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Brasil

Advogado de réus do 8 de Janeiro e de Oswaldo Eustáquio é encontrado morto aos 56 anos

O advogado Luiz Felipe Pereira Cunha foi encontrado morto aos 56 anos na manhã desta segunda-feira (8), vítima de um mal súbito. Familiares suspeitam que a causa da morte tenha sido um infarto fulminante. De forma voluntária, Luiz Felipe defendia diversos réus das invasões às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro. Ele também atuava como […]

09/09/2025 · 20h57 · Atualizado às 19h03
Advogado de réus do 8 de Janeiro e de Oswaldo Eustáquio é encontrado morto aos 56 anos

O advogado Luiz Felipe Pereira Cunha foi encontrado morto aos 56 anos na manhã desta segunda-feira (8), vítima de um mal súbito. Familiares suspeitam que a causa da morte tenha sido um infarto fulminante.

De forma voluntária, Luiz Felipe defendia diversos réus das invasões às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro. Ele também atuava como um dos advogados do comunicador bolsonarista Oswaldo Eustáquio no Brasil.

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Entre seus clientes no caso do 8 de Janeiro estavam Adalgiza Maria Dourado e o lanterneiro Claudinei Pego da Silva. Nos dois processos, o advogado acionou a Organização dos Estados Americanos (OEA) e acusou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, por supostas violações de direitos humanos.


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O advogado Luiz Felipe Pereira Cunha foi encontrado morto aos 56 anos na manhã desta segunda-feira (8), vítima de um mal súbito. Familiares suspeitam que a causa da morte tenha sido um infarto fulminante.

De forma voluntária, Luiz Felipe defendia diversos réus das invasões às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro. Ele também atuava como um dos advogados do comunicador bolsonarista Oswaldo Eustáquio no Brasil.

Entre seus clientes no caso do 8 de Janeiro estavam Adalgiza Maria Dourado e o lanterneiro Claudinei Pego da Silva. Nos dois processos, o advogado acionou a Organização dos Estados Americanos (OEA) e acusou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, por supostas violações de direitos humanos.


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