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Economia

Unicef supera 1,2 milhão de oportunidades de trabalho e formação para jovens brasileiros

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) contabiliza 1.294.165 oportunidades de formação profissional, aprendizagem, estágio e emprego formal criadas para adolescentes e jovens de 14 a 29 anos em situação de vulnerabilidade desde o lançamento, em 2020, da iniciativa Um Milhão de Oportunidades (1MiO).

18/12/2025 · 10h45
Unicef supera 1,2 milhão de oportunidades de trabalho e formação para jovens brasileiros

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) contabiliza 1.294.165 oportunidades de formação profissional, aprendizagem, estágio e emprego formal criadas para adolescentes e jovens de 14 a 29 anos em situação de vulnerabilidade desde o lançamento, em 2020, da iniciativa Um Milhão de Oportunidades (1MiO).

O balanço foi divulgado nesta quarta-feira (17). Do total, 473.501 participantes concluíram cursos voltados ao desenvolvimento de habilidades para o mercado de trabalho, enquanto 820.664 ingressaram em vagas de aprendiz, estágio ou emprego com carteira assinada.

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Parcerias e público-alvo

O programa reúne poder público, empresas, sociedade civil e os próprios jovens. As ofertas são concentradas em uma plataforma digital que funciona como hub para divulgação de oportunidades e mobilização de parceiros.

O 1MiO mira 12 perfis prioritários, entre eles:

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  • pretos e pardos;
  • indígenas;
  • quilombolas;
  • jovens com deficiência;
  • LGBTQIAPN+;
  • jovens mães;
  • moradores de periferias urbanas e áreas rurais.

“Trabalhamos para que empresas e governos adotem processos de contratação, retenção e desenvolvimento desses jovens. Nas redes públicas de educação, reforçamos a discussão sobre projeto de vida e competências para o mundo do trabalho”, afirmou Mônica Dias Pinto, chefe de Educação do Unicef no Brasil.

Desafios persistem

Apesar do marco alcançado, a organização ressalta que o desafio da inclusão produtiva no país continua. Dados da PNAD Contínua Educação, de junho de 2025, indicam que 8,9 milhões de brasileiros entre 15 e 29 anos não estudam nem trabalham. O desemprego nessa faixa etária historicamente dobra a média nacional, cenário ainda mais crítico para mulheres, negros, pessoas com deficiência e demais grupos contemplados pelo 1MiO.

“Temos a maior geração de jovens da nossa história, 48,6 milhões entre 15 e 29 anos, e uma janela de algumas décadas para desenvolver todo esse potencial”, destacou Mônica.

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) contabiliza 1.294.165 oportunidades de formação profissional, aprendizagem, estágio e emprego formal criadas para adolescentes e jovens de 14 a 29 anos em situação de vulnerabilidade desde o lançamento, em 2020, da iniciativa Um Milhão de Oportunidades (1MiO).

O balanço foi divulgado nesta quarta-feira (17). Do total, 473.501 participantes concluíram cursos voltados ao desenvolvimento de habilidades para o mercado de trabalho, enquanto 820.664 ingressaram em vagas de aprendiz, estágio ou emprego com carteira assinada.

Parcerias e público-alvo

O programa reúne poder público, empresas, sociedade civil e os próprios jovens. As ofertas são concentradas em uma plataforma digital que funciona como hub para divulgação de oportunidades e mobilização de parceiros.

O 1MiO mira 12 perfis prioritários, entre eles:

  • pretos e pardos;
  • indígenas;
  • quilombolas;
  • jovens com deficiência;
  • LGBTQIAPN+;
  • jovens mães;
  • moradores de periferias urbanas e áreas rurais.

“Trabalhamos para que empresas e governos adotem processos de contratação, retenção e desenvolvimento desses jovens. Nas redes públicas de educação, reforçamos a discussão sobre projeto de vida e competências para o mundo do trabalho”, afirmou Mônica Dias Pinto, chefe de Educação do Unicef no Brasil.

Desafios persistem

Apesar do marco alcançado, a organização ressalta que o desafio da inclusão produtiva no país continua. Dados da PNAD Contínua Educação, de junho de 2025, indicam que 8,9 milhões de brasileiros entre 15 e 29 anos não estudam nem trabalham. O desemprego nessa faixa etária historicamente dobra a média nacional, cenário ainda mais crítico para mulheres, negros, pessoas com deficiência e demais grupos contemplados pelo 1MiO.

“Temos a maior geração de jovens da nossa história, 48,6 milhões entre 15 e 29 anos, e uma janela de algumas décadas para desenvolver todo esse potencial”, destacou Mônica.

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