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Economia

Banco do Nordeste interrompe Pix após detectar ataque cibernético

O Banco do Nordeste (BNB) suspendeu temporariamente as transferências via Pix nesta terça-feira (27) depois de identificar um ataque hacker em sua infraestrutura tecnológica. A interrupção, classificada como medida preventiva, permanecerá em vigor até a conclusão das análises de segurança e a validação dos sistemas afetados. Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), […]

28/01/2026 · 08h58
Banco do Nordeste interrompe Pix após detectar ataque cibernético

O Banco do Nordeste (BNB) suspendeu temporariamente as transferências via Pix nesta terça-feira (27) depois de identificar um ataque hacker em sua infraestrutura tecnológica. A interrupção, classificada como medida preventiva, permanecerá em vigor até a conclusão das análises de segurança e a validação dos sistemas afetados.

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a instituição informou que ativou imediatamente seus protocolos de proteção e, até o momento, não verificou indícios de vazamento de dados nem prejuízos às contas dos clientes.

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Falha em empresa terceirizada

Segundo o BNB, o ataque explorou uma vulnerabilidade na plataforma de um prestador de serviços de tecnologia da informação que atua como intermediário nas operações do banco. A ação envolveu recursos movimentados por meio de uma conta-bolsão vinculada a essa empresa terceirizada, instrumento que reúne valores de vários usuários em um único saldo sem identificação individual.

O montante possivelmente desviado ainda está sendo calculado pelas equipes técnicas. O banco ressaltou que mantém diálogo constante com o Banco Central (BC) para acompanhar o caso e garantir a retomada segura do serviço.

Contexto de cibersegurança

Nos últimos anos, ataques direcionados a fornecedores terceirizados tornaram-se mais frequentes no sistema financeiro por representarem um elo considerado mais vulnerável. Em 2025, o BC endureceu regras de segurança e chegou a suspender do Pix algumas empresas prestadoras de serviço.

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O Banco do Nordeste encerrou 2025 com pouco mais de 11 milhões de clientes. Esta é a primeira ocorrência registrada pela autoridade monetária envolvendo a instituição desde a criação do Pix.

Não há prazo oficial para a normalização completa das operações. A liberação dependerá da conclusão das investigações internas e da aprovação dos ajustes pelo Banco Central.

Com informações de Agência Brasil

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O Banco do Nordeste (BNB) suspendeu temporariamente as transferências via Pix nesta terça-feira (27) depois de identificar um ataque hacker em sua infraestrutura tecnológica. A interrupção, classificada como medida preventiva, permanecerá em vigor até a conclusão das análises de segurança e a validação dos sistemas afetados.

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a instituição informou que ativou imediatamente seus protocolos de proteção e, até o momento, não verificou indícios de vazamento de dados nem prejuízos às contas dos clientes.

Falha em empresa terceirizada

Segundo o BNB, o ataque explorou uma vulnerabilidade na plataforma de um prestador de serviços de tecnologia da informação que atua como intermediário nas operações do banco. A ação envolveu recursos movimentados por meio de uma conta-bolsão vinculada a essa empresa terceirizada, instrumento que reúne valores de vários usuários em um único saldo sem identificação individual.

O montante possivelmente desviado ainda está sendo calculado pelas equipes técnicas. O banco ressaltou que mantém diálogo constante com o Banco Central (BC) para acompanhar o caso e garantir a retomada segura do serviço.

Contexto de cibersegurança

Nos últimos anos, ataques direcionados a fornecedores terceirizados tornaram-se mais frequentes no sistema financeiro por representarem um elo considerado mais vulnerável. Em 2025, o BC endureceu regras de segurança e chegou a suspender do Pix algumas empresas prestadoras de serviço.

O Banco do Nordeste encerrou 2025 com pouco mais de 11 milhões de clientes. Esta é a primeira ocorrência registrada pela autoridade monetária envolvendo a instituição desde a criação do Pix.

Não há prazo oficial para a normalização completa das operações. A liberação dependerá da conclusão das investigações internas e da aprovação dos ajustes pelo Banco Central.

Com informações de Agência Brasil

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