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Economia

Dólar fecha em R$ 5,287 após alta em meio a temores sobre Oriente Médio

Mercado reage a escalada de risco no Oriente Médio O dólar comercial encerrou a sessão desta quinta-feira vendido a R$ 5,287, alta de R$ 0,069...

06/03/2026 · 09h54
Dólar fecha em R$ 5,287 após alta em meio a temores sobre Oriente Médio

Mercado reage a escalada de risco no Oriente Médio

O dólar comercial encerrou a sessão desta quinta-feira vendido a R$ 5,287, alta de R$ 0,069 (+1,32%), em um dia de maior aversão ao risco por conta de novos episódios relacionados ao conflito no Oriente Médio. A moeda chegou a se aproximar de R$ 5,30 e marcou o maior fechamento desde o fim de janeiro.

Pela manhã a cotação se manteve por volta de R$ 5,23, avançou para acima de R$ 5,28 no início da tarde e, por volta das 16h30 (Brasília UTC-3), atingiu R$ 5,29 antes de recuar levemente no fechamento. O movimento foi impulsionado por um fluxo global de investidores em busca de ativos considerados mais seguros.

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Na semana, o dólar acumula alta de 2,34% e, no ano, registra queda de 3,66%.

O mercado acionário acompanhou a onda de aversão ao risco. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 180.464 pontos, recuo de 2,64%, nível mais baixo desde 26 de janeiro. Entre os setores, apenas as ações de petroleiras tiveram valorização, refletindo a elevação dos preços internacionais do petróleo.

O barril do tipo Brent subiu 4,93%, para US$ 85,41, marcando a quinta alta consecutiva. A alta do petróleo reforçou ganhos para papéis ligados ao setor, enquanto outros segmentos puxaram o índice para baixo.

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Agentes financeiros no mundo realocaram recursos de ativos mais arriscados para títulos do Tesouro dos Estados Unidos, considerados porto seguro. A retomada de ataques na região — incluindo bombardeio atribuído ao Irã contra um aeroporto em uma área autônoma do Azerbaijão — reacendeu o receio de ampliação do conflito.

dolar moeda 0803221212

O potencial fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado globalmente, voltou a ser citado como fator de pressão sobre preços. A possibilidade de interrupção das exportações por grandes produtores, como o Iraque e o Kwait, foi mencionada como ameaça à oferta internacional de óleo e gás natural.

A sessão teve ainda impacto nas negociações de câmbio e ativos locais, com investidores repercutindo as notícias internacionais ao longo do dia. A matéria contou com informações da Reuters.

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Mercado reage a escalada de risco no Oriente Médio

O dólar comercial encerrou a sessão desta quinta-feira vendido a R$ 5,287, alta de R$ 0,069 (+1,32%), em um dia de maior aversão ao risco por conta de novos episódios relacionados ao conflito no Oriente Médio. A moeda chegou a se aproximar de R$ 5,30 e marcou o maior fechamento desde o fim de janeiro.

Pela manhã a cotação se manteve por volta de R$ 5,23, avançou para acima de R$ 5,28 no início da tarde e, por volta das 16h30 (Brasília UTC-3), atingiu R$ 5,29 antes de recuar levemente no fechamento. O movimento foi impulsionado por um fluxo global de investidores em busca de ativos considerados mais seguros.

Na semana, o dólar acumula alta de 2,34% e, no ano, registra queda de 3,66%.

O mercado acionário acompanhou a onda de aversão ao risco. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 180.464 pontos, recuo de 2,64%, nível mais baixo desde 26 de janeiro. Entre os setores, apenas as ações de petroleiras tiveram valorização, refletindo a elevação dos preços internacionais do petróleo.

O barril do tipo Brent subiu 4,93%, para US$ 85,41, marcando a quinta alta consecutiva. A alta do petróleo reforçou ganhos para papéis ligados ao setor, enquanto outros segmentos puxaram o índice para baixo.

Agentes financeiros no mundo realocaram recursos de ativos mais arriscados para títulos do Tesouro dos Estados Unidos, considerados porto seguro. A retomada de ataques na região — incluindo bombardeio atribuído ao Irã contra um aeroporto em uma área autônoma do Azerbaijão — reacendeu o receio de ampliação do conflito.

dolar moeda 0803221212

O potencial fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado globalmente, voltou a ser citado como fator de pressão sobre preços. A possibilidade de interrupção das exportações por grandes produtores, como o Iraque e o Kwait, foi mencionada como ameaça à oferta internacional de óleo e gás natural.

A sessão teve ainda impacto nas negociações de câmbio e ativos locais, com investidores repercutindo as notícias internacionais ao longo do dia. A matéria contou com informações da Reuters.

 

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