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Política

Alessandro Vieira afirma que não há risco de inelegibilidade após representação de Gilmar Mendes

Alessandro Vieira afirma que não há risco de inelegibilidade após representação de Gilmar Mendes.

21/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 15h54
Alessandro Vieira afirma que não há risco de inelegibilidade após representação de Gilmar Mendes

O senador Alessandro Vieira (MDB/SE) afirmou, nesta terça-feira (21), que não existe qualquer risco concreto de inelegibilidade em decorrência da representação apresentada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes contra ele. Durante entrevista ao Jornal da Fan, da Rádio FAN FM, o parlamentar esclareceu o andamento do caso e reiterou que sua atuação ocorreu dentro das prerrogativas constitucionais do mandato.

De acordo com Alessandro, as informações divulgadas na segunda-feira (20) geraram uma interpretação equivocada sobre o despacho assinado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet.

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“Não tem nenhum risco de inelegibilidade. Não faz sentido. Não tem processo, não tem nada que leve a isso, não tem nem denúncia”,

afirmou.

O senador explicou que a representação teve origem após sua atuação como relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado. No relatório final da comissão, Alessandro propôs o indiciamento, por supostos crimes de responsabilidade, dos ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. O relatório, no entanto, não foi aprovado pela maioria da CPI.

Após a apresentação do relatório, Gilmar Mendes apresentou uma representação à Procuradoria-Geral da República alegando que Alessandro teria cometido abuso de autoridade durante o exercício da relatoria. Segundo o senador, o despacho divulgado destaca a ausência de crime na acusação.

“O ministro Gilmar Mendes apresentou uma representação contra mim alegando crime de abuso de autoridade por conta do indiciamento que eu fiz dele, do ministro Alexandre Moraes e do ministro Dias Toffoli por crime de responsabilidade. O procurador-geral despachou dizendo que não tinha crime, como de fato não tem”,

destacou.

Embora o procurador tenha encaminhado o caso à Procuradoria Regional Eleitoral em Sergipe para uma análise sobre possível repercussão na esfera eleitoral, Alessandro acredita que essa possibilidade carece de fundamento jurídico.

“Ele enviou para a Procuradoria Regional Eleitoral para analisar se existe algum tipo de ilícito eleitoral, o que também não faz nenhum sentido. Vamos apresentar novamente nossa defesa e tenho certeza de que aqui em Sergipe haverá um tratamento técnico e esse assunto será encerrado muito em breve”,

declarou.

Durante a conversa, Alessandro criticou a forma como o procedimento foi conduzido pela Procuradoria-Geral da República. Ele mencionou que tanto a Advocacia do Senado Federal quanto sua defesa particular solicitaram acesso aos autos, mas os pedidos não foram atendidos antes da divulgação do despacho à imprensa.

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“Tomei conhecimento pela imprensa. A Advocacia do Senado pediu acesso aos autos, meus advogados também solicitaram, mas não tiveram acesso. Em contrapartida, uma cópia integral acabou chegando à imprensa antes mesmo da defesa”,

relatou.

O senador enfatizou que considera a situação incompatível com as garantias do devido processo legal e que responderá aos questionamentos exclusivamente pelas vias institucionais.

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Na visão de Alessandro Vieira, a representação é uma tentativa de constranger sua atuação parlamentar, decorrente de sua participação na CPI do Crime Organizado. Ele reafirmou que o relatório apresentado na comissão foi elaborado dentro das competências constitucionais do relator de uma CPI e está protegido pela imunidade parlamentar prevista no artigo 53 da Constituição Federal.

“Tenho plena tranquilidade quanto à legalidade da minha atuação. Fiz exatamente aquilo que cabia ao relator de uma Comissão Parlamentar de Inquérito. Não vou deixar de cumprir meu dever porque isso desagrada autoridades poderosas”,

assegurou.

Alessandro também reiterou que continuará exercendo seu mandato com independência.

“Quem enfrenta interesses poderosos sabe que esse tipo de reação pode acontecer. Isso não muda minha atuação. Vou continuar trabalhando com independência, respeitando a Constituição e defendendo que ninguém esteja acima da lei”,

concluiu.

A representação seguirá sob análise da Procuradoria Regional Eleitoral em Sergipe. Até o momento, não há denúncia apresentada nem qualquer decisão judicial que imponha sanção ao senador. Alessandro acredita que o caso será arquivado após a manifestação da Procuradoria Regional Eleitoral, considerando que o despacho da Procuradoria-Geral da República já reconhece a inexistência do crime inicialmente apontado na representação.

