificação

A presidente da Fundação Municipal de Formação para o Trabalho (Fundat), Melissa Rollemberg, avaliou que o resultado confirma a criação de um ambiente favorável à geração de emprego na capital. Segundo ela, ações de qualificação e intermediação têm alcançado principalmente jovens e profissionais com ensino médio.

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O secretário municipal do Desenvolvimento Econômico e Inovação (Semde), Dilermando Júnior, afirmou que a atração de novas empresas e a formação ofertada pela Fundat contribuem para a manutenção dos trabalhadores no mercado.

Desocupação em queda

O avanço registrado pelo Caged reforça tendência apontada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do IBGE. No terceiro trimestre de 2025, a taxa de desocupação em Aracaju recuou para 6%, contra 6,8% no trimestre anterior, 9% no início do ano e 8,6% no mesmo período de 2024.

 

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Aracaju registrou a abertura de 7.873 empregos formais em outubro, elevando para 73.977 o saldo de novos postos com carteira assinada nos dez primeiros meses de 2025. Os dados constam do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado nesta quinta-feira (27) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Setores que lideraram as contratações

Dos quatro grupamentos econômicos analisados, a Construção puxou o resultado positivo, com 275 vagas criadas. Em seguida aparecem Comércio (183), Serviços (28) e Indústria (3).

Perfil dos trabalhadores contratados

A maior parte das oportunidades de outubro foi preenchida por homens, que ocuparam 323 postos; as mulheres assumiram 162. Pessoas com ensino médio completo responderam por 363 admissões, e o segmento etário de 18 a 24 anos apresentou o melhor desempenho, com saldo de 501 vagas.

Gestão municipal atribui avanço à qualificação

A presidente da Fundação Municipal de Formação para o Trabalho (Fundat), Melissa Rollemberg, avaliou que o resultado confirma a criação de um ambiente favorável à geração de emprego na capital. Segundo ela, ações de qualificação e intermediação têm alcançado principalmente jovens e profissionais com ensino médio.

O secretário municipal do Desenvolvimento Econômico e Inovação (Semde), Dilermando Júnior, afirmou que a atração de novas empresas e a formação ofertada pela Fundat contribuem para a manutenção dos trabalhadores no mercado.

Desocupação em queda

O avanço registrado pelo Caged reforça tendência apontada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do IBGE. No terceiro trimestre de 2025, a taxa de desocupação em Aracaju recuou para 6%, contra 6,8% no trimestre anterior, 9% no início do ano e 8,6% no mesmo período de 2024.

 

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