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Aracaju, Segunda-feira, 5 de outubro de 2026
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Economia

Abstenção atinge 21%: quase 33,5 milhões deixaram de votar

Abstenção no primeiro turno foi de 21% — quase 33,5 milhões; comparecimento ficou em cerca de 125 milhões. Segundo turno acontece em 25/10.

05/10/2026 · 15h39 · Atualizado às 16h43
Abstenção atinge 21%: quase 33,5 milhões deixaram de votar

O primeiro turno teve a maior taxa de abstenção desde 1998; a participação ficou em 79%, com cerca de 125 milhões de eleitores votando. O pleito registrou também 2,2 milhões de votos em branco e 3,6 milhões nulos.

O primeiro turno das eleições deste ano registrou uma abstenção de 21%, o que corresponde a quase 33 milhões e meio de eleitores que não votaram. O número é o maior observado desde 1998, segundo os dados oficiais divulgados após a votação.

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Do total de 160 milhões de eleitores aptos a votar, cerca de 125 milhões compareceram às urnas, o que representa quase 79% de participação. Além da abstenção, o pleito contabilizou dois milhões e 200 mil votos em branco e três milhões e 600 mil votos nulos, números que também integram o balanço do primeiro turno.

Após a divulgação dos resultados, Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirmou que vai trabalhar para reduzir a abstenção no segundo turno e aprimorar os mecanismos de participação. Em seu pronunciamento, ele destacou a necessidade de intensificar ações para aproximar eleitores das urnas.

“Não é o ideal, abstenção de 20%. A ideia é intensificar e aperfeiçoar todos os mecanismos disponíveis para a justiça eleitoral para que as pessoas consigam diminuir esse percentual num segundo turno.”

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O pronunciamento do presidente do TSE ressalta o objetivo institucional de buscar medidas que facilitem o comparecimento nas zonas eleitorais e estimulem o exercício do voto. As propostas citadas visam, segundo ele, combinar aperfeiçoamento operacional e campanhas de mobilização.

Especialistas e observadores têm destacado que a queda na participação pode ser influenciada por fatores diversos, como descrédito, logística de deslocamento e decisões pessoais de electores. Os números do primeiro turno serão usados como referência nas ações preparatórias para o próximo turno.

A votação no segundo turno acontece no domingo, 25 de outubro. As autoridades eleitorais e os partidos deverão seguir com esforços para esclarecer eleitores sobre locais de votação, horários e procedimentos, além de manter canais de atendimento para dúvidas e suporte no dia do pleito.

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O balanço final do primeiro turno, com os percentuais de abstenção, votos em branco e nulos, serve como base para debate público e para ajustes nas estratégias de mobilização que serão implementadas até a data do segundo turno.

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O primeiro turno teve a maior taxa de abstenção desde 1998; a participação ficou em 79%, com cerca de 125 milhões de eleitores votando. O pleito registrou também 2,2 milhões de votos em branco e 3,6 milhões nulos.

O primeiro turno das eleições deste ano registrou uma abstenção de 21%, o que corresponde a quase 33 milhões e meio de eleitores que não votaram. O número é o maior observado desde 1998, segundo os dados oficiais divulgados após a votação.

Do total de 160 milhões de eleitores aptos a votar, cerca de 125 milhões compareceram às urnas, o que representa quase 79% de participação. Além da abstenção, o pleito contabilizou dois milhões e 200 mil votos em branco e três milhões e 600 mil votos nulos, números que também integram o balanço do primeiro turno.

Após a divulgação dos resultados, Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirmou que vai trabalhar para reduzir a abstenção no segundo turno e aprimorar os mecanismos de participação. Em seu pronunciamento, ele destacou a necessidade de intensificar ações para aproximar eleitores das urnas.

“Não é o ideal, abstenção de 20%. A ideia é intensificar e aperfeiçoar todos os mecanismos disponíveis para a justiça eleitoral para que as pessoas consigam diminuir esse percentual num segundo turno.”

O pronunciamento do presidente do TSE ressalta o objetivo institucional de buscar medidas que facilitem o comparecimento nas zonas eleitorais e estimulem o exercício do voto. As propostas citadas visam, segundo ele, combinar aperfeiçoamento operacional e campanhas de mobilização.

Especialistas e observadores têm destacado que a queda na participação pode ser influenciada por fatores diversos, como descrédito, logística de deslocamento e decisões pessoais de electores. Os números do primeiro turno serão usados como referência nas ações preparatórias para o próximo turno.

A votação no segundo turno acontece no domingo, 25 de outubro. As autoridades eleitorais e os partidos deverão seguir com esforços para esclarecer eleitores sobre locais de votação, horários e procedimentos, além de manter canais de atendimento para dúvidas e suporte no dia do pleito.

O balanço final do primeiro turno, com os percentuais de abstenção, votos em branco e nulos, serve como base para debate público e para ajustes nas estratégias de mobilização que serão implementadas até a data do segundo turno.

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