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Alaíde Costa e Emicida lançam dueto que fecha trilogia e antecipa álbum

Dueto inédito entre Alaíde Costa e Emicida chega em 06/11; single antecipa álbum 'Meu Vício na Dor de Amar Demais', com lançamento em 26/11.

07/11/2026 · 13h52
Alaíde Costa e Emicida lançam dueto que fecha trilogia e antecipa álbum

‘Só por Isso Eu Vim’ estreia nesta sexta (6), unindo pela primeira vez as vozes de Alaíde Costa e Emicida em mesma gravação. O single antecipa o álbum ‘Meu Vício na Dor de Amar Demais’, que sai em 26 de novembro e encerra trilogia produzida por Marcus Preto, Pupillo e Emicida.

Alaíde Costa e Emicida lançam nesta sexta-feira (6) o dueto “Só por Isso Eu Vim”. O single antecipa o álbum “Meu Vício na Dor de Amar Demais”, com lançamento marcado para 26 de novembro, e fecha a trilogia que Alaíde gravou com produção de Marcus Preto, Pupillo e Emicida.

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A canção reúne, pela primeira vez numa mesma gravação, as vozes dos dois artistas. A estrutura da faixa apresenta-se como um diálogo musical: Alaíde abre a canção confessando timidez e saudade; Emicida responde décadas depois, colocando-se do outro lado da mesma espera. Embora um amor platônico surja nos primeiros versos, a letra evita reduzir a relação entre os dois personagens a um rótulo único, mantendo o sentido aberto entre amizade e amor.

A história da formação do dueto surgiu a partir de um arquivo informal: Alaíde guardava a primeira metade de “Só por Isso Eu Vim” há décadas, porque sentia falta de uma segunda parte. Em ocasiões informais, Marcus Preto ouviu Alaíde cantar sua metade e registrou uma versão à capella no celular. Marcus Preto então enviou a gravação a Emicida, sugerindo que ele escrevesse uma resposta — assim nasceu o dueto.

Na gravação, a banda que acompanha a dupla conta com Leo Mendes no violão e com os sopros de Eduardo Neves e Antonio Neves, pai e filho. Eduardo toca flauta e saxofone; Antonio, trompete e trombone. A sonoridade construída dialoga com referências da MPB e passeia por um universo que remete a nomes como Johnny Alf e sua “Ilusão à Toa”.

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O álbum “Meu Vício na Dor de Amar Demais” tem patrocínio do Natura Musical e tem repertório centrado no tema do amor não correspondido e nas tensões emocionais que isso provoca — uma linha que acompanha a carreira de Alaíde desde sua estreia em disco, no fim dos anos 1950, quando ajudou a moldar a Bossa Nova.

Alaíde completará 91 anos no dia 8 de dezembro. O lançamento do single e o anúncio do álbum reforçam a continuidade de sua trajetória artística ao mesmo tempo em que estabelecem um encontro entre gerações da música brasileira.

“Só por Isso Eu Vim” já está disponível nas plataformas digitais.

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‘Só por Isso Eu Vim’ estreia nesta sexta (6), unindo pela primeira vez as vozes de Alaíde Costa e Emicida em mesma gravação. O single antecipa o álbum ‘Meu Vício na Dor de Amar Demais’, que sai em 26 de novembro e encerra trilogia produzida por Marcus Preto, Pupillo e Emicida.

Alaíde Costa e Emicida lançam nesta sexta-feira (6) o dueto “Só por Isso Eu Vim”. O single antecipa o álbum “Meu Vício na Dor de Amar Demais”, com lançamento marcado para 26 de novembro, e fecha a trilogia que Alaíde gravou com produção de Marcus Preto, Pupillo e Emicida.

A canção reúne, pela primeira vez numa mesma gravação, as vozes dos dois artistas. A estrutura da faixa apresenta-se como um diálogo musical: Alaíde abre a canção confessando timidez e saudade; Emicida responde décadas depois, colocando-se do outro lado da mesma espera. Embora um amor platônico surja nos primeiros versos, a letra evita reduzir a relação entre os dois personagens a um rótulo único, mantendo o sentido aberto entre amizade e amor.

A história da formação do dueto surgiu a partir de um arquivo informal: Alaíde guardava a primeira metade de “Só por Isso Eu Vim” há décadas, porque sentia falta de uma segunda parte. Em ocasiões informais, Marcus Preto ouviu Alaíde cantar sua metade e registrou uma versão à capella no celular. Marcus Preto então enviou a gravação a Emicida, sugerindo que ele escrevesse uma resposta — assim nasceu o dueto.

Na gravação, a banda que acompanha a dupla conta com Leo Mendes no violão e com os sopros de Eduardo Neves e Antonio Neves, pai e filho. Eduardo toca flauta e saxofone; Antonio, trompete e trombone. A sonoridade construída dialoga com referências da MPB e passeia por um universo que remete a nomes como Johnny Alf e sua “Ilusão à Toa”.

O álbum “Meu Vício na Dor de Amar Demais” tem patrocínio do Natura Musical e tem repertório centrado no tema do amor não correspondido e nas tensões emocionais que isso provoca — uma linha que acompanha a carreira de Alaíde desde sua estreia em disco, no fim dos anos 1950, quando ajudou a moldar a Bossa Nova.

Alaíde completará 91 anos no dia 8 de dezembro. O lançamento do single e o anúncio do álbum reforçam a continuidade de sua trajetória artística ao mesmo tempo em que estabelecem um encontro entre gerações da música brasileira.

“Só por Isso Eu Vim” já está disponível nas plataformas digitais.

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