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Economia

Atividade econômica brasileira cresce 2,5% em 2025, informa Banco Central

O Banco Central informou, nesta quinta-feira (19), que a atividade econômica do Brasil avançou 2,5% em 2025 na comparação com o ano anterior, segundo...

20/02/2026 · 09h14
Atividade econômica brasileira cresce 2,5% em 2025, informa Banco Central

O Banco Central informou, nesta quinta-feira (19), que a atividade econômica do Brasil avançou 2,5% em 2025 na comparação com o ano anterior, segundo o Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br).

O desempenho refletiu variações por setor: a agropecuária registrou alta de 13,1%, a indústria cresceu 1,5% e os serviços avançaram 2,1%. Excluído o componente agropecuário, o IBC-Br apresentou expansão de 1,8% ao longo do ano.

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No mês de dezembro de 2025, o índice recuou 0,2% frente a novembro em termos dessazonalizados. Na comparação interanual, dezembro teve alta de 3,1% sobre igual mês de 2024, sem ajuste sazonal. Já na comparação entre trimestres, o período encerrado em dezembro registrou aumento de 0,4% ante o trimestre que terminou em setembro de 2025.

O IBC-Br reúne informações sobre indústria, comércio, serviços, agropecuária e arrecadação tributária e é utilizado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC como insumo para decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 15% ao ano.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do BC para buscar a meta de inflação, fixada em 3% com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Juros mais altos tendem a frear a demanda e pressionar a redução da inflação ao encarecer o crédito e estimular a poupança; cortes na taxa têm efeito oposto, ao baratear o crédito e estimular consumo e produção.

Em janeiro, a alta das tarifas de energia elétrica e dos preços da gasolina fez a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, o mesmo resultado de dezembro. Com isso, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou 4,44% em 2025, permanecendo dentro do intervalo de tolerância da meta.

Esses indicadores, somados à desaceleração observada em alguns componentes da atividade, influenciaram a decisão do Copom de manter a Selic em 15% na última reunião de janeiro — a quinta vez consecutiva. A ata do Comitê informou que a redução dos juros deve começar na próxima reunião, em março, sem detalhar o tamanho do corte, e ressaltou que a taxa continuará em patamar considerado restritivo.

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O BC avaliou que a atividade doméstica segue em trajetória de moderação, operando acima do potencial sem pressionar a inflação de forma generalizada, mas citou fatores persistentes de pressão sobre preços, em especial a resiliência do mercado de trabalho.

Produto Interno Bruto

O IBC-Br tem metodologia distinta da usada para medir o Produto Interno Bruto (PIB) divulgado pelo IBGE e, segundo o BC, serve como insumo para a formulação da política monetária, não como uma prévia oficial do PIB. O IBGE registrou crescimento de 0,1% no terceiro trimestre de 2025, considerado estabilidade. A divulgação do resultado consolidado do PIB de 2025 está programada para 3 de março.

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Em 2024, o PIB brasileiro cresceu 3,4%, marcando o quarto ano consecutivo de expansão e sendo a maior alta desde 2021, quando o país registrou 4,8%.

O índice de atividade e os dados de inflação serão monitorados pelo BC nas próximas reuniões do Copom para calibrar a trajetória da Selic e as medidas de política monetária.

Com informações de Agência Brasil

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O Banco Central informou, nesta quinta-feira (19), que a atividade econômica do Brasil avançou 2,5% em 2025 na comparação com o ano anterior, segundo o Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br).

O desempenho refletiu variações por setor: a agropecuária registrou alta de 13,1%, a indústria cresceu 1,5% e os serviços avançaram 2,1%. Excluído o componente agropecuário, o IBC-Br apresentou expansão de 1,8% ao longo do ano.

No mês de dezembro de 2025, o índice recuou 0,2% frente a novembro em termos dessazonalizados. Na comparação interanual, dezembro teve alta de 3,1% sobre igual mês de 2024, sem ajuste sazonal. Já na comparação entre trimestres, o período encerrado em dezembro registrou aumento de 0,4% ante o trimestre que terminou em setembro de 2025.

O IBC-Br reúne informações sobre indústria, comércio, serviços, agropecuária e arrecadação tributária e é utilizado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC como insumo para decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 15% ao ano.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do BC para buscar a meta de inflação, fixada em 3% com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Juros mais altos tendem a frear a demanda e pressionar a redução da inflação ao encarecer o crédito e estimular a poupança; cortes na taxa têm efeito oposto, ao baratear o crédito e estimular consumo e produção.

Em janeiro, a alta das tarifas de energia elétrica e dos preços da gasolina fez a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, o mesmo resultado de dezembro. Com isso, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou 4,44% em 2025, permanecendo dentro do intervalo de tolerância da meta.

Esses indicadores, somados à desaceleração observada em alguns componentes da atividade, influenciaram a decisão do Copom de manter a Selic em 15% na última reunião de janeiro — a quinta vez consecutiva. A ata do Comitê informou que a redução dos juros deve começar na próxima reunião, em março, sem detalhar o tamanho do corte, e ressaltou que a taxa continuará em patamar considerado restritivo.

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O BC avaliou que a atividade doméstica segue em trajetória de moderação, operando acima do potencial sem pressionar a inflação de forma generalizada, mas citou fatores persistentes de pressão sobre preços, em especial a resiliência do mercado de trabalho.

Produto Interno Bruto

O IBC-Br tem metodologia distinta da usada para medir o Produto Interno Bruto (PIB) divulgado pelo IBGE e, segundo o BC, serve como insumo para a formulação da política monetária, não como uma prévia oficial do PIB. O IBGE registrou crescimento de 0,1% no terceiro trimestre de 2025, considerado estabilidade. A divulgação do resultado consolidado do PIB de 2025 está programada para 3 de março.

Em 2024, o PIB brasileiro cresceu 3,4%, marcando o quarto ano consecutivo de expansão e sendo a maior alta desde 2021, quando o país registrou 4,8%.

O índice de atividade e os dados de inflação serão monitorados pelo BC nas próximas reuniões do Copom para calibrar a trajetória da Selic e as medidas de política monetária.

Com informações de Agência Brasil

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