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Representatividade na cena eletrônica: a importância de uma travesti negra sergipana na Ultra Festival Brasil

Em um cenário historicamente limitado para artistas travestis negras, a presença da artista reafirma a urgência de ampliar a representatividade e abrir caminhos para outras artistas LGBTQIAP+. Natural de Sergipe e com uma performance marcada por intensidade e carisma, a participação da DJ sergipana Quésia na Ultra Festival Brasil representa um marco para a diversidade […]

04/12/2025 · 17h10
Representatividade na cena eletrônica: a importância de uma travesti negra sergipana na Ultra Festival Brasil

Em um cenário historicamente limitado para artistas travestis negras, a presença da artista reafirma a urgência de ampliar a representatividade e abrir caminhos para outras artistas LGBTQIAP+.

Natural de Sergipe e com uma performance marcada por intensidade e carisma, a participação da DJ sergipana Quésia na Ultra Festival Brasil representa um marco para a diversidade nos grandes eventos de música eletrônica do país. Em um cenário historicamente limitado para artistas travestis negras, a presença da artista reafirma a urgência de ampliar a representatividade e abrir caminhos para outras artistas LGBTQIAP+.

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A estreia de Quésia nos grandes festivais simboliza um avanço significativo para o setor, mostrando que o Brasil está preparado para reconhecer novos talentos e valorizar trajetórias que desafiam padrões. Sua energia, ancestralidade e autenticidade prometem uma apresentação inesquecível, reforçando seu papel como uma das vozes que vêm transformando a cena eletrônica brasileira.

Com essa estreia, não é apenas Quésia que brilha no palco, mas toda uma geração que se vê representada na força e na potência de sua arte.

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Em um cenário historicamente limitado para artistas travestis negras, a presença da artista reafirma a urgência de ampliar a representatividade e abrir caminhos para outras artistas LGBTQIAP+.

Natural de Sergipe e com uma performance marcada por intensidade e carisma, a participação da DJ sergipana Quésia na Ultra Festival Brasil representa um marco para a diversidade nos grandes eventos de música eletrônica do país. Em um cenário historicamente limitado para artistas travestis negras, a presença da artista reafirma a urgência de ampliar a representatividade e abrir caminhos para outras artistas LGBTQIAP+.

A estreia de Quésia nos grandes festivais simboliza um avanço significativo para o setor, mostrando que o Brasil está preparado para reconhecer novos talentos e valorizar trajetórias que desafiam padrões. Sua energia, ancestralidade e autenticidade prometem uma apresentação inesquecível, reforçando seu papel como uma das vozes que vêm transformando a cena eletrônica brasileira.

Com essa estreia, não é apenas Quésia que brilha no palco, mas toda uma geração que se vê representada na força e na potência de sua arte.

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