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O senador Alessandro Vieira (MDB/SE) afirmou, nesta terça-feira (21), que não existe qualquer risco concreto de inelegibilidade em decorrência da representação apresentada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes contra ele. Durante entrevista ao Jornal da Fan, da Rádio FAN FM, o parlamentar esclareceu o andamento do caso e reiterou que sua atuação ocorreu dentro das prerrogativas constitucionais do mandato.

De acordo com Alessandro, as informações divulgadas na segunda-feira (20) geraram uma interpretação equivocada sobre o despacho assinado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet.

“Não tem nenhum risco de inelegibilidade. Não faz sentido. Não tem processo, não tem nada que leve a isso, não tem nem denúncia”,

afirmou.

O senador explicou que a representação teve origem após sua atuação como relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado. No relatório final da comissão, Alessandro propôs o indiciamento, por supostos crimes de responsabilidade, dos ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. O relatório, no entanto, não foi aprovado pela maioria da CPI.

Após a apresentação do relatório, Gilmar Mendes apresentou uma representação à Procuradoria-Geral da República alegando que Alessandro teria cometido abuso de autoridade durante o exercício da relatoria. Segundo o senador, o despacho divulgado destaca a ausência de crime na acusação.

“O ministro Gilmar Mendes apresentou uma representação contra mim alegando crime de abuso de autoridade por conta do indiciamento que eu fiz dele, do ministro Alexandre Moraes e do ministro Dias Toffoli por crime de responsabilidade. O procurador-geral despachou dizendo que não tinha crime, como de fato não tem”,

destacou.

Embora o procurador tenha encaminhado o caso à Procuradoria Regional Eleitoral em Sergipe para uma análise sobre possível repercussão na esfera eleitoral, Alessandro acredita que essa possibilidade carece de fundamento jurídico.

“Ele enviou para a Procuradoria Regional Eleitoral para analisar se existe algum tipo de ilícito eleitoral, o que também não faz nenhum sentido. Vamos apresentar novamente nossa defesa e tenho certeza de que aqui em Sergipe haverá um tratamento técnico e esse assunto será encerrado muito em breve”,

declarou.

Durante a conversa, Alessandro criticou a forma como o procedimento foi conduzido pela Procuradoria-Geral da República. Ele mencionou que tanto a Advocacia do Senado Federal quanto sua defesa particular solicitaram acesso aos autos, mas os pedidos não foram atendidos antes da divulgação do despacho à imprensa.

“Tomei conhecimento pela imprensa. A Advocacia do Senado pediu acesso aos autos, meus advogados também solicitaram, mas não tiveram acesso. Em contrapartida, uma cópia integral acabou chegando à imprensa antes mesmo da defesa”,

relatou.

O senador enfatizou que considera a situação incompatível com as garantias do devido processo legal e que responderá aos questionamentos exclusivamente pelas vias institucionais.

Na visão de Alessandro Vieira, a representação é uma tentativa de constranger sua atuação parlamentar, decorrente de sua participação na CPI do Crime Organizado. Ele reafirmou que o relatório apresentado na comissão foi elaborado dentro das competências constitucionais do relator de uma CPI e está protegido pela imunidade parlamentar prevista no artigo 53 da Constituição Federal.

“Tenho plena tranquilidade quanto à legalidade da minha atuação. Fiz exatamente aquilo que cabia ao relator de uma Comissão Parlamentar de Inquérito. Não vou deixar de cumprir meu dever porque isso desagrada autoridades poderosas”,

assegurou.

Alessandro também reiterou que continuará exercendo seu mandato com independência.

“Quem enfrenta interesses poderosos sabe que esse tipo de reação pode acontecer. Isso não muda minha atuação. Vou continuar trabalhando com independência, respeitando a Constituição e defendendo que ninguém esteja acima da lei”,

concluiu.

A representação seguirá sob análise da Procuradoria Regional Eleitoral em Sergipe. Até o momento, não há denúncia apresentada nem qualquer decisão judicial que imponha sanção ao senador. Alessandro acredita que o caso será arquivado após a manifestação da Procuradoria Regional Eleitoral, considerando que o despacho da Procuradoria-Geral da República já reconhece a inexistência do crime inicialmente apontado na representação.

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