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Marcell de Maim e Carlinhos de Brejo Grande podem assumir cadeiras na Assembleia

Possível retorno de Jorginho Araújo à Casa Civil e indicação de Maísa Mitidieri ao Tribunal de Contas abririam espaço para a posse de suplentes no parlamento estadual.

06/10/2026 · 08h45
Marcell de Maim e Carlinhos de Brejo Grande podem assumir cadeiras na Assembleia

Possível retorno de Jorginho Araújo à Casa Civil e indicação de Maísa Mitidieri ao Tribunal de Contas abririam espaço para a posse de suplentes no parlamento estadual.

A eleição do último domingo (4) definiu os nomes escolhidos nas urnas, mas as movimentações políticas nos bastidores sergipanos seguem a todo vapor. As recentes articulações indicam que a composição da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) pode passar por mudanças significativas logo no início da nova legislatura, abrindo caminho para a posse de suplentes.

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Um dos principais cenários especulados nos corredores políticos envolve o deputado estadual eleito Jorginho Araújo. Informações de bastidor apontam que ele poderá ser convocado para retornar ao comando da Secretaria de Estado da Casa Civil. Caso essa movimentação se confirme e o parlamentar se licencie do mandato para assumir a pasta no Executivo, a vaga no parlamento ficará aberta para o primeiro suplente do bloco, Carlinhos de Brejo Grande.

Indicação ao Tribunal de Contas

Outra possibilidade que vem ganhando força e movimentando as rodadas de negociação diz respeito ao futuro político da deputada eleita Maísa Mitidieri. Segundo as informações que circulam nos bastidores, a parlamentar estaria cotada para uma indicação a uma das vagas do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE).

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Se o nome de Maísa for efetivamente chancelado para a Corte de Contas — cargo que exige a renúncia ao mandato parlamentar por ser vitalício e incompatível com a atividade legislativa —, a cadeira deixada por ela no plenário da Alese passaria a ser ocupada pelo suplente Marcell de Maim.

Essas possíveis manobras refletem a tradicional engenharia e acomodação de forças políticas no estado após o período eleitoral, garantindo espaço tanto para aliados de primeira hora na administração do Executivo quanto para lideranças suplentes no Legislativo. O desfecho oficial dessas articulações deve ganhar clareza nas próximas semanas, à medida que a transição e as negociações governamentais avancem.

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Possível retorno de Jorginho Araújo à Casa Civil e indicação de Maísa Mitidieri ao Tribunal de Contas abririam espaço para a posse de suplentes no parlamento estadual.

A eleição do último domingo (4) definiu os nomes escolhidos nas urnas, mas as movimentações políticas nos bastidores sergipanos seguem a todo vapor. As recentes articulações indicam que a composição da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) pode passar por mudanças significativas logo no início da nova legislatura, abrindo caminho para a posse de suplentes.

Um dos principais cenários especulados nos corredores políticos envolve o deputado estadual eleito Jorginho Araújo. Informações de bastidor apontam que ele poderá ser convocado para retornar ao comando da Secretaria de Estado da Casa Civil. Caso essa movimentação se confirme e o parlamentar se licencie do mandato para assumir a pasta no Executivo, a vaga no parlamento ficará aberta para o primeiro suplente do bloco, Carlinhos de Brejo Grande.

Indicação ao Tribunal de Contas

Outra possibilidade que vem ganhando força e movimentando as rodadas de negociação diz respeito ao futuro político da deputada eleita Maísa Mitidieri. Segundo as informações que circulam nos bastidores, a parlamentar estaria cotada para uma indicação a uma das vagas do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE).

Se o nome de Maísa for efetivamente chancelado para a Corte de Contas — cargo que exige a renúncia ao mandato parlamentar por ser vitalício e incompatível com a atividade legislativa —, a cadeira deixada por ela no plenário da Alese passaria a ser ocupada pelo suplente Marcell de Maim.

Essas possíveis manobras refletem a tradicional engenharia e acomodação de forças políticas no estado após o período eleitoral, garantindo espaço tanto para aliados de primeira hora na administração do Executivo quanto para lideranças suplentes no Legislativo. O desfecho oficial dessas articulações deve ganhar clareza nas próximas semanas, à medida que a transição e as negociações governamentais avancem.

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