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Aracaju, Segunda-feira, 22 de junho de 2026
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Após ataque hacker, sistema de alertas volta limitado e sem estados

Tecnologia

Após ataque hacker, sistema de alertas volta limitado e sem estados

Sistema Defesa Civil Alerta é reativado com acesso restrito após ataque hacker.

21/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 04h45
Após ataque hacker, sistema de alertas volta limitado e sem estados

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O Defesa Civil Alerta foi reativado domingo com restrições: só o Cenad federal pode enviar avisos. Defesas Civis estaduais ficam de fora até nova ordem.

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O governo reativou o sistema Defesa Civil Alerta, que envia mensagens com orientações à população, neste domingo (21/06), cerca de 36 horas após um ataque hacker que provocou alertas indevidos. Segundo informações do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, a plataforma funcionará com restrições, permitindo que apenas os agentes do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) possam enviar os avisos.

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As Defesas Civis estaduais não terão acesso ao DCA, e, caso seja necessário enviar um alerta em decorrência de fenômenos climáticos extremos, os estados precisarão solicitar o envio diretamente ao Cenad. O sistema utiliza a tecnologia de Cell Broadcast, que possibilita o envio de mensagens de texto e avisos sonoros diretamente para os celulares localizados em áreas de risco, sem que haja necessidade de cadastro prévio. As mensagens aparecem de forma destacada na tela dos dispositivos e podem ser ouvidas mesmo quando os celulares estão no modo silencioso.

Tiago Schnorr, coordenador-geral de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil Nacional, informou que a equipe de Tecnologia da Informação do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional está empenhada na verificação dos procedimentos necessários para o restabelecimento total da plataforma. Ele ressaltou a importância de retornar com segurança: “O importante é a gente voltar de uma maneira segura. Então não temos prazo, agora estamos justamente nessa etapa de testes”, declarou em comunicado à imprensa.

As investigações sobre a origem da invasão e a forma como o acesso à plataforma foi realizado continuam em andamento. Até o momento, o Ministério não confirmou hipóteses sobre a autoria ou a dinâmica do ataque e aguarda a conclusão das apurações técnicas e policiais. A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil já havia informado que acionaria a Polícia Federal para investigar o caso. Uma reportagem mencionou que os alertas indevidos partiram de dois logins associados a agentes do Pará, levantando mais questões sobre a segurança do sistema em questão.

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O governo reativou o sistema Defesa Civil Alerta, que envia mensagens com orientações à população, neste domingo (21/06), cerca de 36 horas após um ataque hacker que provocou alertas indevidos. Segundo informações do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, a plataforma funcionará com restrições, permitindo que apenas os agentes do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) possam enviar os avisos.

As Defesas Civis estaduais não terão acesso ao DCA, e, caso seja necessário enviar um alerta em decorrência de fenômenos climáticos extremos, os estados precisarão solicitar o envio diretamente ao Cenad. O sistema utiliza a tecnologia de Cell Broadcast, que possibilita o envio de mensagens de texto e avisos sonoros diretamente para os celulares localizados em áreas de risco, sem que haja necessidade de cadastro prévio. As mensagens aparecem de forma destacada na tela dos dispositivos e podem ser ouvidas mesmo quando os celulares estão no modo silencioso.

Tiago Schnorr, coordenador-geral de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil Nacional, informou que a equipe de Tecnologia da Informação do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional está empenhada na verificação dos procedimentos necessários para o restabelecimento total da plataforma. Ele ressaltou a importância de retornar com segurança: “O importante é a gente voltar de uma maneira segura. Então não temos prazo, agora estamos justamente nessa etapa de testes”, declarou em comunicado à imprensa.

As investigações sobre a origem da invasão e a forma como o acesso à plataforma foi realizado continuam em andamento. Até o momento, o Ministério não confirmou hipóteses sobre a autoria ou a dinâmica do ataque e aguarda a conclusão das apurações técnicas e policiais. A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil já havia informado que acionaria a Polícia Federal para investigar o caso. Uma reportagem mencionou que os alertas indevidos partiram de dois logins associados a agentes do Pará, levantando mais questões sobre a segurança do sistema em questão.

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