Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Sábado, 7 de novembro de 2026
Pular para o conteúdo
Entretenimento

Hayley Williams chega ao Brasil e apresenta nova fase solo

Aos 37 anos, Hayley Williams fala sobre reinvenção e a turnê 'The Hayley Williams Show', que chega ao Rio em 9/11 e a São Paulo em 12 e 13.

07/11/2026 · 13h51
Hayley Williams chega ao Brasil e apresenta nova fase solo

Com 37 anos, Hayley Williams retoma ‘The Hayley Williams Show’ e estreia na América do Sul em 9 de novembro no Rio; segue para São Paulo nos dias 12 e 13. A cantora diz querer mostrar-se livre e autêntica no palco.

“Eu quero que as pessoas que me acompanham me vejam viver de verdade, sendo livre e seguindo tudo aquilo que me inspira como artista”. Foi com essa afirmação que Hayley Williams encerrou uma conversa exclusiva, dias antes de retomar a turnê “The Hayley Williams Show”, que desembarca na América do Sul no próximo dia 9 de novembro, no Rio de Janeiro, e segue para São Paulo em 12 e 13 de novembro.

Publicidade

Aos 37 anos, a cantora que ganhou notoriedade ainda adolescente decidiu se reinventar na carreira solo e experimentar o papel de protagonista, livre de amarras internas e das expectativas do público. Hayley ficou mundialmente conhecida como vocalista do Paramore, banda que estourou em 2005, quando ela tinha apenas 15 anos. Desde então, a formação do grupo mudou várias vezes, mas ela manteve-se como referência no posto de frontwoman.

Hayley reconheceu que a exposição era, muitas vezes, focada nela e isso chegou a incomodá-la.

“Aquilo me incomodava. As pessoas às vezes chamavam o Paramore de ‘o show da Hayley’”, disse Hayley Williams.

Era comum que, em quase todas as apresentações do grupo, Hayley gritasse o lema

“we’re a band”

para reforçar a ideia de coletivo.

Ela afirmou que por muito tempo foi rígida quanto a se desvincular do nome da banda.

“Eu era muito inflexível em relação a isso”, confessou Hayley.

Apesar de a associação com o Paramore ter sido essencial para a carreira, Hayley admitiu que essa simbiose fez com que algumas partes pessoais ficassem em segundo plano.

A ironia dessa relação deu nome à nova turnê.

“Esse é realmente o show da Hayley. E adivinha? Não se parece com o Paramore. Talvez tenha essa essência porque eu faço parte do DNA do Paramore, mas isso aqui é outra coisa. E olha só como é incrível mesmo assim”.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

A turnê havia sido anunciada em abril, enquanto Hayley ainda estava em sua primeira empreitada solo, a turnê “Hayley Williams At A Bachelorette Party”. A primeira fase de apresentações passou por teatros na Europa, Estados Unidos e Reino Unido, em casas com capacidade média entre 3 mil e 4 mil pessoas, e privilegiou o terceiro álbum solo da cantora, “Ego Death at a Bachelorette Party” (2025), que rendeu cinco indicações ao Grammy.

Sobre suas inseguranças, Hayley revelou:

“Eu tenho a tendência de não valorizar muito o meu próprio trabalho. Não sei por que eu faço isso”.

Publicidade

E concluiu que está em processo de mudança:

“Estou trabalhando nisso”.

Para a nova turnê, Hayley reuniu uma equipe que ela chamou de “família que escolheu”, com músicos que já tocaram com o Paramore em diferentes momentos, como o baixista Joey Howard, o baterista Joey Mullen e o guitarrista Brian Robert Jones.

“Muitos de nós tocamos juntos há uma década, então tem sido gostoso aprender novas coisas juntos. Sinto que estamos crescendo como músicos juntos, sabe?”

O espetáculo foi concebido como um espelho da artista: projeções, jogos de luz e sombra, uso de megafone e até a participação do amigo e cabeleireiro Brian O’Connor, que sobe ao palco para retocar a cantora, compõem a cenografia. O setlist terá cerca de 28 músicas, percorrendo os três álbuns solo — “Petals for Armor” (2020), “FLOWERS for VASES / descansos” (2021) e “Ego Death at a Bachelorette Party” (2025) —, abordando temas como amor, dor, esperança e desespero.

Hayley também relatou a emoção da primeira fase da turnê:

“Foi muito emocionante ver minha equipe comemorando quando tudo rolou tão bem. Pudemos celebrar essa conquista juntos.”

