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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Bloqueios crescem 39% no Carnaval 2026

Durante o período oficial da folia (13 a 17 de fevereiro), a plataforma contabilizou 3.115 solicitações de bloqueio em todo o Brasil. No Carnaval de 2025, esse número havia sido de 2.240 registros, o que confirma a tendência de crescimento na utilização da ferramenta.

20/02/2026 · 10h24
Bloqueios crescem 39% no Carnaval 2026

O sistema registrou um recorde de acionamentos, mostrando que o folião está agindo mais rápido para proteger dados bancários e digitais após furtos e roubos.

Durante o período oficial da folia (13 a 17 de fevereiro), a plataforma contabilizou 3.115 solicitações de bloqueio em todo o Brasil. No Carnaval de 2025, esse número havia sido de 2.240 registros, o que confirma a tendência de crescimento na utilização da ferramenta.

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Radiografia dos Bloqueios em 2026

O volume de alertas seguiu o ritmo da festa, atingindo o pico no último dia oficial:

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  • Sexta (13/02): 390 solicitações
  • Sábado (14/02): 614 solicitações
  • Domingo (15/02): 675 solicitações
  • Segunda (16/02): 692 solicitações
  • Terça (17/02): 744 solicitações (Recorde do período)

Como funciona o Celular Seguro?

O aplicativo é uma “camada extra” de proteção que permite inutilizar o aparelho e acessos financeiros de forma centralizada:

  1. Bloqueio de IMEI: Inviabiliza o uso do aparelho em qualquer operadora nacional.
  2. Contas Bancárias: Notifica instantaneamente as instituições financeiras parceiras (como BB, Caixa, Itaú, Bradesco, Nubank, entre outras) para bloquear o acesso aos apps de banco.
  3. Pessoa de Confiança: Você pode cadastrar amigos ou familiares que podem emitir o alerta por você, caso o seu celular seja levado.
  4. Modo Recuperação (Novidade 2026): O governo integrou o sistema às polícias civis, permitindo o envio de mensagens para o aparelho com restrição e a geração automática do Boletim de Ocorrência (B.O.).

O “Lado B” dos Números

Embora o aumento nos bloqueios indique que a população está mais informada, ele também escancara o desafio da segurança pública. Em cidades como São Paulo, a Polícia Civil precisou infiltrar agentes fantasiados (de Caça-Fantasmas e Chaves) nos blocos para prender quadrilhas especializadas que chegavam a furtar dezenas de aparelhos em uma única tarde.

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O sistema registrou um recorde de acionamentos, mostrando que o folião está agindo mais rápido para proteger dados bancários e digitais após furtos e roubos.

Durante o período oficial da folia (13 a 17 de fevereiro), a plataforma contabilizou 3.115 solicitações de bloqueio em todo o Brasil. No Carnaval de 2025, esse número havia sido de 2.240 registros, o que confirma a tendência de crescimento na utilização da ferramenta.

Radiografia dos Bloqueios em 2026

O volume de alertas seguiu o ritmo da festa, atingindo o pico no último dia oficial:

  • Sexta (13/02): 390 solicitações
  • Sábado (14/02): 614 solicitações
  • Domingo (15/02): 675 solicitações
  • Segunda (16/02): 692 solicitações
  • Terça (17/02): 744 solicitações (Recorde do período)

Como funciona o Celular Seguro?

O aplicativo é uma “camada extra” de proteção que permite inutilizar o aparelho e acessos financeiros de forma centralizada:

  1. Bloqueio de IMEI: Inviabiliza o uso do aparelho em qualquer operadora nacional.
  2. Contas Bancárias: Notifica instantaneamente as instituições financeiras parceiras (como BB, Caixa, Itaú, Bradesco, Nubank, entre outras) para bloquear o acesso aos apps de banco.
  3. Pessoa de Confiança: Você pode cadastrar amigos ou familiares que podem emitir o alerta por você, caso o seu celular seja levado.
  4. Modo Recuperação (Novidade 2026): O governo integrou o sistema às polícias civis, permitindo o envio de mensagens para o aparelho com restrição e a geração automática do Boletim de Ocorrência (B.O.).

O “Lado B” dos Números

Embora o aumento nos bloqueios indique que a população está mais informada, ele também escancara o desafio da segurança pública. Em cidades como São Paulo, a Polícia Civil precisou infiltrar agentes fantasiados (de Caça-Fantasmas e Chaves) nos blocos para prender quadrilhas especializadas que chegavam a furtar dezenas de aparelhos em uma única tarde.

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