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Sergipe

Sergipe intensifica monitoramento para detectar possível circulação da gripe K

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) mantém vigilância ampliada sobre o subtipo influenza A (H3N2) conhecido como “gripe K”, após registros da variante em outras regiões do país. A medida busca proteger a população sergipana e antecipar eventuais ações de controle.

30/12/2025 · 11h00
Sergipe intensifica monitoramento para detectar possível circulação da gripe K

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) mantém vigilância ampliada sobre o subtipo influenza A (H3N2) conhecido como “gripe K”, após registros da variante em outras regiões do país. A medida busca proteger a população sergipana e antecipar eventuais ações de controle.

No estado, o trabalho é conduzido pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen/SE), administrado pela Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH). O laboratório analisa rotineiramente amostras de casos suspeitos de síndrome gripal e de síndromes respiratórias graves.

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Segundo o superintendente do Lacen, Cliomar Alves, todas as amostras com alta carga viral de influenza ou SARS-CoV-2 passam por sequenciamento genético. “Até novembro, não encontramos circulação do subclado K no estado”, informou Alves.

Situação nacional

O Ministério da Saúde confirmou quatro ocorrências da gripe K no país: um caso no Pará e três no Mato Grosso do Sul. As autoridades investigam a origem das infecções.

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O que é a gripe K

O vírus não é considerado novo; trata-se de uma variação natural da influenza A, classificada oficialmente como subclado J.2.4.1. Pequenas alterações genéticas definem o subclado, podendo impactar a forma de circulação e a resposta do organismo.

Sintomas e orientação à população

Os sinais clínicos se assemelham aos da gripe sazonal: febre, tosse, dores no corpo, mal-estar e cansaço. Diante de dificuldade para respirar ou agravamento rápido, a recomendação é procurar atendimento imediato.

A principal estratégia de prevenção segue sendo a vacinação, disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). A SES orienta que moradores mantenham o esquema vacinal em dia e busquem a UBS ao apresentarem sintomas gripais.

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) mantém vigilância ampliada sobre o subtipo influenza A (H3N2) conhecido como “gripe K”, após registros da variante em outras regiões do país. A medida busca proteger a população sergipana e antecipar eventuais ações de controle.

No estado, o trabalho é conduzido pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen/SE), administrado pela Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH). O laboratório analisa rotineiramente amostras de casos suspeitos de síndrome gripal e de síndromes respiratórias graves.

Segundo o superintendente do Lacen, Cliomar Alves, todas as amostras com alta carga viral de influenza ou SARS-CoV-2 passam por sequenciamento genético. “Até novembro, não encontramos circulação do subclado K no estado”, informou Alves.

Situação nacional

O Ministério da Saúde confirmou quatro ocorrências da gripe K no país: um caso no Pará e três no Mato Grosso do Sul. As autoridades investigam a origem das infecções.

O que é a gripe K

O vírus não é considerado novo; trata-se de uma variação natural da influenza A, classificada oficialmente como subclado J.2.4.1. Pequenas alterações genéticas definem o subclado, podendo impactar a forma de circulação e a resposta do organismo.

Sintomas e orientação à população

Os sinais clínicos se assemelham aos da gripe sazonal: febre, tosse, dores no corpo, mal-estar e cansaço. Diante de dificuldade para respirar ou agravamento rápido, a recomendação é procurar atendimento imediato.

A principal estratégia de prevenção segue sendo a vacinação, disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). A SES orienta que moradores mantenham o esquema vacinal em dia e busquem a UBS ao apresentarem sintomas gripais.

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