Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Tecnologia

Alok diz que IA ameaça autoria musical e pede responsabilidade humana

Alok alertou que a IA já influencia a música e defendeu que decisões criativas e responsabilidades devem permanecer com pessoas.

21/09/2026 · 09h21 · Atualizado às 10h31
Alok diz que IA ameaça autoria musical e pede responsabilidade humana

No Uberaba Rodeo Show, Alok disse à repórter Jussara Ávila que a IA já influencia a produção musical. Ele reconhece facilidades, mas alerta para riscos à autoria e defende controle humano na arte.

O DJ Alok falou sobre os impactos da inteligência artificial na música e fez um alerta sobre os limites do uso da tecnologia na criação artística. Em entrevista à repórter Jussara Ávila, no Uberaba Rodeo Show, no sábado (19), ele afirmou que a IA já vinha influenciando a produção musical e defendeu que a arte permaneça sob responsabilidade humana.

Publicidade

Alok ressaltou que a tecnologia trouxe facilidades, mas também riscos para a autoria e a prática artística. Segundo o artista, a área artística foi uma das primeiras a ser atingida pelas ferramentas de geração automática, com exemplos que começaram a chamar atenção do público e dos profissionais.

“Eu acho que já está sendo influenciado assim, e é interessante que, ano passado, quando eu trouxe o manifesto do Keep Art Human lá no Coachella, que é manter a arte humana, é porque a inteligência artificial veio trazendo para todo mundo um conforto enorme. E aí, a área que atingiu primeiro foi a artística, porque, se você lembra, começou a fazer o lance dos cartoons, a galera começou a falar: ‘Ué, mas você vai fazer música e botar no prompt?’”

Em outro momento, ele destacou a necessidade de definir limites claros sobre até que ponto as máquinas podem intervir no processo criativo. O DJ afirmou que temas como responsabilidade, autoria e direitos nas obras exigem atenção para evitar que a tecnologia substitua decisões que cabem a seres humanos.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

“Não dá para transferir essas responsabilidades”

O comentário retomou discussões recentes entre músicos, produtores e profissionais do setor sobre como conciliar inovação tecnológica com proteção de criadores e preservação do valor artístico. Alok lembrou ainda da iniciativa que apresentou no Coachella no ano anterior, o manifesto Keep Art Human, como um posicionamento público sobre a defesa da centralidade humana na arte.

O alerta do artista ocorre em meio a um movimento crescente na indústria musical, em que ferramentas de inteligência artificial passam a ser incorporadas em processos de composição, produção e execução. A intervenção de artistas e setores culturais tem apontado para a necessidade de regulamentações e acordos que clarifiquem direitos e responsabilidades em torno do uso dessas tecnologias.

Publicidade

Ao comentar o tema durante a entrevista no Uberaba Rodeo Show, Alok buscou equilibrar a visão sobre as possibilidades trazidas pela IA com a preocupação em manter o controle humano sobre decisões criativas, reforçando que avanços técnicos não podem isentar agentes humanos das consequências artísticas e legais de suas escolhas.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

No Uberaba Rodeo Show, Alok disse à repórter Jussara Ávila que a IA já influencia a produção musical. Ele reconhece facilidades, mas alerta para riscos à autoria e defende controle humano na arte.

O DJ Alok falou sobre os impactos da inteligência artificial na música e fez um alerta sobre os limites do uso da tecnologia na criação artística. Em entrevista à repórter Jussara Ávila, no Uberaba Rodeo Show, no sábado (19), ele afirmou que a IA já vinha influenciando a produção musical e defendeu que a arte permaneça sob responsabilidade humana.

Alok ressaltou que a tecnologia trouxe facilidades, mas também riscos para a autoria e a prática artística. Segundo o artista, a área artística foi uma das primeiras a ser atingida pelas ferramentas de geração automática, com exemplos que começaram a chamar atenção do público e dos profissionais.

“Eu acho que já está sendo influenciado assim, e é interessante que, ano passado, quando eu trouxe o manifesto do Keep Art Human lá no Coachella, que é manter a arte humana, é porque a inteligência artificial veio trazendo para todo mundo um conforto enorme. E aí, a área que atingiu primeiro foi a artística, porque, se você lembra, começou a fazer o lance dos cartoons, a galera começou a falar: ‘Ué, mas você vai fazer música e botar no prompt?’”

Em outro momento, ele destacou a necessidade de definir limites claros sobre até que ponto as máquinas podem intervir no processo criativo. O DJ afirmou que temas como responsabilidade, autoria e direitos nas obras exigem atenção para evitar que a tecnologia substitua decisões que cabem a seres humanos.

“Não dá para transferir essas responsabilidades”

O comentário retomou discussões recentes entre músicos, produtores e profissionais do setor sobre como conciliar inovação tecnológica com proteção de criadores e preservação do valor artístico. Alok lembrou ainda da iniciativa que apresentou no Coachella no ano anterior, o manifesto Keep Art Human, como um posicionamento público sobre a defesa da centralidade humana na arte.

O alerta do artista ocorre em meio a um movimento crescente na indústria musical, em que ferramentas de inteligência artificial passam a ser incorporadas em processos de composição, produção e execução. A intervenção de artistas e setores culturais tem apontado para a necessidade de regulamentações e acordos que clarifiquem direitos e responsabilidades em torno do uso dessas tecnologias.

Ao comentar o tema durante a entrevista no Uberaba Rodeo Show, Alok buscou equilibrar a visão sobre as possibilidades trazidas pela IA com a preocupação em manter o controle humano sobre decisões criativas, reforçando que avanços técnicos não podem isentar agentes humanos das consequências artísticas e legais de suas escolhas.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA