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Economia

Falta de indicadores no planejamento estratégico ameaça competitividade empresarial

Empresas que traçam metas sem acompanhar resultados perdem competitividade, alertam as consultoras empresariais Alliny Correia e Mariana Cedraz, sócias da Consultoria Sophie. Para elas, indicadores de desempenho deixaram de ser opcionais e se tornaram peça-chave na execução da estratégia corporativa. Indicadores como painel de controle Segundo Alliny Correia, especialista em gestão estratégica, planejar sem medir […]

23/01/2026 · 21h24
Falta de indicadores no planejamento estratégico ameaça competitividade empresarial

Empresas que traçam metas sem acompanhar resultados perdem competitividade, alertam as consultoras empresariais Alliny Correia e Mariana Cedraz, sócias da Consultoria Sophie. Para elas, indicadores de desempenho deixaram de ser opcionais e se tornaram peça-chave na execução da estratégia corporativa.

Indicadores como painel de controle

Segundo Alliny Correia, especialista em gestão estratégica, planejar sem medir equivale a viajar sem painel de controle. “A organização pode saber onde quer chegar, mas não identifica se está no caminho correto, se precisa corrigir a rota ou se emprega os recursos de forma eficiente”, afirma.

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Na avaliação da consultora, métricas transformam objetivos em dados concretos, permitem acompanhar metas, avaliar projetos e tomar decisões baseadas em fatos. Também antecipam riscos, expõem gargalos operacionais e revelam oportunidades de melhoria.

Menos é mais na escolha das métricas

Mariana Cedraz, estatística e especialista em Business Intelligence, chama a atenção para o excesso de indicadores ou para métricas desalinhadas à estratégia. “Monitorar tudo pode ser tão ineficaz quanto não monitorar nada. Cada indicador deve responder se estamos mais próximos ou distantes dos objetivos”, explica.

Ela destaca que projetos estratégicos precisam de acompanhamento constante para não se tornarem iniciativas isoladas e sem impacto real no negócio.

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Cultura orientada a resultados

As consultoras defendem que o compartilhamento dos indicadores com as equipes é fundamental. Para Alliny Correia, quando colaboradores entendem o propósito das métricas, passam a usá-las como ferramentas de melhoria contínua, e não apenas de controle.

O monitoramento estruturado também fortalece a governança corporativa e a responsabilidade compartilhada. “Resultados deixam de ser tarefa exclusiva da gestão e passam a ser construídos coletivamente”, acrescenta Mariana Cedraz.

De acordo com as especialistas, a mensuração contínua mantém a estratégia viva, permite ajustes ágeis e alinha prioridades. “Estratégias bem-sucedidas combinam visão de futuro com disciplina de execução, metas claras e ciclos curtos de análise”, conclui Cedraz.

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Empresas que traçam metas sem acompanhar resultados perdem competitividade, alertam as consultoras empresariais Alliny Correia e Mariana Cedraz, sócias da Consultoria Sophie. Para elas, indicadores de desempenho deixaram de ser opcionais e se tornaram peça-chave na execução da estratégia corporativa.

Indicadores como painel de controle

Segundo Alliny Correia, especialista em gestão estratégica, planejar sem medir equivale a viajar sem painel de controle. “A organização pode saber onde quer chegar, mas não identifica se está no caminho correto, se precisa corrigir a rota ou se emprega os recursos de forma eficiente”, afirma.

Na avaliação da consultora, métricas transformam objetivos em dados concretos, permitem acompanhar metas, avaliar projetos e tomar decisões baseadas em fatos. Também antecipam riscos, expõem gargalos operacionais e revelam oportunidades de melhoria.

Menos é mais na escolha das métricas

Mariana Cedraz, estatística e especialista em Business Intelligence, chama a atenção para o excesso de indicadores ou para métricas desalinhadas à estratégia. “Monitorar tudo pode ser tão ineficaz quanto não monitorar nada. Cada indicador deve responder se estamos mais próximos ou distantes dos objetivos”, explica.

Ela destaca que projetos estratégicos precisam de acompanhamento constante para não se tornarem iniciativas isoladas e sem impacto real no negócio.

Cultura orientada a resultados

As consultoras defendem que o compartilhamento dos indicadores com as equipes é fundamental. Para Alliny Correia, quando colaboradores entendem o propósito das métricas, passam a usá-las como ferramentas de melhoria contínua, e não apenas de controle.

O monitoramento estruturado também fortalece a governança corporativa e a responsabilidade compartilhada. “Resultados deixam de ser tarefa exclusiva da gestão e passam a ser construídos coletivamente”, acrescenta Mariana Cedraz.

De acordo com as especialistas, a mensuração contínua mantém a estratégia viva, permite ajustes ágeis e alinha prioridades. “Estratégias bem-sucedidas combinam visão de futuro com disciplina de execução, metas claras e ciclos curtos de análise”, conclui Cedraz.

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