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Cidadania

Minha Casa, Minha Vida: governo federal deve elevar teto de renda familiar

Proposta em análise pelo Conselho Curador do FGTS prevê novos limites para todas as faixas; teto para classe média pode chegar a R$ 13 mil. BRASÍLIA – O governo federal formalizou uma proposta estratégica para atualizar as regras do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). O objetivo central é reajustar os limites de renda familiar para compensar […]

03/03/2026 · 16h00
Minha Casa, Minha Vida: governo federal deve elevar teto de renda familiar

Proposta em análise pelo Conselho Curador do FGTS prevê novos limites para todas as faixas; teto para classe média pode chegar a R$ 13 mil.

BRASÍLIA – O governo federal formalizou uma proposta estratégica para atualizar as regras do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). O objetivo central é reajustar os limites de renda familiar para compensar os efeitos da inflação no setor da construção civil e garantir que famílias que tiveram ganhos nominais de rendimentos não sejam excluídas dos benefícios do programa.

As Novas Faixas de Renda

A atualização proposta abrange todas as modalidades do programa, com destaque para a inclusão de famílias com rendimentos mais elevados na chamada “Faixa 4”, voltada para a classe média.

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Faixa de RendaLimite AtualNovo Limite Proposto
Faixa 1R$ 2.850R$ 3.200
Faixa 2R$ 4.700R$ 5.000
Faixa 3R$ 8.600R$ 9.600
Classe Média (Faixa 4)R$ 12.000R$ 13.000

Exportar para as Planilhas

Impacto no Valor dos Imóveis

Além de quem pode contratar, o governo também quer mudar o que pode ser comprado. Para acompanhar o aumento dos custos de materiais de construção, os valores máximos das unidades habitacionais financiadas pelo FGTS também devem subir:

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  • Teto da Faixa 3: Deve passar de R$ 350 mil para R$ 400 mil.
  • Teto da Classe Média: A proposta é elevar o limite para imóveis de até R$ 600 mil.

Por que mudar agora?

Segundo técnicos do Ministério das Cidades, o ajuste é necessário para manter o ritmo de contratações. Com o aumento do salário mínimo e dissídios coletivos, muitas famílias acabavam “pulando” de faixa ou perdendo o direito a subsídios, mesmo sem um ganho real de poder de compra. A medida também visa estimular o mercado imobiliário, que enfrenta a escassez de recursos da caderneta de poupança.

Próximos Passos

A proposta foi encaminhada ao Conselho Curador do FGTS, que é o órgão responsável por dar a palavra final sobre o uso dos recursos do fundo para habitação. Caso aprovada, a nova regulamentação deve entrar em vigor ainda no primeiro semestre de 2026.

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Proposta em análise pelo Conselho Curador do FGTS prevê novos limites para todas as faixas; teto para classe média pode chegar a R$ 13 mil.

BRASÍLIA – O governo federal formalizou uma proposta estratégica para atualizar as regras do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). O objetivo central é reajustar os limites de renda familiar para compensar os efeitos da inflação no setor da construção civil e garantir que famílias que tiveram ganhos nominais de rendimentos não sejam excluídas dos benefícios do programa.

As Novas Faixas de Renda

A atualização proposta abrange todas as modalidades do programa, com destaque para a inclusão de famílias com rendimentos mais elevados na chamada “Faixa 4”, voltada para a classe média.

Faixa de RendaLimite AtualNovo Limite Proposto
Faixa 1R$ 2.850R$ 3.200
Faixa 2R$ 4.700R$ 5.000
Faixa 3R$ 8.600R$ 9.600
Classe Média (Faixa 4)R$ 12.000R$ 13.000

Exportar para as Planilhas

Impacto no Valor dos Imóveis

Além de quem pode contratar, o governo também quer mudar o que pode ser comprado. Para acompanhar o aumento dos custos de materiais de construção, os valores máximos das unidades habitacionais financiadas pelo FGTS também devem subir:

  • Teto da Faixa 3: Deve passar de R$ 350 mil para R$ 400 mil.
  • Teto da Classe Média: A proposta é elevar o limite para imóveis de até R$ 600 mil.

Por que mudar agora?

Segundo técnicos do Ministério das Cidades, o ajuste é necessário para manter o ritmo de contratações. Com o aumento do salário mínimo e dissídios coletivos, muitas famílias acabavam “pulando” de faixa ou perdendo o direito a subsídios, mesmo sem um ganho real de poder de compra. A medida também visa estimular o mercado imobiliário, que enfrenta a escassez de recursos da caderneta de poupança.

Próximos Passos

A proposta foi encaminhada ao Conselho Curador do FGTS, que é o órgão responsável por dar a palavra final sobre o uso dos recursos do fundo para habitação. Caso aprovada, a nova regulamentação deve entrar em vigor ainda no primeiro semestre de 2026.

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