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Tecnologia

Artesanato de barro de Santana do São Francisco é reconhecido como Indicação Geográfica

O artesanato de barro produzido em Santana do São Francisco recebeu reconhecimento oficial como Indicação Geográfica (IG). A decisão foi publicada na...

27/02/2026 · 18h10 · Atualizado às 19h01
Artesanato de barro de Santana do São Francisco é reconhecido como Indicação Geográfica

O artesanato de barro produzido em Santana do São Francisco recebeu reconhecimento oficial como Indicação Geográfica (IG). A decisão foi publicada na Revista de Propriedade Industrial (RPI) do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), na edição de fevereiro, e contou com consultoria especializada do Sebrae Sergipe.

A Indicação Geográfica é um mecanismo coletivo que vincula um produto ao seu território, assegurando autenticidade, critérios de qualidade e proteção à área produtora. Com a identificação, os ceramistas locais passam a ter maior visibilidade, um diferencial competitivo no mercado e melhores condições de comercialização, o que contribui para o fortalecimento da economia regional e para a manutenção de uma tradição artesanal.

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Segundo Priscila Felizola, superintendente do Sebrae Sergipe, o registro representa um avanço para a região. Ela afirma que a IG valoriza a identidade de Santana do São Francisco, protege o saber-fazer dos artesãos e amplia as oportunidades de mercado, gerando desenvolvimento local e renda para as famílias envolvidas na atividade.

O processo de obtenção da Indicação Geográfica teve etapas iniciadas em 2024, quando o Sebrae realizou um diagnóstico positivo e elaborou o dossiê técnico, criou o signo distintivo e apoiou a formação da organização gestora responsável pelo produto. Em 2025, o INPI analisou os documentos e solicitou complementações, procedimento que antecedeu a publicação do reconhecimento em 2026.

Com a conquista, o estado de Sergipe passa a contar com dois selos de Indicações Geográficas; o primeiro registro obtido foi o da Renda Irlandesa.

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Tradição que atravessa gerações

Em Santana do São Francisco, a tradição do trabalho com argila remonta ao período colonial. A matéria-prima, proveniente das margens do rio São Francisco, foi historicamente utilizada na confecção de utensílios domésticos, peças decorativas e objetos religiosos. Esse conhecimento artesanal foi transmitido de pais para filhos ao longo do tempo, preservando técnicas e contribuindo para a identidade cultural do município.

O reconhecimento como Indicação Geográfica passa a integrar um conjunto de medidas que visam proteger e valorizar esse patrimônio cultural e econômico local.

 

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O artesanato de barro produzido em Santana do São Francisco recebeu reconhecimento oficial como Indicação Geográfica (IG). A decisão foi publicada na Revista de Propriedade Industrial (RPI) do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), na edição de fevereiro, e contou com consultoria especializada do Sebrae Sergipe.

A Indicação Geográfica é um mecanismo coletivo que vincula um produto ao seu território, assegurando autenticidade, critérios de qualidade e proteção à área produtora. Com a identificação, os ceramistas locais passam a ter maior visibilidade, um diferencial competitivo no mercado e melhores condições de comercialização, o que contribui para o fortalecimento da economia regional e para a manutenção de uma tradição artesanal.

Segundo Priscila Felizola, superintendente do Sebrae Sergipe, o registro representa um avanço para a região. Ela afirma que a IG valoriza a identidade de Santana do São Francisco, protege o saber-fazer dos artesãos e amplia as oportunidades de mercado, gerando desenvolvimento local e renda para as famílias envolvidas na atividade.

O processo de obtenção da Indicação Geográfica teve etapas iniciadas em 2024, quando o Sebrae realizou um diagnóstico positivo e elaborou o dossiê técnico, criou o signo distintivo e apoiou a formação da organização gestora responsável pelo produto. Em 2025, o INPI analisou os documentos e solicitou complementações, procedimento que antecedeu a publicação do reconhecimento em 2026.

Com a conquista, o estado de Sergipe passa a contar com dois selos de Indicações Geográficas; o primeiro registro obtido foi o da Renda Irlandesa.

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Tradição que atravessa gerações

Em Santana do São Francisco, a tradição do trabalho com argila remonta ao período colonial. A matéria-prima, proveniente das margens do rio São Francisco, foi historicamente utilizada na confecção de utensílios domésticos, peças decorativas e objetos religiosos. Esse conhecimento artesanal foi transmitido de pais para filhos ao longo do tempo, preservando técnicas e contribuindo para a identidade cultural do município.

O reconhecimento como Indicação Geográfica passa a integrar um conjunto de medidas que visam proteger e valorizar esse patrimônio cultural e econômico local.

 

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