E descreveu a sensação de voltar a tocar em teatros intimistas:

“Eu me sentia como se fizesse parte de uma das minhas bandas favoritas, daquelas que faziam turnês por teatros nos anos 1990”.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
4 min de leitura

Com 37 anos, Hayley Williams retoma ‘The Hayley Williams Show’ e estreia na América do Sul em 9 de novembro no Rio; segue para São Paulo nos dias 12 e 13. A cantora diz querer mostrar-se livre e autêntica no palco.

“Eu quero que as pessoas que me acompanham me vejam viver de verdade, sendo livre e seguindo tudo aquilo que me inspira como artista”. Foi com essa afirmação que Hayley Williams encerrou uma conversa exclusiva, dias antes de retomar a turnê “The Hayley Williams Show”, que desembarca na América do Sul no próximo dia 9 de novembro, no Rio de Janeiro, e segue para São Paulo em 12 e 13 de novembro.

Aos 37 anos, a cantora que ganhou notoriedade ainda adolescente decidiu se reinventar na carreira solo e experimentar o papel de protagonista, livre de amarras internas e das expectativas do público. Hayley ficou mundialmente conhecida como vocalista do Paramore, banda que estourou em 2005, quando ela tinha apenas 15 anos. Desde então, a formação do grupo mudou várias vezes, mas ela manteve-se como referência no posto de frontwoman.

Hayley reconheceu que a exposição era, muitas vezes, focada nela e isso chegou a incomodá-la.

“Aquilo me incomodava. As pessoas às vezes chamavam o Paramore de ‘o show da Hayley’”, disse Hayley Williams.

Era comum que, em quase todas as apresentações do grupo, Hayley gritasse o lema

“we’re a band”

para reforçar a ideia de coletivo.

Ela afirmou que por muito tempo foi rígida quanto a se desvincular do nome da banda.

“Eu era muito inflexível em relação a isso”, confessou Hayley.

Apesar de a associação com o Paramore ter sido essencial para a carreira, Hayley admitiu que essa simbiose fez com que algumas partes pessoais ficassem em segundo plano.

A ironia dessa relação deu nome à nova turnê.

“Esse é realmente o show da Hayley. E adivinha? Não se parece com o Paramore. Talvez tenha essa essência porque eu faço parte do DNA do Paramore, mas isso aqui é outra coisa. E olha só como é incrível mesmo assim”.

A turnê havia sido anunciada em abril, enquanto Hayley ainda estava em sua primeira empreitada solo, a turnê “Hayley Williams At A Bachelorette Party”. A primeira fase de apresentações passou por teatros na Europa, Estados Unidos e Reino Unido, em casas com capacidade média entre 3 mil e 4 mil pessoas, e privilegiou o terceiro álbum solo da cantora, “Ego Death at a Bachelorette Party” (2025), que rendeu cinco indicações ao Grammy.

Sobre suas inseguranças, Hayley revelou:

“Eu tenho a tendência de não valorizar muito o meu próprio trabalho. Não sei por que eu faço isso”.

E concluiu que está em processo de mudança:

“Estou trabalhando nisso”.

Para a nova turnê, Hayley reuniu uma equipe que ela chamou de “família que escolheu”, com músicos que já tocaram com o Paramore em diferentes momentos, como o baixista Joey Howard, o baterista Joey Mullen e o guitarrista Brian Robert Jones.

“Muitos de nós tocamos juntos há uma década, então tem sido gostoso aprender novas coisas juntos. Sinto que estamos crescendo como músicos juntos, sabe?”

O espetáculo foi concebido como um espelho da artista: projeções, jogos de luz e sombra, uso de megafone e até a participação do amigo e cabeleireiro Brian O’Connor, que sobe ao palco para retocar a cantora, compõem a cenografia. O setlist terá cerca de 28 músicas, percorrendo os três álbuns solo — “Petals for Armor” (2020), “FLOWERS for VASES / descansos” (2021) e “Ego Death at a Bachelorette Party” (2025) —, abordando temas como amor, dor, esperança e desespero.

Hayley também relatou a emoção da primeira fase da turnê:

“Foi muito emocionante ver minha equipe comemorando quando tudo rolou tão bem. Pudemos celebrar essa conquista juntos.”

E descreveu a sensação de voltar a tocar em teatros intimistas:

“Eu me sentia como se fizesse parte de uma das minhas bandas favoritas, daquelas que faziam turnês por teatros nos anos 1990”.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA