O índice colocou o estado com o segundo menor crescimento do Nordeste e abaixo da média nacional.
O volume de vendas no comércio varejista de Sergipe em 2025 cresceu 1,3%. O índice é o segundo menor entre os estados do Nordeste. Apenas o Piauí (0,3%) teve um crescimento inferior. Esse resultado colocou Sergipe em 18º lugar no crescimento do país. A média de crescimento nacional foi de 1,6%. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE.
O mês de dezembro teve queda de 1,2% quando comparado ao mês de novembro de 2025. No entanto, ao comparar dezembro de 2025 a dezembro de 2024, houve um crescimento de 3,3%.
Em relação ao comércio varejista ampliado, em 2025, Sergipe cresceu 0,2%, índice coloca Sergipe na 22ª posição do país. O comércio varejista ampliado inclui, além do varejo propriamente dito, o comércio de veículos, motos, partes e peças; o comércio de material de construção; e o comércio atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo.
Sergipe teve queda no comércio varejista ampliado quando comparado dezembro de 2025 em relação ao mês imediatamente anterior, como ajustes sazonais (-1,5%). Apesar disso, houve um crescimento de 2,8% em dezembro de 2025 frente ao mesmo mês de 2024.
Brasil
As vendas no comércio varejista fecharam 2025 com alta de 1,6%. Em dezembro de 2025, frente a novembro, as vendas no comércio no país variaram negativamente 0,4%. Já a média móvel trimestral mostrou variação positiva de 0,3% no trimestre finalizado em dezembro.
A expansão registrada no ano passado levou a série do índice de base fixa do volume com ajuste sazonal a novos níveis recordes atingindo o patamar máximo em novembro.
“O comércio varejista fecha 2025 com crescimento em relação a 2024, mas com uma amplitude menor. No ano retrasado, o acumulado de ganhos chegou a 4,1%, um crescimento bem forte. Já 2025 fecha com 1,6%, mais ou menos no mesmo nível de crescimento registrado nos anos anteriores. Em 2023, havia sido 1,7%, 2022 1,0% e 2021 1,4%. O crescimento de 2025 foi razoavelmente distribuído, puxado pela farmacêutica, por móveis e eletrodomésticos e equipamentos para escritório, informática e comunicação, essa última fortemente influenciada pela forte desvalorização do dólar frente ao real, que ajudou nas vendas de produtos eletrônicos importados, como celulares e laptops”, avalia o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.
Foto: Helena Pontes
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