Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Educação

Dia do Orientador Educacional ressalta foco no bem-estar e no desenvolvimento integral dos alunos

Nesta quinta-feira, 4 de dezembro, comemora-se o Dia do Orientador Educacional, profissional responsável por aconselhar estudantes sobre metas, organização diária e, cada vez mais, sobre saúde emocional. O trabalho também inclui apoio à gestão escolar e mediação de conflitos. Dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam aproximadamente 81 mil orientadores […]

04/12/2025 · 08h40
Dia do Orientador Educacional ressalta foco no bem-estar e no desenvolvimento integral dos alunos

Nesta quinta-feira, 4 de dezembro, comemora-se o Dia do Orientador Educacional, profissional responsável por aconselhar estudantes sobre metas, organização diária e, cada vez mais, sobre saúde emocional. O trabalho também inclui apoio à gestão escolar e mediação de conflitos.

Dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam aproximadamente 81 mil orientadores no país, dos quais 78% são mulheres. A categoria ganha espaço em meio à expansão do ensino em tempo integral e da valorização de habilidades socioemocionais nas escolas.

Publicidade

Orientação além da disciplina

A psicóloga e pedagoga Ana Claudia Favano, gestora da Escola Internacional de Alphaville, em Barueri (SP), afirma que a função evoluiu para acompanhar o desenvolvimento completo das crianças e dos jovens. “Hoje a escola precisa promover autoconhecimento e competências emocionais”, diz. Segundo ela, a atenção está “cada vez mais no sujeito e não apenas nas disciplinas”, o que transforma o orientador em “promotor da cultura do bem-estar”.

Favano destaca o acolhimento como competência central, em sintonia com pesquisas e políticas de enfrentamento ao bullying. “O olhar atento, a escuta afetiva e o cuidado genuíno podem mudar trajetórias”, comenta.

Mediador entre escola, família e especialistas

Para a orientadora Ísis Galindo, da Escola Bilíngue Aubrick, na capital paulista, o profissional age como elo sensível entre alunos, professores, famílias e especialistas externos — psicólogos, psiquiatras, psicopedagogos e fonoaudiólogos. “Sem essa escuta especializada, a escola perde a chance de entender profundamente o que o estudante vive e precisa”, observa.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Superação de dificuldades de aprendizagem

O professor de matemática Carlos Augusto Lima, orientador na Brazilian International School (SP), ingressou na área ao buscar soluções para dificuldades de aprendizagem. Formado em psicopedagogia e psicologia da educação, ele ressalta que colaborar com docentes e pais faz parte da rotina. “O desafio hoje é cuidar da saúde emocional dos alunos e compreender como aprendem. Muito do que trazem para a sala fica invisível em 45 ou 50 minutos de aula”, explica.

A profissão, presente no Brasil desde a década de 1960, amplia constantemente suas referências em diferentes ciências para responder às novas demandas escolares.

Com informações de Agência Brasil

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Nesta quinta-feira, 4 de dezembro, comemora-se o Dia do Orientador Educacional, profissional responsável por aconselhar estudantes sobre metas, organização diária e, cada vez mais, sobre saúde emocional. O trabalho também inclui apoio à gestão escolar e mediação de conflitos.

Dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam aproximadamente 81 mil orientadores no país, dos quais 78% são mulheres. A categoria ganha espaço em meio à expansão do ensino em tempo integral e da valorização de habilidades socioemocionais nas escolas.

Orientação além da disciplina

A psicóloga e pedagoga Ana Claudia Favano, gestora da Escola Internacional de Alphaville, em Barueri (SP), afirma que a função evoluiu para acompanhar o desenvolvimento completo das crianças e dos jovens. “Hoje a escola precisa promover autoconhecimento e competências emocionais”, diz. Segundo ela, a atenção está “cada vez mais no sujeito e não apenas nas disciplinas”, o que transforma o orientador em “promotor da cultura do bem-estar”.

Favano destaca o acolhimento como competência central, em sintonia com pesquisas e políticas de enfrentamento ao bullying. “O olhar atento, a escuta afetiva e o cuidado genuíno podem mudar trajetórias”, comenta.

Mediador entre escola, família e especialistas

Para a orientadora Ísis Galindo, da Escola Bilíngue Aubrick, na capital paulista, o profissional age como elo sensível entre alunos, professores, famílias e especialistas externos — psicólogos, psiquiatras, psicopedagogos e fonoaudiólogos. “Sem essa escuta especializada, a escola perde a chance de entender profundamente o que o estudante vive e precisa”, observa.

Superação de dificuldades de aprendizagem

O professor de matemática Carlos Augusto Lima, orientador na Brazilian International School (SP), ingressou na área ao buscar soluções para dificuldades de aprendizagem. Formado em psicopedagogia e psicologia da educação, ele ressalta que colaborar com docentes e pais faz parte da rotina. “O desafio hoje é cuidar da saúde emocional dos alunos e compreender como aprendem. Muito do que trazem para a sala fica invisível em 45 ou 50 minutos de aula”, explica.

A profissão, presente no Brasil desde a década de 1960, amplia constantemente suas referências em diferentes ciências para responder às novas demandas escolares.

Com informações de Agência Brasil

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA