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Policial

Polícia Militar de Sergipe entrega Espadim Tiradentes a cadetes do CFO/2025 em solenidade no CEI

A Polícia Militar de Sergipe promove, na quinta-feira (19), a entrega do Espadim Tiradentes aos cadetes do Curso de Formação de Oficiais (CFO/2025). A...

19/02/2026 · 08h31 · Atualizado às 18h46
Polícia Militar de Sergipe entrega Espadim Tiradentes a cadetes do CFO/2025 em solenidade no CEI

A Polícia Militar de Sergipe promove, na quinta-feira (19), a entrega do Espadim Tiradentes aos cadetes do Curso de Formação de Oficiais (CFO/2025). A cerimônia está marcada para as 19h, no Centro de Ensino e Instrução (CEI), e incluirá também a formatura de cinco alunos do Estágio de Adaptação de Oficial do Quadro de Saúde.

O Espadim, mais do que um objeto, representa a autoridade e a responsabilidade atribuídas ao futuro oficial. A origem desse emblema remonta ao século XIX, durante o reinado do Czar Alexander III, do Exército Russo. Após a vitória em Varna — território que hoje pertence à Bulgária —, o monarca mandou confeccionar pequenas réplicas de espadas para que os príncipes as usassem como símbolo de seu aprendizado até estarem aptos ao comando.

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No Brasil, a prática teve início em 1932, na antiga Escola Militar de Realengo, e passou a ser consolidada a partir de 1944 pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN). Nas polícias militares do país, a arma é conhecida como “Espadim Tiradentes”, em homenagem ao Alferes Joaquim José da Silva Xavier, patrono das polícias civis e militares brasileiras.

Para a corporação, o espadim identifica o cadete como aprendiz de oficial e marca o começo de uma trajetória orientada pela honra, pela dignidade e por um preparo rigoroso para funções de comando e liderança.

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O restabelecimento dessa cerimônia em Sergipe foi uma iniciativa da gestão do comandante-geral, coronel Alexsandro Ribeiro. Em fevereiro de 2023, após um período de interrupção, a tradição foi retomada com a turma CFO-2022/1, devolvendo à Polícia Militar a realização das solenidades formais de formação.

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Na solenidade desta quinta-feira, diante de familiares e autoridades, os cadetes da turma de 2025 receberão o espadim das mãos de seus padrinhos e madrinhas. Em seguida, desembainharão a lâmina como parte do rito e prestarão o juramento solene de servir e proteger a sociedade sergipana.

 

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A Polícia Militar de Sergipe promove, na quinta-feira (19), a entrega do Espadim Tiradentes aos cadetes do Curso de Formação de Oficiais (CFO/2025). A cerimônia está marcada para as 19h, no Centro de Ensino e Instrução (CEI), e incluirá também a formatura de cinco alunos do Estágio de Adaptação de Oficial do Quadro de Saúde.

O Espadim, mais do que um objeto, representa a autoridade e a responsabilidade atribuídas ao futuro oficial. A origem desse emblema remonta ao século XIX, durante o reinado do Czar Alexander III, do Exército Russo. Após a vitória em Varna — território que hoje pertence à Bulgária —, o monarca mandou confeccionar pequenas réplicas de espadas para que os príncipes as usassem como símbolo de seu aprendizado até estarem aptos ao comando.

No Brasil, a prática teve início em 1932, na antiga Escola Militar de Realengo, e passou a ser consolidada a partir de 1944 pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN). Nas polícias militares do país, a arma é conhecida como “Espadim Tiradentes”, em homenagem ao Alferes Joaquim José da Silva Xavier, patrono das polícias civis e militares brasileiras.

Para a corporação, o espadim identifica o cadete como aprendiz de oficial e marca o começo de uma trajetória orientada pela honra, pela dignidade e por um preparo rigoroso para funções de comando e liderança.

O restabelecimento dessa cerimônia em Sergipe foi uma iniciativa da gestão do comandante-geral, coronel Alexsandro Ribeiro. Em fevereiro de 2023, após um período de interrupção, a tradição foi retomada com a turma CFO-2022/1, devolvendo à Polícia Militar a realização das solenidades formais de formação.

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Na solenidade desta quinta-feira, diante de familiares e autoridades, os cadetes da turma de 2025 receberão o espadim das mãos de seus padrinhos e madrinhas. Em seguida, desembainharão a lâmina como parte do rito e prestarão o juramento solene de servir e proteger a sociedade sergipana.

 

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