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Internacional

Arábia Saudita, Paquistão e Turquia selam pacto de defesa após ataque houthi

Arábia Saudita, Paquistão e Turquia assinam pacto de defesa mútua em resposta a ataques houthis.

08/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h37
Arábia Saudita, Paquistão e Turquia selam pacto de defesa após ataque houthi

Em Meca, na sexta (7), os três países assinaram um acordo que trata um ataque a qualquer um como ataque coletivo, à semelhança do artigo 5 da Otan. A medida é resposta à escalada de ataques dos houthis do Iêmen.

Na sexta-feira (7), a Arábia Saudita, o Paquistão e a Turquia assinaram um acordo de defesa mútua em Meca, em resposta à escalada de ataques dos rebeldes houthis do Iêmen, que são apoiados pelo Irã. Este pacto estabelece que um ataque contra qualquer um dos países será considerado um ataque contra todos, semelhante ao princípio do Artigo 5 da Otan.

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O acordo surge após um ataque realizado pelos houthis contra forças sauditas em uma base no leste do Iêmen. O porta-voz do grupo reivindicou a responsabilidade pelo ataque, que marca um aumento na tensão na região. A assinatura do pacto transforma os laços de segurança entre as potências militares do mundo muçulmano em uma aliança de defesa coletiva.

Em meio a essa situação, fontes dos Estados Unidos relataram que o general Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, destacou em conversas privadas a necessidade de encontrar uma saída para a guerra com o Irã. Ele alertou que as opções militares para ampliar o conflito poderiam ter consequências adversas.

No Iêmen, a escalada dos ataques houthis foi evidente, com o grupo assumindo a responsabilidade por bombardeios na província de Marib, que resultaram na morte de pelo menos dois civis e deixaram outros 14 feridos. Em um ataque anterior, os houthis anunciaram uma operação de grande escala contra acampamentos militares do governo, que teria resultou na morte de 30 soldados.

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Enquanto isso, no Iraque, o primeiro-ministro Ali Faleh al-Zaidi se reuniu com o chefe da inteligência saudita, Khalid bin Ali al-Humaidan, para discutir a coordenação de segurança e o compartilhamento de informações. A Resistência Islâmica no Iraque, uma coalizão de milícias pró-Irã, adiou ataques de retaliação contra a Arábia Saudita, citando posturas honoráveis adotadas por alguns líderes políticos.

Em resposta ao pacto de defesa, um alto funcionário iraniano advertiu que o acordo não garantirá a segurança da Arábia Saudita. Ebrahim Rezaei, membro da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do Parlamento iraniano, afirmou que a dependência dos sauditas de acordos com Turquia e Paquistão não trará segurança, assim como anos de colaboração com os Estados Unidos não foram eficazes.

Além disso, parlamentares iranianos estão aguardando a aprovação final de uma proposta de acordo-quadro com Omã para o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz, conforme informou a imprensa estatal do Irã. As rotas marítimas entre os dois países continuarão sendo utilizadas temporariamente sob um acordo em negociação, antes de serem substituídas por uma nova rota central.

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Em Meca, na sexta (7), os três países assinaram um acordo que trata um ataque a qualquer um como ataque coletivo, à semelhança do artigo 5 da Otan. A medida é resposta à escalada de ataques dos houthis do Iêmen.

Na sexta-feira (7), a Arábia Saudita, o Paquistão e a Turquia assinaram um acordo de defesa mútua em Meca, em resposta à escalada de ataques dos rebeldes houthis do Iêmen, que são apoiados pelo Irã. Este pacto estabelece que um ataque contra qualquer um dos países será considerado um ataque contra todos, semelhante ao princípio do Artigo 5 da Otan.

O acordo surge após um ataque realizado pelos houthis contra forças sauditas em uma base no leste do Iêmen. O porta-voz do grupo reivindicou a responsabilidade pelo ataque, que marca um aumento na tensão na região. A assinatura do pacto transforma os laços de segurança entre as potências militares do mundo muçulmano em uma aliança de defesa coletiva.

Em meio a essa situação, fontes dos Estados Unidos relataram que o general Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, destacou em conversas privadas a necessidade de encontrar uma saída para a guerra com o Irã. Ele alertou que as opções militares para ampliar o conflito poderiam ter consequências adversas.

No Iêmen, a escalada dos ataques houthis foi evidente, com o grupo assumindo a responsabilidade por bombardeios na província de Marib, que resultaram na morte de pelo menos dois civis e deixaram outros 14 feridos. Em um ataque anterior, os houthis anunciaram uma operação de grande escala contra acampamentos militares do governo, que teria resultou na morte de 30 soldados.

Enquanto isso, no Iraque, o primeiro-ministro Ali Faleh al-Zaidi se reuniu com o chefe da inteligência saudita, Khalid bin Ali al-Humaidan, para discutir a coordenação de segurança e o compartilhamento de informações. A Resistência Islâmica no Iraque, uma coalizão de milícias pró-Irã, adiou ataques de retaliação contra a Arábia Saudita, citando posturas honoráveis adotadas por alguns líderes políticos.

Em resposta ao pacto de defesa, um alto funcionário iraniano advertiu que o acordo não garantirá a segurança da Arábia Saudita. Ebrahim Rezaei, membro da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do Parlamento iraniano, afirmou que a dependência dos sauditas de acordos com Turquia e Paquistão não trará segurança, assim como anos de colaboração com os Estados Unidos não foram eficazes.

Além disso, parlamentares iranianos estão aguardando a aprovação final de uma proposta de acordo-quadro com Omã para o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz, conforme informou a imprensa estatal do Irã. As rotas marítimas entre os dois países continuarão sendo utilizadas temporariamente sob um acordo em negociação, antes de serem substituídas por uma nova rota central.

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