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Aracaju intensifica ações de prevenção à violência autoprovocada durante o Janeiro Branco

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), reforça neste Janeiro Branco as iniciativas permanentes de cuidado a pessoas em sofrimento psíquico agudo, com foco em episódios de autolesão e tentativas de suicídio. O trabalho é coordenado pelo Núcleo de Prevenção de Violência e Acidentes (NUPEVA), que atua em conjunto com […]

10/01/2026 · 10h42
Aracaju intensifica ações de prevenção à violência autoprovocada durante o Janeiro Branco

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), reforça neste Janeiro Branco as iniciativas permanentes de cuidado a pessoas em sofrimento psíquico agudo, com foco em episódios de autolesão e tentativas de suicídio.

O trabalho é coordenado pelo Núcleo de Prevenção de Violência e Acidentes (NUPEVA), que atua em conjunto com a Rede de Atenção Psicossocial (REAPS). A meta é monitorar ocorrências, garantir acolhimento imediato e orientar o acompanhamento contínuo para evitar reincidências.

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Segundo a referência técnica do NUPEVA, Lidiane Gonçalves, todos os serviços da rede municipal devem notificar casos suspeitos ou confirmados de violência autoprovocada no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). “A notificação vai além do caráter epidemiológico; ela direciona o cuidado e previne novas ocorrências”, destaca.

Após o registro, a informação chega ao NUPEVA, que aciona a REAPS. O usuário é então encaminhado ao Serviço de Atendimento Psicossocial (SAPS), onde a equipe avalia a necessidade de acompanhamento ambulatorial, atendimento em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) ou outros serviços da rede.

Dados do Sinan/VIVA indicam 2.234 notificações de violência autoprovocada ou autolesão em Aracaju entre 2020 e 2025, sendo 422 ocorrências apenas no último ano. A SMS admite que o número real pode ser maior devido à subnotificação.

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O levantamento mostra prevalência entre mulheres de 20 a 29 anos, com maior concentração nos bairros Farolândia, Santa Maria e Santos Dumont. Conhecer esse perfil, afirma Lidiane Gonçalves, permite direcionar estratégias de prevenção e ampliar a oferta de cuidado em saúde mental nos territórios mais vulneráveis.

A SMS ressalta que a violência autoprovocada é multifatorial, envolvendo fatores biológicos, psicológicos, sociais e culturais. Por isso, as ações incluem desde o fortalecimento da autoestima na infância até políticas específicas para a saúde da mulher e ampliação do acesso aos serviços de saúde mental.

Como suporte imediato, o SAPS oferece escuta qualificada e orientação gratuita, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, pelo telefone 0800 729 3534 (opção 3).

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A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), reforça neste Janeiro Branco as iniciativas permanentes de cuidado a pessoas em sofrimento psíquico agudo, com foco em episódios de autolesão e tentativas de suicídio.

O trabalho é coordenado pelo Núcleo de Prevenção de Violência e Acidentes (NUPEVA), que atua em conjunto com a Rede de Atenção Psicossocial (REAPS). A meta é monitorar ocorrências, garantir acolhimento imediato e orientar o acompanhamento contínuo para evitar reincidências.

Segundo a referência técnica do NUPEVA, Lidiane Gonçalves, todos os serviços da rede municipal devem notificar casos suspeitos ou confirmados de violência autoprovocada no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). “A notificação vai além do caráter epidemiológico; ela direciona o cuidado e previne novas ocorrências”, destaca.

Após o registro, a informação chega ao NUPEVA, que aciona a REAPS. O usuário é então encaminhado ao Serviço de Atendimento Psicossocial (SAPS), onde a equipe avalia a necessidade de acompanhamento ambulatorial, atendimento em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) ou outros serviços da rede.

Dados do Sinan/VIVA indicam 2.234 notificações de violência autoprovocada ou autolesão em Aracaju entre 2020 e 2025, sendo 422 ocorrências apenas no último ano. A SMS admite que o número real pode ser maior devido à subnotificação.

O levantamento mostra prevalência entre mulheres de 20 a 29 anos, com maior concentração nos bairros Farolândia, Santa Maria e Santos Dumont. Conhecer esse perfil, afirma Lidiane Gonçalves, permite direcionar estratégias de prevenção e ampliar a oferta de cuidado em saúde mental nos territórios mais vulneráveis.

A SMS ressalta que a violência autoprovocada é multifatorial, envolvendo fatores biológicos, psicológicos, sociais e culturais. Por isso, as ações incluem desde o fortalecimento da autoestima na infância até políticas específicas para a saúde da mulher e ampliação do acesso aos serviços de saúde mental.

Como suporte imediato, o SAPS oferece escuta qualificada e orientação gratuita, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, pelo telefone 0800 729 3534 (opção 3).

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